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O Terrorismo atenta contra todos nós

Os ataques a Paris, ocorridos na fatídica sexta-feira 13 ainda espalham sombras de medo de por toda a Europa  e Estados Unidos da América. Na verdade, esta é uma guerra que não conhece limites geográficos, pois os terroristas do Estado Islâmico não estão lutando contra um país, ou um grupo de países, mas contra um estilo de vida ocidental, construído sobre os pilares da liberdade, tolerância e democracia, atributos abomináveis pelos fundamentalistas.


Quando a França ainda chora os seus mortos, o governo belga decreta alerta de nível máximo para o terror. Na operação para desmanchar possíveis ataques à capital, Bruxelas, 16 pessoas foram presas neste final de semana. Hoje, metrô, escolas e universidades permanecem fechados por (in)segurança.


Os atentados terroristas são uma ameça permanente ao mundo. Em uma sociedade globalizada, a movimentação de pessoas de um lado a outro do mapa, expõe todos ao perigo. Já não há mais tranquilidade para levar a vida como antes, embora os cidadãos e as autoridades europeias esforcem-se por manter uma aparente tranquilidade. Na verdade, a paz do mundo está ameaçada.


Aqui no Brasil, as atenções voltam-se para as Olimpíadas 2016. Sem expertise no combate ao terrorismo, como o país vai receber atletas do mundo inteiro durante as competições? As autoridades francesas já oferecem ajuda no trabalho de inteligência de combate ao terrorismo. As forças políticas mundiais estão em movimento. O que está em jogo é o próprio futuro da civilização que ajudamos a construir. Com o medo do terrorismo, aumentam a intolerância, a xenofobia e o preconceito contra o mundo islâmico. Preconceito injusto, diga-se de passagem, porque o islã não prega ódio ou terror. Portanto, a vitória contra os terroristas é a vitória de uma cultura que defende os princípios da liberdade, igualdade e fraternidade.