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Novos ventos na economia

O Brasil, lentamente, vai dando os primeiros passos rumo a um cenário de investimento econômico e recuperação financeira. A aprovação em primeiro turno do texto da base da Reforma da Previdência foi um movimento importante nesse sentido, mas não o único. O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM), já fala em encaminhar para discussão o projeto de Reforma Tributária, outro projeto fundamental para que o país volte a crescer.

Na semana passada, o Senado votou a Medida Provisória da liberdade econômica, que prevê a simplificação da atividade empresarial, com a diminuição dos entraves burocráticos, como a dispensa de alvarás para atividades de menor impacto; a liberação de horário de trabalho aos domingos e feriados, desde que respeitadas as normas de vizinhança; o fim do E-social, uma dor de cabeça sem fim para os empresários, além de outras medidas nesse sentido.

O pacote completo tem como objetivo criar um ambiente favorável ao empreendedorismo, capaz de gerar empregos e fazer o dinheiro voltar a circular. O Brasil tornou-se, ao longo dos anos, um mastodonte pesado que dificulta a abertura e o funcionamento das empresas. Como são elas que criam riqueza, nada mais lógico que facilitar as suas vidas. O Estado deve ser um facilitador, não um empecilho.

Todas essas medidas fazem parte da agenda liberal do ministro Paulo Guedes, que vem sendo o pilar de sustentação do governo Bolsonaro. O Brasil já perdeu muito tempo no passado; agora, é hora de avançar a passos largos para um novo patamar de crescimento. A sociedade agradece. Os 13 milhões de desempregados, mais ainda.