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Após dois meses de alta, setor de Serviços do PI apresenta retração

Foto: Pixabay / reprodução gratuita

Após dois meses de altas consecutivas, o setor de Serviços do Piauí voltou a registrar queda. Entre abril e maio deste ano, a variação foi de - 2,3%. A receita nominal de um mês para o outro também caiu (-2,5%). 

Comparando o mês de maio deste ano com maio do ano passado, também houve queda (-6,2%), inclusive na receita (-6,4%).

Com esses últimos resultados, o setor de Serviços acumula retração de 5% em 2019 e de 3% nos últimos 12 meses. A receita caiu 4,1% e 1%, respectivamente, no período.

As informações foram divulgadas na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Resultado nacional

No Brasil, o volume de serviços ficou estável (0,0%) em maio de 2019, na comparação com o mês anterior, após ter avançado 0,5% em abril, quando interrompeu três taxas negativas seguidas (perda acumulada de 1,6%). 

Em relação a maio de 2018, o volume de serviços avançou 4,8%, taxa mais elevada desde fevereiro de 2014 (7,0%).

O acumulado do ano cresceu 1,4%, com ganho de dinamismo frente aos acumulados até março (1,1%) e abril (0,6%). Já o acumulado nos últimos doze meses, ao passar de 0,4% em abril para 1,1% em maio de 2019, registrou o resultado mais intenso desde janeiro de 2015 (1,8%).

Entre os locais que apontaram resultados negativos, destaque para Mato Grosso (-4,9%) e Bahia (-1,9%), com ambos eliminando integralmente o avanço registrado em abril (2,1% e 0,5%, respectivamente). Em contrapartida, os principais resultados positivos em termos regionais vieram de São Paulo (1,3%), do Rio de Janeiro (0,9%) e de Santa Catarina (2,3%), com o primeiro acumulando ganho de 1,6% no período abril-maio; e os dois últimos alcançando a terceira taxa positiva seguida.

Setores

Em termos setoriais, quatro das cinco atividades cresceram em maio frente a abril, com destaque para o ramo de serviços de informação e comunicação (1,7%), que assinala a segunda taxa positiva seguida, com ganho acumulado de 2,6%.

Os demais avanços foram em outros serviços (2,6%), serviços profissionais, administrativos e complementares (0,7%) e serviços prestados às famílias (0,5%). Em contrapartida, os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, ao repetirem o resultado de abril (-0,6%), mostraram a única taxa negativa.

 

Senador do Piauí apresenta projeto para combater fraude em cartões

Foto: Ascom do senador

O senador Elmano Férrer (PODEMOS-PI) apresentou projeto de Lei para combater a falsificação de cartões de crédito ou de débito. O PL 3967/2019 criminaliza os atos preparatórios da clonagem de cartões, como a fabricação, posse e fornecimento de aparelho ou dispositivo de captação de dados ou senhas que vise a falsificação de cartão de crédito ou débitos.

Hoje, se a falsificação se efetiva, incide o parágrafo único do art. 298 do Código Penal. Todavia, se o agente ainda está buscando os dados para a falsificação, utilizando, por exemplo, os tais “chupa-cabras”, a polícia nada pode fazer. Para o senador, é importante um tipo penal específico para os infratores que coletam dados para a clonagem de cartões de crédito.

“Entre março de 2018 e março de 2019, 8,9 milhões de brasileiros foram vítimas de fraude. Mais de 41% desse total, o que corresponde a 3,65 milhões de pessoas, tiveram seus cartões de crédito clonados, de acordo com pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC)”, afirmou o autor do projeto.

A expansão do comércio on-line, a ampliação do uso de aplicativos, a disseminação de links maliciosos por e-mail e redes sociais e a proliferação de “maquininhas” ligadas a redes Wi-Fi são algumas das explicações para que a clonagem de cartão de crédito seja hoje a fraude mais comum no país.

 

Mais de 3 mil professores municipais recebem o 13º nesta terça-feira

Foto: Arquivo / Agência Brasil

Os professores da rede municipal de ensino de Teresina, que entrarão em férias coletivas de 17 a 31 de julho, recebem nesta terça-feira (16) o pagamento da primeira parcela do 13º salário de 2019 acrescido do abono de um sexto de férias.

Segundo o secretário municipal de Administração e Recursos Humanos, Nonato Moura, tradicionalmente, a Prefeitura de Teresina paga a primeira parcela do 13º salário dos servidores quando eles usufruem das férias entre os meses de fevereiro e dezembro. “Como os professores têm um plano de cargos e salários diferenciado dos demais servidores da Prefeitura de Teresina, principalmente por conta da natureza especial do seu ofício, eles gozam 30 dias de férias em janeiro, quando recebem o abono de um terço das férias, e 15 dias no mês de julho, quando recebem um sexto do benefício”, explica o gestor.

A segunda parcela do 13º salário dos professores será paga no dia 20 de dezembro, juntamente com o pagamento dos demais servidores municipais, conforme consta na tabela de pagamento 2019.  

Estão sendo beneficiados com o pagamento desta terça-feira 3.387 professores, entre efetivos e temporários. Ao todo, devem ser injetados na economia da cidade cerca de R$ 10,3 milhões.

CRA discute junto ao TCE-PI ações para gerar emprego

Foto: Ascom / CRA

O presidente Conselho Regional de Administração no Piauí (CRA-PI), Roberthy Barbosa, esteve reunido nesta semana com o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI), Abelardo Pio Vilanova, para discutir a abertura de mais postos de trabalho para a categoria, principalmente através da fiscalização de editais.

 “O objetivo principal da nossa reunião é abrir mercado para nossa categoria. Conscientizar Prefeituras e órgãos para que as licitações especifiquem nos editais a contratação dos profissionais de administração e das empresas registradas que atuam com as atribuições de administrador, e assim consequentemente gerar mais empregabilidade”, explicou Roberthy Barbosa.

Fórum de Gestão Pública

O CRA organiza para o final do mês de agosto o Fórum de Gestão Pública, ocasião em que será lançada uma ferramenta para ajudar municípios na otimização de gastos. “Ele mostra em qual setor pode-se economizar mais, em que local poderá ter ações mais efetivas para que a prefeitura tenha um controle maior sobre seus gastos. Essa ferramenta foi desenvolvida a custo zero pelo Conselho Federal de Administração (CFA) e CRA”, finalizou o presidente.

Proposta prevê multa de trânsito proporcional à renda do infrator

Foto: Wilson Dias / Agência Brasil


Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que prevê a aplicação de multas de trânsito com valor proporcional a faixas de renda do infrator. O PL 2994/19 é do deputado Professor Israel Batista (PV-DF). O texto insere artigo no Código de Trânsito Brasileiro (CTB – Lei 9.503/97) e determina que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) defina as faixas de renda. O valor das multas de trânsito varia atualmente de R$ 88,38 (leve) a R$ 293,47 (gravíssima). Conforme a proposta, haverá adicional de:

- 14 vezes o valor da multa para infratores com renda líquida equivalente à faixa de renda A;
- 5 vezes se a faixa de renda for B;
- 3 vezes se a faixa de renda for C;
- 0 para infratores com renda líquida equivalente às demais faixas de renda.

Caberá ao IBGE definir quais serão as faixas de renda A, B e C, além das demais. O texto também prevê que será concedido aos órgãos responsáveis pela aplicação das multas o acesso às informações de declaração de renda para que possam então calcular o montante a ser cobrado. Antes de ir ao Plenário, a proposta será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Caminhão itinerante da Serasa chega a Teresina com serviços gratuitos

Foto: Divulgação / Serasa


O caminhão itinerante da Serasa chegará a Teresina nesta semana e ficará na Praça Dom Pedro II de 16 a 20 de julho. Os atendimentos serão realizados atendimentos entre 8h e 18h. Segundo o levantamento do órgão, Teresina tem 333.770 consumidores inadimplentes. Todos poderão ser beneficiados com a ação.

No caminhão, a população poderá:

- consultar gratuitamente seu CPF; 
- conhecer e entender sua pontuação de crédito com o Serasa Score
- simular e/ou contratar empréstimos 
- renegociar dívidas atrasadas e/ou negativadas com empresas parceiras, saindo com o boleto em mãos.

O projeto também inclui o treinamento de professores da rede pública. A ideia é treinar mais de 1500 professores nas 40 cidades do Brasil. Além disso, vamos atrás dos 1500 professores treinados no ano passado para verificar como estão transformando a educação financeira nas escolas.     

Projeto cria regras para demissão de servidores públicos

Foto: Beto Barata / Agência Senado

O projeto que estabelece regras para a demissão de servidores públicos estáveis foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado na semana passada. O texto original da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) foi modificado em algumas partes, mas permanece a necessidade de avaliação antes do início do processo de demissão.

A senadora defendia que a decisão de demitir deveria partir do chefe imediato do servidor. O texto aprovado na Comissão, entretanto, estabelece que deve haver uma avaliação anual feita por três servidores: o chefe imediato, um servidor estável escolhido pelo RH do órgão e outro servidor da mesma unidade. 

Nessa avaliação serão averiguados critérios como produtividade e qualidade do serviço prestado. Se a nota do servidor for inferior a 3 pontos, o processo de demissão será iniciado, com direito a ampla defesa. 

Segundo a Casa, a demissão de servidores públicos é prevista na Constituição, mas não estava regulamentada. A intenção do projeto, segundo a autora, é valorizar o servidor que trabalha e melhorar o serviço público ofertado à população. 

Os que questionam o projeto alertam para o risco de uso de critérios subjetivos na avaliação e defendem a discussão da proposta nas comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC). Mas a pedido da relatora, senadora Juíza Selma (PSL-MT), o projeto segue diretamente para análise no Plenário, em caráter de urgência. 

 

Relator da LDO mantém salário mínimo sem ganho real em 2020

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O relator do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020, deputado Cacá Leão (PP-BA), disse que o parecer será votado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) na primeira semana de agosto. O relatório, apresentado no dia 7, seria examinado na última quarta-feira (10), mas a reunião foi cancelada em razão da análise da reforma da Previdência pelo Plenário da Câmara.

Reajustes salariais
Cacá Leão promoveu alterações em relação ao projeto original enviado pelo Executivo. O parecer prevê a possibilidade de reajustes salariais para o pessoal civil da União, mas a iniciativa caberá ao governo. O Executivo havia previsto apenas a correção das remunerações nas Forças Armadas, medida que integra o projeto de mudanças no sistema de pensões dos militares (PL 1.645/2019). "Se houvesse a proibição de reajuste para todos, eu manteria, mas com a previsão para os militares, coloquei os civis dentro desse pacote", disse o relator, ressaltando que se trata apenas de autorização, que dependerá também dos rumos da economia.

Salário mínimo
Em relação ao salário mínimo, Cacá Leão manteve a proposta original do Executivo, de reajuste para R$ 1.040 no próximo ano, sem ganho real (acima da inflação). Em relação ao valor atual (R$ 998), o aumento nominal será de 4,2%, variação prevista para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Para os dois anos seguintes, a proposta sugere apenas a variação do INPC.

Segundo o relator, esse é um dos temas que causarão polêmica na apreciação do parecer, já que foram apresentadas muitas emendas com regras para reajustes do salário mínimo. Até este ano, a legislação previa reposição da inflação oficial no ano anterior, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais variação do produto interno bruto (PIB) registrada dois anos antes, o que poderia gerar ganho real.

O governo Bolsonaro tem até o final deste ano para decidir se propõe uma nova fórmula.

ExpoCorrente começa nesta terça e deve movimentar R$ 5 milhões

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A maior feira agropecuária da região do Matopida começa nesta terça-feira (16), no Sul do Piauí. A 44ª ExpoCorrente é um evento realizado pela Associação Piauiense dos Criadores de Zebu- APCZ, com apoio do Governo do Estado. A programação  segue até o dia 21 de julho, no Parque de Exposições Alberto Tavares Silva, com exposição de animais, leilões, cursos técnicos voltados para veterinários e zootecnistas e shows musicais.  

De acordo com o presidente da APCZ, André Nogueira, a ExpoCorrente vai atrair criadores do Maranhão, Tocantins, Piauí e Paraíba e deve movimentar R$ 5 milhões em negócios. “A região Sul é a maior produtora de rebanho do Piauí e tem o melhor trabalho de melhoramento genético. Essa feira vai mostrar o potencial do Piauí na bovinocultura”, diz André Nogueira. 

O Banco do Nordeste estará presente no dia 19 de julho (sexta-feira) com oferta de créditos, feira de produtos e palestras sobre empreendedorismo. A ExpoCorrente promoverá ainda dois leilões de raças nobres, um no dia 19, às 19h30, no qual serão arrematados animais das raças Gir, Girolando, Ovinos e Caprinos, e outro no dia 20 (sábado), com a comercialização da raça Nelore. 

Para os aventureiros, no dia 21 de julho (domingo) acontece a prova da Expotrilha, com R$ 7 mil de premiação. As inscrições estão abertas.

41% dos adultos brasileiros estão devendo; média é R$ 3 mil

Foto: Pixabay / reprodução gratuita

Após atingir crescimento recorde no auge da recessão econômica, a inadimplência do consumidor dá sinais de desaceleração. O volume de atrasos no primeiro semestre de 2019 cresceu 0,9% na comparação com o final do ano passado. Trata-se da segunda menor variação nos atrasos desde 2012, quando a inadimplência havia crescido 5,8% no primeiro semestre daquele ano. 

Considerando apenas o mês de junho, o volume de consumidores com contas sem pagar e registrados em listas de inadimplentes também apresentou um crescimento mais modesto: alta de 1,7% frente a junho de 2018. É o menor avanço na base anual de comparação desde dezembro de 2017 (1,3%).

O estoque de pessoas com contas em atraso e que enfrentam dificuldades para voltar ao mercado de crédito, no entanto, ainda é muito elevado. Até abril deste ano eram 62,6 milhões de pessoas nessa situação, o que representa quase 41% da população adulta. As informações são de uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (15), pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Na análise de especialistas, o ano de 2019 vem frustrando as expectativas de que haveria uma consolidação no processo de retomada econômica com reflexo positivo no dia a dia dos consumidores. Embora os juros estejam menores e a inflação dentro da meta, o desemprego ainda é elevado e acaba reduzindo tanto a capacidade de pagamento das famílias, quanto o apetite para compras. A expectativa é de que a inadimplência comece a apresentar recuos a partir de 2020.

Faixa etária

Do total de consumidores que têm contas em atraso no país, um quarto (25%) está na casa dos 30 anos, fase da vida em que as pessoas tendem a assumir mais compromissos financeiros, como casamento, filhos e despesas domésticas. Os idosos acima dos 65 anos formam 10% do universo total de inadimplentes, ao passo que jovens de até 24 anos somam 4% dos que estão nessa situação.

Dívida média

O indicador ainda revela que o valor médio da dívida do brasileiro se manteve praticamente estável na passagem de maio para junho. Somando todas as pendências, cada consumidor inadimplente deve, em média, R$ 3.252,70 – cifra -0,4% inferior ao constatado no mês anterior (R$ 3.239,48). O valor representa quase três vezes e meia o salário mínimo no país (R$ 998,00). Em média, cada devedor tem duas contas em aberto.

Onde se deve

Mais da metade das dívidas pendentes (53%) de pessoas físicas no país têm como credor algum banco ou instituição financeira. A segunda maior representatividade fica por conta do comércio, que concentra 17% do total de dívidas não pagas, seguido pelo setor de comunicação (11%). Os débitos com as empresas concessionárias de serviços básicos como água e luz representam 10% das dívidas não pagas no Brasil.

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