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Aos eleitos, o diploma.

A noite hoje será de coroamento do processo eleitoral, quando o Tribunal Regional Eleitoral irá diplomar os candidatos eleitos no pleito de outubro. Ao todo, serão diplomados 30 deputados estaduais, 10 federais, 5 suplentes de cada coligação, além de governador, vice-governador, senadores e suplentes.

Com o diploma nas mãos, os candidatos eleitos estarão aptos a tomar posse no dia 1° de janeiro. Para a maioria, é o fim de uma etapa marcada pela corrida em busca da aprovação do eleitor, personagem que, provavelmente, só irá encontrar daqui a quatro anos. Mas não deveria ser assim.

A parte mais difícil, teoricamente, começa justo agora, quando os eleitos para os cargos proporcionais e majoritários deverão honrar o voto recebido, exercendo a atividade política com dignidade, honestidade e trabalho. Ser escolhido para representar um estado tão carente como o Piauí é um desafio. Há muito o que ser reivindicado e implantado para melhorar o desenvolvimento do Estado, que necessita de quase tudo, de estradas a hospitais, barragens, pontes e escolas, como também ações em segurança pública, hoje, um dos maiores problemas enfrentados pelos piauienses.

O eleitor também não deve encerrar sua participação ao apertar a tecla verde na urna eletrônica. Agora é que deve começar o seu trabalho mais importante, que é o de fiscalizar o mandato do seu candidato e, acima de tudo, cobrar cada promessa feita durante a campanha eleitoral. Do contrário, a eleição em nada representará a democracia. Será apenas uma festa política que mobiliza pessoas e dinheiro em troca de votos.