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Sobrou dinheiro no Piauí

Fofo: Divulgação

Secretário Rafael Fonteles apresenta Balanço Financeiro do Estado na Assembleia Legislativa

 

A quantas andam as finanças do Governo do Piauí?

O secretário de Fazenda, Rafael Fonteles, esteve quinta-feira na Comissão de Fiscalização e Controle, Finanças e Tributação da Assembleia Legislativa para explicar a situação.

O secretário foi à Assembleia para fazer a apresentação do Relatório Financeiro do Estado referente ao 1º quadrimestre de 2019.

Rafael Fonteles informou que as receitas totais cresceram 11,19% no período de janeiro a abril, enquanto as despesas caíram 6,42%.

De acordo com as contas do secretário, as receitas totais chegaram a R$ 3,2 bilhões e as despesas atingiram R$ 3,087 bilhões, totalizando R$ 200 milhões a menos em relação ao primeiro quadrimestre de 2018.

As despesas de custeio (aquelas relativas à manutenção da máquina administrativa) diminuíram 13%.

Conforme o com o secretário de Fazenda, a redução das despesas e o aumento das receitas possibilitaram um superávit financeiro de R$ 473 milhões, no Piauí, nos primeiros quatro meses do ano.

Que economia foi essa?

Bem, não tenho condição de discutir tecnicamente com o secretário de Fazenda sobre a situação financeira do Estado. Ele entende bem desse riscado aí, e eu entendo é de outro. Mas me arrisco a dar um pitaco sobre isso.

Não me surpreende que o Estado tenha apresentado um superávit no primeiro quadrimestre de 2019.

Ora, se não parou de arrecadar; se fez não fez nem iniciou uma obra nova; se não deu andamento às obras que estavam e estão paralisadas; se não pagou a quem deve desde o ano passado – empreiteiros, fornecedores e prestadores de serviço;  se não deu reajuste salarial para o funcionalismo; se não reajustou nem o piso do professor – como não haveria de sobrar dinheiro?

Vendo por esse lado, concluo que a economia foi até pequena!