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Dez anos do HUT são lembrados por histórias de vida

A história da menina Emily, que se recuperou de uma queimadura grave pelo corpo após ser tratada no Hospital de Urgência de Teresina, é uma das muitas contadas pela campanha apresentada nos veículos de comunicação para comemorar os dez anos do Pronto Socorro Municipal.

Os mais jovens talvez não lembrem, mas o antigo pronto-socorro do Hospital Getúlio Vargas era um lugar assombroso, que mais parecia um cenário de guerra, com espaço insuficiente, e estrutura idem, e doentes amontoados pelos corredores, alguns segurando o próprio soro na mão porque não havia sequer o suporte para colocar o frasco. Os médicos se desdobravam para dar um atendimento digno aos doentes e acidentados, mas era humanamente impossível.

O HUT demorou bastante para ser construído. Era um projeto grandioso, que deveria ficar pronto para acabar com o sufoco do antigo PS. Finalmente, em pleno funcionamento, com  420 leitos  de observação e  internação e 40 leitos de UTI, Teresina pode contar hoje com um pronto atendimento decente.  É claro que um hospital que atende urgências sempre tem uma dinâmica diferente daquele que trabalha com cirurgias eletivas (as que são feitas mediante agendamento ). Mas a realidade hoje é bem diferente. Os pacientes que precisam ser atendidos no HUT são dignamente acomodados e recebem um tratamento bem mais humano que antes. 

De fato, é uma conquista para a saúde de Teresina que merece ser contada por quem já passou por lá e pode dar o testemunho de como uma assistência bem feita pode mudar a vida de alguém. Ou até mesmo salvá-la.