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Wellington avança na reta final

Infográfico: Fenelon Rocha/Cidadeverde.com

Na última pesquisa, Wellington se distancia dos dversários

 

Endividar o Piauí em mais de R$ 5 bilhões, sem apresentar obras e serviços que justifiquem tantos empréstimos; incentivar o desinvestimento com o aumento exagerado de impostos; começar o ano letivo de 2018 no segundo semestre porque atrasou o pagamento do novo piso do professor, que deveria ter sido implantado em janeiro; deixar a segurança virar um caso de “salve-se quem puder”; descuidar da saúde no interior, que vai de mal a pior; findar o governo sem concluir obras como a Transcerrados, o Centro de Convenções de Teresina, o Rodoanel e a duplicação dos acessos à capital pelas BRs-343 e 316; também sem reconstruir obras como a Barragem de Algodões; praticar o que o PT condena em praça pública, como passar empresas do Estado às mãos da iniciativa privada, como ocorreu com os serviços de água e esgoto, em Teresina, e a Ceasa...

Não bastasse isso, dar na última hora uma rasteira política nos aliados, puxando o tapete da vice-governadora Margarete Coelho (PP) e do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho (MDB), para lançar chapa pura ao governo.

Além, claro, dos escândalos que pipocaram recentemente e levaram a polícia a vasculhar diversos órgãos do Estado, entre eles a Secretaria de Educação, para investigar por lá o sumiço de quase R$ 120 milhões do Programa de Transporte Escolar.

Nada disso, que se imaginava como pedras no caminho do governador Wellington Dias, vai comprometer a sua reeleição. Ele caminha lépido e fagueiro para o seu quarto mandato, com amplas chances de, mais uma vez, liquidar a fatura ainda no primeiro turno.

Pelo menos é o que mostra a nova e última pesquisa de intenção de voto do Instituto Opinar, divulgada ontem pelo Grupo de Mídia Cidade Verde – TV, Rádio e Portal de Notícias.

A pesquisa

Na sondagem, Wellington Dias (PT) aparece com 48,52% das intenções de voto, contra 20,33% do candidato do SD, deputado Dr. Pessoa; 10.54% do candidato do PSDB, deputado Luciano Nunes; e 2,20% do candidato do Podemos, senador Elmano Férrer.

Os demais candidatos têm os seguintes índices: Fábio Sérvio (PSL), com 1,20%; Valter Alencar (PSC), com 0,83%; Sueli Rodrigues (PSol) e Luciane Santos (PSTU), com 0,37%, cada. Romualdo Seno (DC) e Lourdes Melo (PCO) não pontuaram.

No total, a oposição até cresceu um pouco: somou 35,84% das intenções, contra 34,28% da pesquisa anterior. Mas Wellington cresceu muito mais, quase 10 pontos.

A nova pesquisa do Opinar – a sexta da atual campanha eleitoral – foi feita de segunda a quarta-feira passadas. Foram ouvidos 1.082 eleitores. Seu registro no TRE-PI tem o número 07441/2018 e no TSE BR-02691/2018).

Pelos novos números, Wellington amplia a vantagem sobre a soma dos concorrentes. Ela saiu de 5,65%, na pesquisa de 15 dias atrás, para 12,68%. Ou seja, está com os dois pés na reeleição. E no primeiro turno!

Oposição arma e governador chuta

 Foto: Catarina Malheiros/ Cidadeverde.com

Debate com candidatos a governador

 

O governador Wellington Dias, líder nas pesquisas de intenção de voto para a eleição de domingo, saiu ontem do último debate promovido pela TV Cidade Verde sem um arranhão. Mais uma vez, ele foi saco de pancada dos adversários, porém não foi atingido por nenhum golpe mais duro.

O debate contou com a presença de sete candidatos ao governo e só não foram seis contra um porque a candidata do PSol, Sueli Rodrigues, chegou a preparar a bola para o governador chutar no gol, especialmente quando lhe dirigiu uma pergunta sobre a saúde da mulher negra.

Os adversários questionaram o governador sobre temas palpitantes, como corrupção, violência, déficit habitacional, saúde, endividamento do Estado, inchaço da máquina, seca e falta de obras estruturantes.

Ele conseguiu se sair bem de todas as situações, demonstrando equilíbrio e presença de espírito, além de exercitar com desenvoltura a sua extraordinária capacidade de embromeixon.

As situações mais embaraçosas para ele foram criadas pelos candidatos do PSV, Valter Alencar, e do PSL, Fábio Sérvio. Porém, Wellington tirou de letra os questionamentos deles.  

Cansaço

No debate de ontem, mediado pelo jornalista Joelson Giordani, o candidato do SDD, deputado Dr. Pessoa, segundo colocado nas pesquisas, não apresentou o charme dos primeiros dias de campanha e deu demonstrações de cansaço. Nada apresentou de novo.

Da mesma forma também se comportaram os candidatos do PSDB, Luciano Nunes, e do Podemos, Elmano Férrer, que também nada acrescentaram ao que já vinham fazendo ou dizendo ao longo da campanha.

Os adversários apareciam com uns números que deixavam o governo em maus lençóis e Wellington se agarrava a outros, dando vantagem à sua gestão.

Ensaboado

Não é fácil encurralar em um debate um candidato que já venceu três eleições para governador, como é o caso de Wellington Dias, chamado pelo ex-presidente Lula de “o índio mais sabido do Brasil”.

Então, os candidatos de oposição fizeram a sua parte, mas certamente não causaram qualquer prejuízo eleitoral ao governador, que transformou as investidas dos adversários em lances para chutar a bola na direção do gol.

Para fechar com chave de ouro, só faltou ele dizer: “Fizemos muito, mas não fizemos tudo. Por isso, quero ser governador mais uma vez, para fazer o que falta”.

De certa forma o disse, quando afirmou: “Quero fazer um mandato ainda melhor que os outros”.

 

Joelson Giordani faz mediação do debate

 

Bolsonaro avança para ganhar no 1º turno

A campanha política chega à sua reta final com as pesquisas de intenção de voto indicando uma nova polarização nas eleições, entre os candidatos do PT, Fernando Haddad, e do PSL, Jair Bolsonaro.

O que leva um país a se dividir entre dois grupos que, sabidamente, não demonstram a menor condição de pacificá-lo e buscar a retomada de seu crescimento econômico? E que, pelo contrário, têm tudo para alimentar o clima de intolerância existente entre os brasileiros?

O grupo do PT representa a maior quadrilha que já se encastelou na vida pública brasileira. Nunca se roubou tanto quanto na era petista. Dos seus líderes, os que não estão presos estão a caminho da cadeia. Poucos ficaram fora dos escândalos.

Ainda assim, empurrado pela força eleitoral do partido, o seu candidato disparou na preferência de grande parcela dos eleitores.

Do contra

Já o candidato do PSL aparece como uma novidade na política, quando já está na Câmara Federal há quase 30 anos. Em todo esse período, zero de contribuição à política. Está sempre metido em polêmicas e elegeu os três filhos para mandatos parlamentares, em diferentes estados.

O trunfo de Bolsonaro é que ele conseguiu o que nenhum dos outros presidenciáveis jamais alcançou. Ele penetrou no imaginário do eleitorado que se indignou com a corrupção como um antiPT e um antipolítico. Daí a imensa aceitação de sua candidatura.

Sozinho, ele bate todos os concorrentes, sem fazer campanha. E, segundo as novas pesquisas de intenção de voto, entra agora num ritmo que o autoriza a sonhar com a vitória já no primeiro turno.

 

 

Foto: Reprodução Cidadeverde.com

 

Debate

A TV Cidade Verde promove hoje, a partir do meio-dia, seu último debate entre os candidatos a governador.

O debate será transmitido pela Rádio Cidade Verde FM 95,3 e pelo portal Cidadeverde.com.

Pesquisa

Amanhã, a partir das 12h30, a TV Cidade Verde divulga sua última pesquisa de intenção de voto para as eleições deste ano, com respostas para os questionários sobre os candidatos a presidente, governador, senador e deputado (federal e estadual).

Datafolha

A nova pesquisa do Datafolha divulgada ontem à noite mostra um crescimento de 4 pontos do candidato Jair Bolsonaro (PSL), que continua liderando a corrida no primeiro turno, com 32%.

O petista Fernando Haddad aparece em segundo lugar, com 21%.

Ciro Gomes (PDT) continua na terceira posição, com 11%, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), que soma 9%, e Marina Silva (Rede) 4%.

Cartórios

Um final feliz para uma novela que já se arrastava nos tribunais desde 2013: o Tribunal de Justiça aprovou ontem o resultado do concurso dos cartórios do Piauí. 

Os desembargadores julgaram o mandado de segurança que impedia a continuidade do concurso.

Homologação

Com isso, a Comissão Organizadora deve homologar a lista de aprovados e definir a data para a conclusão da etapa de títulos para realizar as convocações. 

Isso, claro, se não aparecer um novo recurso atravessando o caminho dos concurseiros.

Esse concurso já se arrasta desde 2013.

 

 

* A saraivada de críticas ao candidato Bolsonaro, nos debates das TV’s, e os protestos de rua “Elenão!” fizeram subir a sua aceitação junto ao eleitorado.

* Os institutos de pesquisa apuraram que o maior crescimento do candidato do PSL foi justamente entre as mulheres – 6%.

* A impressão que as novas pesquisas de intenção de voto passam é que o petista Fernando Haddad já bateu em seu teto.

* O candidato do Novo a presidente, João Amoêdo, encerra a sua campanha no Nordeste com atos políticos em Teresina, amanhã à tarde e na sexta-feira pela manhã.

 

 

A faixa

Do humorista Fraga:

- A democracia é tão sensacional que muitos políticos e cidadãos a querem só pra si.

 

Além do arco-íris

Foto: Acervo pessoal

Dona Walríquia com a família e amigos na celebração do aniversário do filho Carlinhos

 

Procurei defini-la em uma palavra. Não foi possível. Tive que me valer de duas que devem ser invocadas ao mesmo tempo para expressar a sua grandeza. São elas: dignidade e generosidade.

Sempre que me lembrar dela, essas duas palavras virão obrigatoriamente na frente das demais que também poderão expressar a sua personalidade, pois ela se encaixa em muitas outras: alegria, ternura, trabalho, responsabilidade, respeito...

Refiro-me a Walkiria Almeida dos Santos Oliveira, a dona Walkiria, que nos deixou na semana passada, aos 90 anos. Tive o privilégio de conhecê-la há 20 anos e de desfrutar, ao lado de seus filhos e de seu marido, de todo o afeto e de toda a sabedoria que ela irradiava.

Da bonança à tormenta

No passado, ela foi uma próspera empresária de Teresina. Também foi servidora federal e professora pública.

Com o marido, Geraldo Oliveira, construiu quase do nada uma das maiores empresas do seguimento lojista da cidade, a ‘Galeria Juçara’, que funcionou por muitos anos no calçadão da Rua Simplício Mendes, no Centro.

Quando conheci a sua família e entrei em sua casa, onde Dona Walkiria me fez generosamente um dos seus, como a tantas outras pessoas, ela e o marido já não dispunham da riqueza de outrora.

Haviam perdido nas águas revoltas e implacáveis do mundo dos negócios todo o patrimônio acumulado ao longo de dezenas de anos de trabalho árduo e incansável.

Mas viviam dignamente, como qualquer família de classe média, sem uma queixa. Aceitavam resignadamente o desfecho desfavorável de uma vida inteira de muito esforço e dedicação ao comércio.

Em sua contabilidade, os bens que conseguiram com muita luta tinham valido a pena porque lhes permitiram criar os filhos condignamente. Puderam matriculá-los nos melhores colégios de Teresina e também comprar apartamento no Rio, para que dessem continuidade aos estudos por lá.

Jamais julgaram quem quer que seja, jamais jogaram uma pedra em alguém. Encararam os reveses dos negócios com serenidade.

O mais importante, para eles, é que a família estava unida e encaminhada na vida: o filho mais velho, César, engenheiro e consultor; o do meio, Carlos Francisco, médico como o tio, Dr. Arimatéa Santos; a mais nova, Lena, jornalista e professora.

Felizes para sempre

E assim viviam, felizes, até que seu Geraldo se fez silêncio e saudade, há seis anos. Dona Walkiria perdeu o companheiro de todas as horas e das partidas de carteado, nos momentos de lazer. E começou a enfrentar o Mal de Alzheimer e seus terríveis efeitos.

Paulo Sérgio, seu filho caçula, era especial. Morreu em seus braços há 20 anos. Todos os dias, antes de ser atacada pelo Alzheimer, ela falava nele, com a saudade infindável de mãe.

Uma vez, depois do avanço da doença, disse quase em tom de confissão que não lembrava qual era de seus filhos que tinha morrido!

Residindo em apartamento desde que se desfez de sua ampla casa, no auge da crise que devorou seus negócios, ela tinha sempre uma palavra de agradecimento a Deus por morar confortavelmente depois da tormenta.

Nos últimos anos, porém, algumas vezes, ela se arrumava toda dentro do apartamento e avisava que estava indo para a sua casa...

Um registro: seus filhos lhe cercaram de carinho e cuidado comoventes nos momentos mais difíceis de seus últimos anos. O Carlinhos, particularmente, se desdobrou, como médico, para amenizar o sofrimento dela, montando um verdadeiro hospital em casa.

Humor à flor da pele

Dona Walkiria sempre primou pela elegância. Talvez, por isso, quando jovem, ao chegar à repartição, uma colega de trabalho, muito feia e certamente invejosa, tenha tentado se aproveitar da situação ao vê-la chegar com os cabelos em desalinho:

- Walkiria, você viu alma hoje?

Ela, com a irreverência herdada do velho Joqueira, seu pai do coração, respondeu incontinenti:

- A primeira que estou vendo é você!

O bom humor era também um dos traços marcantes de sua personalidade. Muito religiosa. Uma poetisa que não desenvolveu o dom. Deixou com a família um livro com acrósticos. Gostava de ouvir música e de cantar.

A despedida

Ao entardecer de quarta-feira passada, dia 26, quando seu corpo ia juntar-se aos de Seu Geraldo e de seu filho caçula, do nada um arco-íris bordou o céu, em pleno setembro.

Para os cristãos, um sinal divino de paz. Para os que sepultavam o corpo de D. Walkiria, um aviso dos céus de que não era a tristeza do luto, mas a alegria do arco-íris, que devia marcar aquela despedida.

Hoje nos reunimos, a partir das 19 horas, na Paróquia de São Sebastião (PM), para rezar pela sua alma, na Celebração da Esperança. E seguiremos fiéis ao seu lema: “Esta fé é que nos traz de pé”

 

Piauí é o Estado com mais tropas federais nas eleições

O Piauí é o Estado brasileiro que mais solicitou auxílio de forças federais para garantir a segurança do pleito do próximo domingo. O Tribunal Superior Eleitoral já autorizou a presença do Exército em 122 municípios.

Isso representa pouco mais da metade do total de municípios do Estado, que é de 224. O número inicialmente fixado era de 112. Mais 14 municípios piauienses aguardam ainda a aprovação dos pedidos para o envio de tropas federais.

Caso sejam aprovados, o total de cidades com presença de militares do Exército no Piauí, dia 7 de outubro, vai passar de 126.

O número vai quase dobrar em relação às eleições de 2014, quando foram solicitadas tropas federais para 65 municípios.

Nas eleições municipais de 2016, foi pedido o reforço do Exército para 59 cidades piauienses.

Falta PM

Os pedidos foram formulados pelos juízes das respectivas Zonas Eleitorais do Estado, com a finalidade de garantir a normalidade da eleição, o livre exercício do voto e o bom andamento da apuração dos resultados.

O envio de tropas federais, para garantir a segurança das eleições, se justifica em casos em que a campanha apresente clima de tensão, intranquilidade e acirramento dos ânimos.

Não se tem notícia até agora de fatos que justifiquem a presença de forças federais nas eleições do Piauí nessa magnitude.

Só existe uma justificativa plausível para a requisição de tantas tropas do Exército no Piauí. É o baixo efetivo da Polícia Militar, que, de tão reduzido, não tem condição de garantir a segurança do pleito em todos os municípios. Um efetivo de pouco mais de 5.000 policiais para mais de 3.600 locais de votação.

Um municipalista que faz a diferença

Fotos; Divulgação/Agência Câmara

Deputado Júlio César na tribuna da Câmara

 

Um governista de quatro costados; um nepotista de primeira; um clientelista na mais perfeita tradução dos costumes políticos piauienses. Ainda assim, ou seja, ainda que carregue o traço comum e marcante da atual geração de líderes políticos do Piauí, ele faz a diferença como parlamentar, por se mostrar atento aos interesses dos municípios. Refiro-me ao deputado federal Júlio César, presidente regional do PSD. Ele vem de uma longa militância política.

Em 1970, chegou de Guadalupe, a sua terra natal, e ingressou na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Piauí, de onde saiu bacharel.

Trajetória

Nomeado secretário de Administração da Prefeitura de Teresina, em 1974, durante a gestão do prefeito Joel Ribeiro, exerceu o cargo até o ano seguinte.

Em 1975, exerceu a chefia de gabinete da Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Piauí, no governo de Dirceu Arcoverde (1975-1978), e a superintendência da Polícia Civil. Foi prefeito de Guadalupe entre 1977 e 1983.

Após a desincompatibilização do governador Hugo Napoleão para concorrer ao Senado, em 1982, e sua substituição pelo vice José Raimundo Bona Medeiros, em maio de 1986, ocupou a Secretaria de Agricultura.

Vitorioso nas eleições de novembro de 1988, na legenda do PFL, retornou à Prefeitura de Guadalupe no início de 1989, e foi eleito presidente da Associação Piauiense de Prefeitos Municipais (APPM).

Renunciou à prefeitura em 15 de março de 1991, para assumir a Secretaria de Agricultura do Piauí, no Governo Freitas Neto (1991-1994), de cuja campanha fora coordenador geral.

Em 1994, venceu a disputa pelo seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados.

Em 1998, concorreu a uma cadeira no Senado, na legenda do PFL, sendo derrotado pelo deputado federal Alberto Silva, do PMDB. Deixou a Câmara dos Deputados ao término da legislatura, em janeiro de 1999.

Nesse mesmo ano foi nomeado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso diretor de administração e finanças da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Em 2002, foi novamente eleito deputado federal, sendo reeleito nos pleitos seguintes.

Frente Municipalista

Integrou, como titular, a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, ocupando sua presidência entre 2011 e 2013, além da Comissão de Comissão de Finanças e Tributação.

Atuou também como presidente da Frente Parlamentar Municipalista. Tem uma predileção por temas técnicos, especialmente os da área de finanças, de pouca repercussão popular, mas de grande relevância social.

Tem o domínio completo dos números nesse campo. Por isso, já foi chamado de “Google do Congresso” pelo seu colega Marcelo Castro (MDB).  Publicou livros sobre o assunto.

Foi coordenador da bancada federal do Piauí. É coordenador da bancada do Nordeste.

Pré-sal

Júlio Cesar foi a primeira voz a se levantar no Congresso Nacional em defesa da nova divisão dos royalties do petróleo, alegando que a riqueza e o petróleo produzidos no mar não pertencem a um município ou a um estado, mas à da União. Portanto, são de todos.

“O Rio de Janeiro é altamente privilegiado. Os outros Estados também precisam gerar mais emprego e renda para sua população”, justificou Júlio César, informando que o Rio fica com 82% dos royalties do país e somente 10% são distribuídos com os outros estados.

“Temos que partilhar e reduzir as desigualdades”, argumentou o deputado, em uma campanha nacional abraçada por outros parlamentares e finalmente vitoriosa.

A medida ainda não surtiu os efeitos esperados porque, desde março de 2013, vigora uma liminar que suspende a redistribuição dos royalties.

De lá e até o final do ano passado, R$ 38 bilhões deixaram de ser redistribuídos, segundo cálculos do deputado. Só o Piauí deixou de receber R$ 1,3 bilhão.

A liminar, concedida pela ministra Carmem Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, impediu que entrasse em vigor Lei aprovada pelo Congresso estabelecendo novas regras sobre os royalties.

Pela legislação anterior, os royalties ficavam com os chamados “municípios e estados produtores”.

Dinheiro extra

Através de seu trabalho competente e incansável, Júlio César já descobriu e arrancou muitos volumes de recursos da arrecadação do governo para os estados e municípios.

Ele anunciou, por exemplo, a liberação de R$ 2 bilhões para os governadores e prefeitos a título de classificação extraordinária de outubro de 2017 a abril de 2018.

Ou seja, é mais um recurso extra que resultado do trabalho do parlamentar junto à Receita Federal, onde ele acompanha com lupa a arrecadação e tem cobrado sistematicamente os repasses devidos para estados e municípios.

“Nós fazemos constantemente esse acompanhamento na Receita Federal e no Tesouro Nacional em defesa dos municípios. Já fiscalizamos e conseguimos que fossem feitos 42 repasses extras para os municípios, o que totalizou, até agora, R$ 14 bilhões”, explicou o parlamentar.

1% do FPM

O deputado Júlio César apresentou na Câmara Federal a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) assegurando mais de 1% do Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os municípios no mês de setembro.

Isso significa mais R$ 4 bilhões nos cofres das prefeituras. Para o Piauí, mais R$ 105 milhões para as Prefeituras.

A PEC 29/2017, do Senado, determina que seja aumentada a receita do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em 1% no mês de setembro.

Já existem os acréscimos de 1% no mês de dezembro, e 1% no mês de julho, propostas de autoria do deputado Júlio César, que já estão em vigor.

Júlio César com o presidene Temer, acompanhado de líderes dos produtores rurais

Refis Rural

Por último, como coordenador da bancada do Nordeste no Congresso Nacional, o deputado federal Júlio César conseguiu junto ao presidente Michel Temer um acordo entre o Planalto e o Congresso para derrubar os vetos da lei 13.606, que trata da renegociação das dívidas dos produtores rurais.

Com isso, os agricultores com débitos de até R$ 200 mil poderão renegociar suas dívidas com os bancos.

O chamado Refis Rural concede perdão de 100% nas multas e juros de dívidas de produtores rurais. O parcelamento dessas dívidas pode chegar a 176 meses.

Energia dos ventos

O Piauí é hoje o quarto maior produtor de energia eólica do país, tira pouco proveito disso. Poucos recursos dessa produção ficam no Estado. O ICMS cobrado pela venda interestadual de energia vai para o estado comprador.

O deputado Júlio César está numa luta agora para mudar essa realidade. A PEC 61/15, de sua autoria, pretende alterar isso, para garantir que o Estado produtor da energia, por fonte eólica ou solar, possa ter o total do ICMS na comercialização.

É uma voz, portanto, que faz muita diferença no Congresso Nacional.

Wilson dá 'tratorada' em Marcelo Castro

Que Ciro Gomes que nada! Quem gosta de candidato pavio curto no Piauí tem agora uma nova opção: é o ex-governador Wilson Martins, que concorre ao Senado pelo PSB, no palanque do tucano Luciano Nunes.

Depois de ser atacado, em debate na TV, na quarta-feira à noite, pelo deputado federal Marcelo Castro (MDB), que corre atrás da segunda vaga de senador, no palanque do governo, Wilson partiu para cima do adversário com a força de um trator.

Tudo começou quando o deputado citou a construção do hospital que pertence à família do ex-governador, acusando-o de se aproveitar da condição de estar no poder para beneficiar a família. O candidato do PSB pediu direito de resposta e partiu com tudo para cima do adversário. 

Puxa-saco

Ele afirmou que Marcelo agiu de forma desesperada por estar “perdendo nas pesquisas”. E não ficou por aí: “Foi o maior puxa-saco que teve no meu governo, que batia palma, que me elogiava. O mesmo que chegou lá me pedindo uma vaga para um filho ser secretário”.

O ex-governador citou ainda problemas na gestão do emedebista quando foi secretário de Desenvolvimento Rural.

Ao se defender, Marcelo acusou o ex-governador de proferir inverdades. “Nada disso aconteceu, nunca lhe pedi favor de coisa nenhuma”, garantiu. Em seguida, justificou os problemas quando foi secretário por erro do Estado, numa “prestação de contas mal feita”.

E atacou: “O que aconteceu na sua gestão, você transformou o público em privado. Você ajeitou a vida da sua família”.

E lembrar que Marcelo Castro foi o candidato escolhido a dedo pelo então governador Wilson Martins para ser o seu sucessor, nas eleições de 2014!

 

 

Foto: Divulgação

Elmano em carreata na zona Norte de Teresina

Carreata do Veín

O candidato do Podemos ao Governo do Piauí, senador Elmano Férrer, fez uma minicarreta nos bairros Risoleta Neves, Vila Cristalina e Vila Mocambinho, zona Norte de Teresina.

Quando era prefeito, Elmano deu início às obras de drenagem galeria na Avenida Freitas Neto, no conjunto Mocambinho.

PF cerca o PP 

O senador Ciro Nogueira (PP) acordou ontem com a Polícia Federal novamente em seu calcanhar.

Por determinação do ministro Edson Fachin, relator da Java Jato no  Supremo, a PF fez diligências em dois endereços do senador em Teresina.

Ciro já teve seu gabinete e sua casa em Brasília vasculhados pela PF.

O alvo era outro

O senador negou em nota à imprensa que seja alvo da operação da Polícia Federal e afirmou que o partido está ajudando na investigação. 

A PF cumpriu mandados de busca e apreensão na sede do Progressistas, no bairro São João, e em residência de um funcionário do partido.

Operação eleitoreira 

O governador Wellington Dias saiu em defesa do senador, que concorre à reeleição em seu palanque.

Para Wellington, esse tipo de operação, a 10 dias das eleições, tem o claro objetivo de prejudicar qualquer candidato que seja alvo dela.

Cala a boca, general!

O candidato a vice-presidente na chapa do deputado Jair Bolsonaro, general Hamilton Mourão, deu novamente com a língua nos dentes.

Em entrevista, ele simplesmente defendeu o fim do 13º e do adicional de férias.

Foi outra facada no candidato do PSL, que ainda está no hospital e se viu obrigado a usar as redes sociais para refutar a proposta de seu vice.

Bolsa Voto

A presidenciável Marina lançou ontem o Programa Renda Jovem em Teresina, a novidade de sua campanha eleitoral.

Ela espera, naturalmente, que o Renda Jovem renda voto.

Foto: Divulgação

Eleição no Sesc - O presidente da Fecomércio do Piauí, Valdeci Cavalcante, é o novo 1o. vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio, do Sesc e Senac nacionais. Duas chapas concorreram às eleições. O placar foi de 24 votos para chapa vencedora, contra 4 votos para a concorrente. O mandato é para o período 2019-2022. É a primeira vez que o Piauí consegue uma posição de maior destaque dentro do Sistema Confederativo nacional.

 

 

* O ex-prefeito Silvio Mendes, demissionário da Fundação Municipal de Saúde, esticou a corda com o prefeito Firmino Filho.

* Ele gravou vídeo pedindo voto para o deputado Marden Menezes, que, apesar de tucano, sempre andou se bicando com Firmino.

* O presidente do PT, deputado federal Assis Carvalho, foi curto e grosso: os infiéis do partido não passarão. Ou se desfiliam ou serão expulsos.

* Esquentado, o deputado Assis Carvalho não de por panos mornos nesse tipo de assunto, não.

 

A faixa

Do humorista Fraga:

- Se a faixa presidencial estiver assistindo ao debate, deve estar um trapo, de tão apreensiva.

 

Brasil faz a eleição mais radicalizada de sua história

Imagem: Reprodução

O Brasil repete o espírito da Roma antiga 

 

O Brasil caminha para a eleição presidencial mais radicalizada da história recente. Até então, o troféu era do pleito de 2014, disputado pela presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB).

O país saiu literalmente rachado daquela campanha. Dilma foi reeleita com 51,64% dos votos válidos, enquanto o candidato da oposição recebeu 48,36% da votação. A presidente venceu em 15 estados e o senador, em 11, mais Distrito Federal.

O Brasil caminhou dividido depois da eleição. Uma crise atrás da outra, até na que resultou na queda da presidente através do impeachment.

Desde então, os ânimos se acirraram ainda mais. Os brasileiros voltam às urnas, este ano, em clima de pé de guerra.

As pesquisas de intenção de voto indicam que a disputa tende a se afunilar entre dois candidatos, um que representa as forças da extrema esquerda e outro as da extrema direita.

Eleitor quer sangue

Os candidatos do centro não conseguiram se viabilizar. Eles viraram pó em meio ao acirrado debate entre os candidatos do PT e do PSL, indicando que o eleitor quer é sangue.

São 13 milhões de desempregados, a crise econômica está mais viva do que nunca e não existe perspectiva de retomada do crescimento a curto prazo.

A violência está fora de controle, o país parou em termos de investimentos públicos. A corrupção ainda não foi debelada. Os trabalhos da Lava Jato seguem a pleno vapor. A defesa é um desafio.

Mesmo assim, o que atrai o eleitor é a pregação radical dos candidatos de esquerda e de direita, impregnada de ódio e vazia de soluções para o país.

Na Roma antiga, era assim: o sangue dos gladiadores levava as multidões ao delírio, mas isso não resolvia os graves problemas dos que assistiam às lutas sanguinárias.

Este é o mesmo caminho que o Brasil trilha no momento, esquecido da velha e sábia lição bíblica: "Quem planta vento, colhe tempestade".

Piauí dá a maior votação do país a Haddad

 

O Piauí é o Estado que, proporcionalmente, dá a maior votação ao candidato do PT a presidente da República, Fernando Haddad. Pelo menos é o que mostra a nova pesquisa do Ibope sobre a intenção de voto para presidente, divulgada na segunda-feira.

Nela, o candidato do PT aparece com 22% das citações em todo o país, contra 28% do primeiro colocado, deputado federal Jair Bolsonaro (PSL). Ciro Gomes (PDT) recebeu 11% das citações, Geraldo Alckmin (PSDB), 8% e Marina (Rede), 5%.

O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 21 de setembro, em 22 estados e no Distrito Federal.

No Nordeste

No Nordeste, Haddad lidera com 34% das citações, contra 18% de Ciro, 17% de Bolsonaro, 5% de Marina e 4% de Geraldo Alckmin.

No Piauí, o candidato do PT sobe para 38%, a sua maior aceitação em todo o país. Ciro recebe 15% das citações dos piauienses, Bolsonaro, 14; Alckmin, 7 e Marina, 6%.

O candidato do PT tem o seu segundo melhor desempenho no Maranhão, com 36% das citações, contra 18% de Bolsonaro, 13% de Ciro Gomes, 6% de Marina e 5% de Alckmin.

Nas eleições presidenciais de 2014, a maior votação da candidata do PT, a presidente Dilma Rousseff, no segundo turno, foi no Maranhão, com 78,76% dos votos apurados.

O Piauí ficou em segundo lugar, com 78,30% dos votos dados à petista.

Foto: Divulgação

Marcelo Castro, Wellington Dias e Fernando Haddad em campanha

A corrida nos Estados

Segundo o Ibope, Bolsonaro lidera em 13 estados e no DF (Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo);

Haddad lidera em sete estados do Nordeste (há empate técnico entre Haddad e Bolsonaro em Alagoas; no Ceará, onde Ciro Gomes liderava em agosto, a nova pesquisa ainda não foi divulgada);

Bolsonaro e Haddad empatam tecnicamente em Tocantins;

No mesmo período, os candidatos Ciro Gomes e Geraldo Alckmin tiveram oscilações dentro da margem de erro;

Marina Silva teve queda acima da margem de erro em 15 estados pesquisados.

(Com informações do g1.com)

 

Debandada geral

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Aliados abandonam o tucano Geraldo Alckmin

 

Partidos que integram a coligação encabeçada pelo tucano Geraldo Alckmin discutem nos bastidores que posição tomar em um eventual segundo turno sem a presença dele.

Integrantes do chamado Centrão – bloco formado por DEM, PP, PRB, PR e Solidariedade – e do PTB veem como quase certo o fracasso de Alckmin no primeiro turno.

O presidenciável, que ocupa quase metade do tempo do horário eleitoral, ainda patina abaixo dos 10% das intenções de voto, segundo as últimas pesquisas.

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a maior parte dos parlamentares e políticos de partidos aliados a Alckmin tem se empenhado pouco pelo tucano. Além disso, quem tenta a reeleição já recebeu repasses de dinheiro do Fundo Eleitoral e se sente “liberado” para cuidar da própria campanha.

O PTB, do ex-deputado cassado Roberto Jefferson (RJ), tende a apoiar Bolsonaro em um eventual segundo turno. Candidato à reeleição, o senador Cristovam Buarque (PPS-DF) diz abertamente que a decisão de apoiar Alckmin foi equivocada.

“Agora, vamos ter de optar entre a catástrofe e o desastre, entre o furacão Florence e o tufão Mangkhut”, raciocina o senador.

Tucanos sem rumo

O próprio PSDB vê dificuldade para se posicionar. O partido tem utilizado boa parte do seu espaço no horário eleitoral para atacar Bolsonaro, mas é adversário histórico do PT. Os tucanos tendem a se sentir mais confortáveis adotando uma posição de neutralidade.

Embora tenha indicado a vice de Alckmin, a senadora Ana Amélia (RS), o PP está dividido já no primeiro turno. O presidente do partido, senador Ciro Nogueira (PP-PI), faz campanha aberta para o petista Fernando Haddad de olho na popularidade do PT no Piauí. Ele é candidato à reeleição. Uma ala da legenda, porém, já prega voto em Jair Bolsonaro (PP-RS). (Com informações do congressoemfoco.uol.com.br)

 

 

Foto: Brito/Cidadeverde.com

 

Elmano em campanha na Ceasa

 

Varrendo o chão

O candidato a governador pelo Podemos, senador Elmano Férrer, amanheceu ontem na Ceapi, varrendo o chão.

Simbolicamente, estava varrendo a corrupção, como fazia Jânio Quadros, em 1960, em sua vitoriosa campanha presidencial.

Deu no Ibope

Saiu ontem uma nova pesquisa do Ibope sobre a corrida presidencial, com  Bolsonaro em 28%; Haddad, em 22%; Ciro, em11%; Alckmin, 8%; e Marina, derretendo em5%. Amoedo chegou a 3% e Alvaro Dias e Meirelles estão empatados em 2%.

A prova dos 9 sai na sexta-feira, na pesquisa do Datafolha.

Segundo turno

A pesquisa mostra que Bolsonaro parou de crescer. Enquanto isso, a rejeição dele aumentou de 42% para 46%.

Por esses números, o cenário de segundo turno começa a se consolidar. Para subir, os dois precisarão obter votos dos demais.

Mesmo assim, Ciro Gomes continua no páreo. A rejeição dele cai.

As simulações de segundo turno mostram que Bolsonaro perderia para Haddad, mas é Ciro que o venceria com mais folga.

Muita emoção ainda até o final da campanha.

Título

Acaba na quinta-feira (27), dez dias antes do primeiro turno do pleito, o prazo para o eleitor solicitar a segunda via do título no cartório eleitoral da zona onde está cadastrado.

Para a emissão da segunda via do título, o eleitor deve estar quite com a Justiça Eleitoral, ou seja, não poderá ter débitos pendentes, como multas por ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais, como o de mesário.

Foto: Divulgação

Lançamento - Um sucesso os lançamentos dos livros “Nirez – o homem de cera” e “Causos gonzaguianos ilustrados”, do professor e pesquisador cultural Wilson Seraine. A sessão de autógrafos contou com a presença de Nirez, um ícone da cultura cearense, que, aos 84 anos, esbanjou saúde e bom humor. O próximo lançamento será em Fortaleza.

 

 

* Depois do prefeito Firmino Filho, é o tucano Silvio Mendes que aparece na propaganda eleitoral elogiando o deputado Marcelo Castro, candidato do governo ao Senado.

* Os tucanos engajados na campanha do deputado Luciano Nunes a governador viraram umas araras.

* Ninguém entende a matemática dos postos de combustíveis. Quando o dólar cai, os preços na bomba não descem.

* Já quando o dólar sobe, é certo que os preços dos combustíveis aumentam.

 

 

Mapa da mina

Do candidato Ciro Gomes (PDT), domingo, em sua passagem por Teresina, em campanha eleitoral:

- Dos candidatos a presidente, quem conhece o Piauí sou eu. Até que o Haddad venha saber que o Karnak fica em Teresina e não no Egito já terão se passado quatro anos.

 

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