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Governador terá audiência com Embaixador da China sobre vacinas

O governador Wellington Dias, que também é coordenador do tema da vacina no Fórum de Governadores, irá se reunir na próxima sexta-feira com o Embaixador da China no Brasil , Yang Wanming, para tratar sobre o prazo de entrega dos 100 milhões de Ingrediente Farmacêutico Ativo – IFA – o insumo necessário para a fabricação das vacinas que estão sendo produzidas tanto no Instituto Butantan quanto na Fiocruz.

Wellington, assim como os demais governadores do Brasil, têm pressa na fabricação e distribuição da vacina para imunizar uma população gigantesca de 212 milhões de habitantes espalhados de norte a sul do país. A exemplo do ministro Paulo Guedes, eles têm consciência de que a economia só retomará seu curso natural depois da vacinação em massa. Até lá, a população irá conviver, em maior ou menor grau, com restrições no funcionamento das diferentes atividades econômicas.

E não basta que uma pequena parcela da população receba a tão sonhada dose da vacina. Para que se tenha o mínimo de segurança é necessário que pelo menos 70% da população esteja vacinada. Ninguém estará totalmente seguro enquanto todos não estiverem. Daí a justificada pressa no processo de vacinação.

Ainda hoje, o governador solicitará ao Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que garanta a distribuição das 3,2 milhões de doses da coronavac que já estão prontas no Instituto Butantan, até o dia 3, próxima quarta-feira. A ideia é garantir logo as doses necessárias para a aplicação da segunda dose em quem já recebeu a primeira.

Todas essas iniciativas, no entanto, não eximem a responsabilidade da população de manter o rigoroso distanciamento social, o uso constante de máscaras de proteção facial e a higienização das mãos. A pandemia não acabou. Ao contrário, está a pleno vapor, lotando os leitos de UTI e consumindo todos os recursos ainda disponíveis para o seu enfrentamento.