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Para governadores, reforma tributária é o que interessa

Foto: Divulgação/CCom

Governadores querem mais recursos com reforma tributária

 

O Brasil corre o risco de ter novas paralisações em rodovias e greves de caminhoneiros, a partir de declarações do presidente Jair Bolsonaro e de outras pessoas do governo.

O alerta foi feito ontem ao ministro da Economia, Paulo Guedes, pelos 22 integrantes do Fórum dos Governadores presentes ontem a mais uma reunião, em Brasília.

“Apresentamos uma proposta na direção da simplificação e da redução da carga tributária e não apenas do ICMS de combustível, mas também do consumo e a substituição tributária e para garantir a regulamentação”, informou o governador Wellington Dias.

O evento foi aberto pelo governador de Brasília, Ibaneis Rocha (MDB), e tratou sobre temas como segurança pública, preço dos combustíveis e a renovação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento de Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Wellington Dias acrescentou que o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM), anunciou a regulamentação do imposto sobre a grande fortuna, herança, lucros e dividendos.

“Com isso, será retirado o tributo do consumo, pois é o que mais afeta diretamente o povo brasileiro”, esclareceu o governador do Piauí.

Ele enfatizou que é necessário que o ministro Paulo Guedes trate com o presidente da república e trabalhe em conjunto com governadores, prefeitos e parlamento para se ter não só a aprovação da reforma tributária, mas também os projetos do Pacto Federativo.

Trocando em miúdos, na reunião de ontem, em Brasília, os governadores tiraram o corpo fora da proposta de baixar o ICMS dos combustíveis.

 

 

Novo piso

O secretário de Governo, Osmar Júnior (PCdoB), esteve ontem na Assembleia Legislativa abrindo caminho para a aprovação do novo piso do magistério.

O governo tem voto de sobra para aprovar qualquer matéria, inclusive esta.

O que falta, no momento, é convencer os professores de que o novo valor do piso da categoria está de bom tamanho.

Ensino Nota 10

O Ministério da Educação selecionou seis municípios, em todo o Brasil, para o encontro denominado “Boas práticas municipais em educação”.

O evento foi realizado ontem, em Brasília, com o objetivo de compartilhar as recentes experiências bem-sucedidas em gestão e práticas de sala de aula.

Ou seja, os seis municípios brasileiros Nota 10 em educação estão subsidiando as ações do MEC e de outros municípios.

Teresina lá

Teresina é uma das seis cidades convidadas pelo MEC.

Isso porque é, hoje, a capital com o melhor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) no país.

Além de ser referência em aspectos como alfabetização das crianças e avaliação e formação de professores, Teresina também se destaca pela política de gestão da educação.

Custos

Um dado a mais é que a cidade conseguiu alcançar resultados de excelência no ensino público gastando menos que as demais capitais.

O MEC quer, assim, que a lição de Teresina se espalhe por todo o país.

 

MEC reúne em Brasília gestores Nota 10 em educação

 

 

* O deputado Marden Menezes (PSDB) cobrou ontem as promoções de policiais civis, já aprovadas pelo governo e engavetadas.

* O deputado Fábio Novo foi a Brasília, na condição de pré-candidato a prefeito de Teresina pelo PT, para colher subsídios sobre a implantação de ciclovias.

* O Progressistas vai apoiar o MDB na disputa pela presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa.

 

 

Direito de greve

Do secretário de Governo, Osmar Júnior, sobre a decisão dos professores de entrarem em greve exigindo um valor maior para o piso da categoria:

- O direito de greve é sagrado e nós lutamos muito para inseri-lo na Constituição. Mas a greve é o último recurso, não o primeiro.