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Piauí se destaca na produção da energia do futuro

O Piauí celebra seu dia neste 19 de outubro com muita energia para festejar o passado de luta pela independência de Portugal e, também, com disposição para enfrentar o futuro com os olhos voltados para a sustentabilidade. O Estado está concentrando grandes usinas de geração de energia elétrica usando como matéria prima o sol e o vento.

Se durante muito tempo o sol forte que aquece o Estado o ano inteiro era associado apenas à seca, agora ele é fonte de riqueza. O Piauí abriga hoje o maior parque de energia fotovoltaica, ou energia solar, da América do Sul,  localizado em São Gonçalo do Gurguéia, a 800 km de Teresina. Foi o primeiro a usar placas solares bifaciais, capazes de captar energia dos dois lados do painel, aumentando a geração de energia em até 18%.

É tanto sol que o grupo responsável pelo empreendimento já está expandindo os investimentos por aqui, com a instalação da Unidade São Gonçalo III. Quando concluída, contará com mais de 2,2 milhões painéis solares e irá produzir 864MWh ano.

O mesmo entusiasmo existe com relação à energia eólica. O Piauí ocupa em outubro a quarta posição no país com relação a esse tipo de energia. Os ventos que sopram no Estado são considerados de excelente qualidade pela constância e velocidade.

No próximo dia 1°, começa a COP 26, a Conferência Climática em Glasgow, na Escócia, para tratar da redução do aquecimento global. Entre as propostas discutidas estão a diminuição da emissão de combustíveis fósseis e ampliação da oferta de energias renováveis. O Piauí já está dando a sua contribuição.