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É preciso aprender com os erros para corrigir o futuro

Passado o susto inicial que deixou os moradores de José de Freitas em pânico no último domingo, com a ameaça de rompimento da barragem do Bezerro, é hora de programar um planejamento de supervisão e recuperação de todas as barragens do Estado, já que esta não é a única a necessitar de reparos.

A melhor época para fazer esse trabalho, certamente, é quando as águas baixarem. Desde que o calendário eleitoral não faça o problema cair no esquecimento outra vez, porque, quando as chuvas voltarem a cair no próximo ano, dependendo da sua intensidade, pode ser tarde demais.

Seria bom aproveitar a mesma iniciativa e fazer uma revisão geral nas pontes, um equipamento urbano que também precisa ser vistoriado permanentemente. Vez por outra, surgem informações de rachaduras e oscilações em uma ponte, da capital ou do interior. Algumas, não carecem de credibilidade, mas em outros casos, elas necessitam, sim, de uma manutenção preventiva.

O planejamento antecipado evita tragédias futuras e garante segurança à população que paga impostos e que espera que o poder público faça a sua parte. É bem melhor do que correr atrás do prejuízo depois que o desastre se instala.