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Onde está o dinheiro?

A empresa Águas de Teresina, subconcessionária dos serviços de água e esgoto da capital, informou em nota que me encaminhou esta semana que já finalizou o pagamento da outorga ao Governo do Estado.

Segundo a empresa, foram pagos R$160 milhões e 100 mil, com a antecipação em oito meses da segunda parcela da outorga, no valor de R$72 milhões.

Quando o Governo do Piauí entregou a Cepisa ao Governo Federal, em 1998, o dinheiro recebido como indenização foi aplicado no pagamento do 13º salário do funcionalismo.

Dez anos depois, quando o Banco do Estado do Piauí foi incorporado pelo Banco do Brasil, o Governo do Piauí recebeu outra indenização. Foram R$80 milhões em ações e mais R$180 milhões de patrimônios vendidos, que, segundo o governo, seriam aplicados em obras estruturantes.

Muito bem! O Estado recebeu agora R$160 milhões pela subconcessão dos serviços da Agespisa na zona urbana da capital.

O que foi feito desse dinheiro? O governo não informou. A Controladoria Geral do Estado também não. Nem a Assembléia Legislativa, que deu aval para o negócio. Muito menos o Tribunal de Contas.

Então, não custa repetir: onde foi parar o dinheiro da subconcessão da água?

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Pega o sabido!

De uma só canetada, o Tribunal de Contas do Estado determinou ao Instituto de Desenvolvimento do Piauí (Idepi) a suspensão de 39 processos licitatórios.

As licitações foram abertas para a contratação de empresas para execução de serviços de pavimentação poliédrica e recuperação de estradas vicinais em municípios do interior do Piauí.

As licitações suspensas totalizavam R$ 42.165.186,93.

Pega o sabido 2

A fiscalização feita pelos auditores de Controle Externo do Tribunal apontou diversas irregularidades nas licitações – entre elas, indícios de favorecimento e direcionamento, falta de documentação e desobediência ao princípio da ampla concorrência.

Em abril deste ano, o TCE reprovou as contas do Idepi referentes a 2012 e 2014, devido a irregularidades em obras de construção e recuperação de estradas vicinais, dentre outras.

Caixa de fósforo

O deputado Antônio Felix (PSD) quer retirar a frase latina Impavidum ferient ruinae  do Brasão do Estado do Piauí, substituindo-a pela sua tradução em português, indicada por ele: "O desafio não nos amedronta".

Certamente o parlamentar embolou a língua ao ler a frase em seu texto original.

Não demora e o parlamentar pede também a tradução da frase da caixa de fósforo: "Fiat Lux".

Hospital fecha

A Prefeitura de Porto decidiu fechar o Hospital Municipal Dr. Roosevelt Bastos para não cumprir uma decisão judicial obrigando o município a fazer concurso para contratar servidores.

A Prefeitura simplesmente demitiu todos os servidores que trabalhavam como prestadores de serviços e, por conta disso, o hospital amanheceu com as portas fechadas ontem.

Em nota, a prefeitura declarou que o hospital tem apenas seis concursados.

Carteirada

O curioso é que o processo foi iniciado pelo Ministério Público Estadual ainda no ano de 2013.

Ou seja, deu tempo até demais para a Prefeitura organizar um concurso e respeitar a lei.

Mas a prefeitura decidiu continuar empregando na base do bilhetinho político.

Foto: Divulgação

Minha Casa, Minha Vida – O deputado federal Maia Filho (PP-PI) solicitou ontem ao ministro das Cidades, Alexandre Baldy, durante audiência, a liberação de projetos que permitirão a construção de 1976 unidades habitacionais na zona rural de Teresina e de outros 43 municípios piauienses.

Segundo o parlamentar, os projetos serão executados por meio do Programa Minha Casa Minha Vida. 

 

* Os novos corredores de tráfego de Teresina passaram o trator nas ciclovias das Avenidas Barão de Gurgueia, Miguel Rosa e Duque de Caxias.

* Começou ontem o Bazar Natal do Empreendedor, promovido pelo Sebare-Piauí, com artesanato e produtos do agronegócio.

* O evento se estende até a sexta-feira, nno Centro de Educação Empresarial Moraes Sousa, na Rua Ruio Barbosa – Sebrae, Centro.

* O governador Wellington Dias retorna hoje da viagem particular aos Estados Unidos, iniciada no último dia 5.

 

Prioridade

Do procurador Ailton Benedito, no Twitter, sobre a celeridade para a marcação do julgamento do ex-presidente Lula em segunda instância:

- Estatuto do Idoso, Artigo 71. É assegurada prioridade na tramitação dos processos judiciais em que figure réu com idade igual ou superior a 60 anos, em qualquer instância.