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Estímulo ao crescimento

As boas notícias na área econômica começam a traçar um cenário promissor para o Brasil a partir deste ano. Ressalte-se que, boa parte delas, plantadas ainda no governo de Michel Temer (MDB). Os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados revelaram que foram criadas mais de 520 mil vagas de emprego no ano passado. Com mais gente empregada, mais dinheiro circula na economia, movimentando também os setores de serviços e comércio.

A inflação acumulada no ano de 2018 ficou em 3,75%, dentro da meta estipulada pelo governo. Cabe agora à equipe econômica do Presidente Jair Bolsonaro dar seguimento a essa sequência de fatos positivos para que o país volte a crescer. E o superministro da Economia, Paulo Guedes, já está se encarregando de fazer seu trabalho.

Em Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial, junto com Bolsonaro, ele adiantou que pretende reduzir a alíquota do imposto sobre empresas dos atuais 34% para cerca de 15%. É um incentivo para que os empresários voltem a investir e expandir os negócios, abrindo espaço para novas contratações.  Para compensar essa redução, o ministro tem como plano aumentar a taxação dos dividendos e ganhos de capital. Ou seja, aumenta os impostos do capital especulativo para estimular o empreendedorismo.

Já no próximo mês, Paulo Guedes quer que o pacote de medidas econômicas seja encaminhado ao Congresso. Ele sabe, porém, que seus planos só irão adiante se também forem aprovadas as reformas Fiscal, Tributária e da Previdência. Isso explica por que o governo Bolsonaro já está fazendo acenos para a classe política, demonizada por ele durante a campanha eleitoral. Sem a aprovação das reformas, o sonho de crescimento econômico será, mais uma vez, adiado.