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Sua Excelência, o eleitor

Imagem: Reprodução/Fundação 1º de Maio

Mais de 147 milhões de brasileiros estão aptos a votar nas eleições de amanhã. Esses brasileiros escolherão o novo presidente da República, dois terços dos 81 senadores e os 513 deputados federais, além dos governadores e dos deputados estaduais.

Todo este eleitorado está distribuído pelos 5.570 municípios do país, bem como em 171 localidades de 110 países no exterior.

A campanha eleitoral obrigatória no rádio e na TV se encerrou na quinta-feira. Os eleitores puderam conhecer melhor as propostas e também os defeitos dos candidatos.

No Brasil, o voto é obrigatório, mas é também livre e secreto. Assim, o eleitor poderá votar livremente nos representantes políticos de sua escolha.

Cada eleitor mede os candidatos com uma régua própria. Aí está a grandeza e a beleza da democracia. O sentido do voto é jogar nas mãos do povo o direito e a responsabilidade de escolher os melhores.

Ao votar em um determinado candidato, o eleitor estará assinando um cheque em branco e entregando-o ao escolhido para que ele faça o uso que lhe for conveniente pelos próximos quatro anos.

O custo das eleições

As eleições custam muito ao país. São recursos na casa de muitos e muitos bilhões, com a propaganda na televisão e no rádio; o Fundo Eleitoral Especial, criado para as eleições deste ano; mais o Fundo Partidário, para manter a máquina dos partidos em funcionamento.

E existem ainda os custos milionários da realização das eleições, com transporte de urnas, transmissão de dados, a mobilização de pessoal e das forças de segurança, etc.

O eleitor é o personagem principal da eleição. Os destinos do país e dos estados são colocados em suas mãos.

Boas escolhas apontam para tempos de bonança. Escolhas ruins significam tormentas.

Então, por tudo isso, o eleitor não deve desperdiçar o seu voto. É muito importante que ele vote. E mais ainda que faça uma boa escolha.