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Debandada geral

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Aliados abandonam o tucano Geraldo Alckmin

 

Partidos que integram a coligação encabeçada pelo tucano Geraldo Alckmin discutem nos bastidores que posição tomar em um eventual segundo turno sem a presença dele.

Integrantes do chamado Centrão – bloco formado por DEM, PP, PRB, PR e Solidariedade – e do PTB veem como quase certo o fracasso de Alckmin no primeiro turno.

O presidenciável, que ocupa quase metade do tempo do horário eleitoral, ainda patina abaixo dos 10% das intenções de voto, segundo as últimas pesquisas.

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a maior parte dos parlamentares e políticos de partidos aliados a Alckmin tem se empenhado pouco pelo tucano. Além disso, quem tenta a reeleição já recebeu repasses de dinheiro do Fundo Eleitoral e se sente “liberado” para cuidar da própria campanha.

O PTB, do ex-deputado cassado Roberto Jefferson (RJ), tende a apoiar Bolsonaro em um eventual segundo turno. Candidato à reeleição, o senador Cristovam Buarque (PPS-DF) diz abertamente que a decisão de apoiar Alckmin foi equivocada.

“Agora, vamos ter de optar entre a catástrofe e o desastre, entre o furacão Florence e o tufão Mangkhut”, raciocina o senador.

Tucanos sem rumo

O próprio PSDB vê dificuldade para se posicionar. O partido tem utilizado boa parte do seu espaço no horário eleitoral para atacar Bolsonaro, mas é adversário histórico do PT. Os tucanos tendem a se sentir mais confortáveis adotando uma posição de neutralidade.

Embora tenha indicado a vice de Alckmin, a senadora Ana Amélia (RS), o PP está dividido já no primeiro turno. O presidente do partido, senador Ciro Nogueira (PP-PI), faz campanha aberta para o petista Fernando Haddad de olho na popularidade do PT no Piauí. Ele é candidato à reeleição. Uma ala da legenda, porém, já prega voto em Jair Bolsonaro (PP-RS). (Com informações do congressoemfoco.uol.com.br)

 

 

Foto: Brito/Cidadeverde.com

 

Elmano em campanha na Ceasa

 

Varrendo o chão

O candidato a governador pelo Podemos, senador Elmano Férrer, amanheceu ontem na Ceapi, varrendo o chão.

Simbolicamente, estava varrendo a corrupção, como fazia Jânio Quadros, em 1960, em sua vitoriosa campanha presidencial.

Deu no Ibope

Saiu ontem uma nova pesquisa do Ibope sobre a corrida presidencial, com  Bolsonaro em 28%; Haddad, em 22%; Ciro, em11%; Alckmin, 8%; e Marina, derretendo em5%. Amoedo chegou a 3% e Alvaro Dias e Meirelles estão empatados em 2%.

A prova dos 9 sai na sexta-feira, na pesquisa do Datafolha.

Segundo turno

A pesquisa mostra que Bolsonaro parou de crescer. Enquanto isso, a rejeição dele aumentou de 42% para 46%.

Por esses números, o cenário de segundo turno começa a se consolidar. Para subir, os dois precisarão obter votos dos demais.

Mesmo assim, Ciro Gomes continua no páreo. A rejeição dele cai.

As simulações de segundo turno mostram que Bolsonaro perderia para Haddad, mas é Ciro que o venceria com mais folga.

Muita emoção ainda até o final da campanha.

Título

Acaba na quinta-feira (27), dez dias antes do primeiro turno do pleito, o prazo para o eleitor solicitar a segunda via do título no cartório eleitoral da zona onde está cadastrado.

Para a emissão da segunda via do título, o eleitor deve estar quite com a Justiça Eleitoral, ou seja, não poderá ter débitos pendentes, como multas por ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais, como o de mesário.

Foto: Divulgação

Lançamento - Um sucesso os lançamentos dos livros “Nirez – o homem de cera” e “Causos gonzaguianos ilustrados”, do professor e pesquisador cultural Wilson Seraine. A sessão de autógrafos contou com a presença de Nirez, um ícone da cultura cearense, que, aos 84 anos, esbanjou saúde e bom humor. O próximo lançamento será em Fortaleza.

 

 

* Depois do prefeito Firmino Filho, é o tucano Silvio Mendes que aparece na propaganda eleitoral elogiando o deputado Marcelo Castro, candidato do governo ao Senado.

* Os tucanos engajados na campanha do deputado Luciano Nunes a governador viraram umas araras.

* Ninguém entende a matemática dos postos de combustíveis. Quando o dólar cai, os preços na bomba não descem.

* Já quando o dólar sobe, é certo que os preços dos combustíveis aumentam.

 

 

Mapa da mina

Do candidato Ciro Gomes (PDT), domingo, em sua passagem por Teresina, em campanha eleitoral:

- Dos candidatos a presidente, quem conhece o Piauí sou eu. Até que o Haddad venha saber que o Karnak fica em Teresina e não no Egito já terão se passado quatro anos.