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Piauí eficiente

Como esperado, repercute amplamente nos meios políticos e jornalísticos o resultado do levantamento do jornal Folha de S. Paulo sobre o desempenho da gestão pública nos Estados brasileiros.

Pela sua pontuação nessa pesquisa, o Piauí não chega a ser um mar de rosas, como apregoa o governo, mas também não é o caos propagado pela oposição.

O estudo inédito lançado pela Folha de São Paulo e o Instituto Datafolha, batizado de Ranking de Eficiência dos Estados (REE), aponta o Piauí como o 8º estado brasileiro que entrega mais educação, saúde, infraestrutura e segurança à população utilizando o menor volume de recursos financeiros.

Critérios

O levantamento considera 17 variáveis agrupadas em seis componentes para calcular a eficiência na gestão de todos os estados brasileiros, detalhando, inclusive, a situação das finanças de cada um deles. 

Numa escala de 0 a 1, cinco Estados ultrapassam 0,50. Por isso, podem ser considerados "eficientes” – Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Pernambuco e Espírito Santo.

Outros seis mostram "alguma eficiência" no uso de seus recursos e os demais 15 podem ser considerados "pouco eficientes" ou "ineficientes".

Na real

O Piauí aparece no ranking com a nota 0,482. É o terceiro Estado do Nordeste a figurar nesse levantamento, atrás apenas de Pernambuco e da Paraíba.

Duas conclusões: a primeira é que, a julgar pela posição do Piauí nesse ranking, a situação do Brasil é pior – muito pior, mas bem pior, mesmo – do que se imaginava.

A segunda é que, na real, a eficiência administrativa do Piauí é como pé de cobra: se existe, ninguém vê!

 

 

Cai o mito

Em campanha para ser vice-governadora, a senadora Regina Sousa (PT) mantém-se atenta aos problemas nacionais. Ela tuitou ontem:

“A violência contra os venezuelanos lembra o início do fascismo e do nazismo. É o resultado do discurso de ódio, da intolerância, da xenofobia, do total desrespeito à diferença. Cai o mito do brasileiro cordial. Cai o mito do país onde não há racismo.”

E a ONU?

A propósito, cadê a Comissão de Direitos Humanos da ONU para garantir que o líder da oposição, preso na Venezuela por Maduro, possa ser candidato a presidente?

Ô inferno pra ter cão!

Nestas eleições, pelo menos 521 candidatos utilizam títulos religiosos no nome de urna, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O nome de urna é uma das principais formas usadas pelos candidatos para chegar ao eleitor, sendo utilizado durante toda a campanha.

Todos os candidatos devem indicar um nome de urna no pedido de registro.

O que diz o TSE

Pelas regras do TSE, o nome de urna pode ser um “prenome, sobrenome, cognome, nome abreviado, apelido ou nome pelo qual o candidato é mais conhecido” e deve ter no máximo 30 caracteres.

Além disso, ele não pode deixar dúvida sobre a identidade do candidato nem atentar contra o pudor, ser ridículo ou irreverente.

Quem vem lá

O principal título religioso utilizado nos pedidos de registro de 2018 é o de “pastor” ou “pastora”, em 313 casos, seguido por “irmã” ou “irmão” (97) e “missionário” ou “missionária” (40),  segundo levantamento do G1.

 

 

* O Dr Pessoa, candidato a governador pelo SDD, reclama de sabotagem contra a sua campanha.

* E ele queria o quê? Que os adversários colaborassem com a sua candidatura?

* O candidato do PSDB ao governo, deputado Luciano Nunes, fez o seu primeiro comício ontem à noite em Parnaíba, terra de sua vice, Cassandra.

 

 

Abaixo as alianças!

Do jornalista e ex-deputado Tomaz Teixeira, ao examinar o cenário das eleições de 2018:

- Partidos e políticos estão enganados. Nessas eleições, as alianças partidárias e esquemas não funcionam. O povo vomitou PT, MDB, PP, PSDB e outros Pês da vida!