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Ambulantes reclamam de vendas na Marechal Castelo Branco

Todos os anos, muita gente aproveita o Corso do Zé Pereira para lucrar. Ambulantes oferecem de tudo para os foliões, desde bebidas, alimentos a adereços. No entanto, com a diminuição da quantidade de brincantes e dos caminhões, pelo menos na Avenida Marechal Castelo Branco, os vendedores não estão satisfeitos.

Eliane Lopes vende cerveja, água mineral e refrigerante em todos os anos em diversas festas da cidade. O lucro é quase sempre garantido. Mas neste ano, o comércio não está agradando e o faturamento está sendo menor. “Eu sempre estou no Corso porque eu trabalho com a venda, mas nunca tinha visto um corso assim tão fraco, não estou vendendo quase nada”, diz, já preparando o seu carrinho para seguir para a Raul Lopes, mesmo não sendo permitido.

Um vendedor adereços como tiaras, chapéu de pirata, copos descartáveis, disse que este ano as vendas diminuíram. Nos anos anteriores, o lucro chegava a R$ 2 mil por um dia, mas este ano mal chegou a R$ 200 devido a pouca quantidade de foliões.

Flash de Lyza Freitas [do local] 
Diego Iglesias da Redação
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