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Prefeitura fecha ruas do centro durante o Natal

Para estimular o cambaleante comércio, que ainda sofre com os efeitos da maior recessão econômica da história do Brasil, a Prefeitura de Teresina vai interditar as ruas Álvaro Mendes e Simplício Mendes, no centro da cidade, a partir desta sexta-feira, dia 1° de dezembro. Até o dia 31 de dezembro, as duas ruas estarão fechadas para o tráfego de veículos, ficando totalmente livres para a circulação de pedestres que desejem fazer suas compras de final de ano.

Devagarinho, o setor do comércio começa a se recuperar, animando os lojistas com a perspectiva de um Natal melhor do que aquele que passou. Os empresários já falam em contratações temporárias para receber os consumidores novamente, animados com a recuperação da economia que, embora ainda lenta, já dá sinais de reaquecimento.

Gasolina mais cara

E é bom mesmo o teresinense se acostumar a usar menos o carro porque o preço da  gasolina já sobe outra vez hoje. A Petrobrás anunciou para esta terça-feira um novo reajuste de 1,8% na refinarias. Atualmente, o litro do combustível está sendo vendido por mais de R$ 4 nos postos da capital.  

Com o valor nas alturas, os motoristas começaram a desenvolver o hábito de pesquisar o preço entre os diversos postos, mas a variação é mínima, para não dizer inexistente. Praticamente todos eles elevam os preços em conjunto, deixando os consumidores sem opção.

 

Sai Huck, entra Alckmin

No mesmo dia em que o apresentador da Globo, Luciano Huck, divulgou uma carta desistindo da sua candidatura à Presidência da República, o tucano Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, decidiu que aceita assumir a presidência do partido no próximo dia 9. Para ceder lugar ao conciliador Alckmin, o senador Tasso Jereissati e o governador Marconi Perillo desistiram de disputar a presidência da sigla.

No comando do partido, Geraldo Alckmin ganha mais força para alavancar a sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto. Ele carrega na bagagem de candidato a experiência administrativa bem sucedida à frente do maior e mais rico estado do Brasil, governado por ele pela quarta vez.