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Mercado sobe previsão do PIB para 2019, mas mantém a desse ano em 1,30%

Foto: Arquivo / Agência Brasil

O Boletim Focus desta segunda-feira mostrou que o mercado financeiro está um pouco mais otimista quanto ao PIB do próximo ano. Já para 2018, a estimativa da semana passada foi mantida. 

PIB 
- 2018: estimativa mantida em 1,30%. 
- 2019: estimativa cresceu de 2,53% para 2,55%.
- 2020: economia deve crescer 2,50%
- 2021: economia deve crescer 2,50%

INFLAÇÃO (IPCA)
- 2018: estimativa mantida em 3,71% (portanto, ainda dentro da margem de tolerância da meta, que é entre 3% e 6%).
- 2019: estimativa mantida em 4,07%.

(Lembrando que o sistema de metas para a inflação em 2019 é entre 2,75% e 5,75%, com centro em 4,25%).

JUROS
- 2018: A última reunião do Copom já ocorreu e manteve a Selic em 6,5% ao ano, menor patamar da história.
- 2019: estimativa mantida em 7,50%. 

DÓLAR
- 2018: estimativa subiu de R$ 3,78 para R$ 3,83.
- 2019: estimativa ficou estável em R$ 3,80.

BALANÇA COMERCIAL
- 2018: estimativa de superávit ficou estável em US$ 58 bilhões.
- 2019: estimativa de superávit caiu de US$ 53,40 bilhões para US$ 52,82 bilhões.

INVESTIMENTOS
- 2018: estimativa avançou de US$ 70 bilhões para US$ 72 bilhões.
- 2019: estimativa avançou de US$ 77,20 bilhões para US$ 80 bilhões.

O Boletim Focus é realizado semanalmente, ouvindo especialistas de mais de 100 instituições financeiras. O resultado é divulgado todas as segundas-feiras pelo Banco Central.

Quase 1/3 dos internautas usam sites que ofertam descontos

Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

Os sites e aplicativos de descontos já fazem parte da rotina de compra dos brasileiros. De acordo com pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 28% dos consumidores que compraram pela internet no último ano têm o hábito de utilizar sites e aplicativos de descontos.

De acordo com o levantamento, entradas para shows, teatro, cinema e casas noturnas (43%) são os itens mais adquiridos. Em seguida, aparecem restaurantes e bares (39%), além dos tratamentos estéticos (26%), delivery (26%) e pacotes de viagens (21%). Em média, o valor das compras realizadas é de R$ 155,14, sendo maior entre os homens (R$ 178,29) e nas classes A e B (R$ 195,64).

De acordo com o estudo, seis em cada dez entrevistados (57%) disseram ter reduzido a quantidade de itens adquiridos nesses sites e aplicativos frente aos anos anteriores, enquanto 20% compraram mais. Embora o levantamento mostre que o volume de aquisições tenha caído, a grande maioria avalia de forma positiva sua experiência de compra: 89% mostram-se satisfeitos com os produtos e serviços adquiridos em sites de ofertas e descontos.

A pesquisa também aponta que muitas vezes os consumidores acabam não aproveitando os descontos adquiridos, o que implica em algum tipo de prejuízo. Apenas 43% dos internautas disseram ter usufruído de todos os cupons promocionais adquiridos — o que aumenta para 50% entre as mulheres. 

Dentre os que não utilizaram todos ou parte dos produtos e serviços comprados por meio de sites ou aplicativos de descontos, as principais justificativas são perda do prazo de utilização ou validade do cupom expirado (35%), regulamento e datas pré-definidas não atendiam as necessidades do consumidor (23%) e problemas de acesso ao local do serviço, que se encontra longe da residência ou trabalho (21%).
 

Estudantes têm 25% mais chances de conseguir estágio no 1° trimestre do ano

Foto: Pixabay / download gratuito

Os universitários têm ao menos 25% mais chances de conquistar uma vaga no 1° trimestre do ano. É o que indica o levantamento feito pelo Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE.

Isso acontece, pois nos três meses iniciais do ano é realizada a reposição de contratos que encerraram devido o tempo de vigência, ou o estudante encerrou o curso de graduação.  Um novo pico de contratação ocorre novamente nos meses de julho e agosto, motivado principalmente por estudantes que iniciaram o curso no meio ano.

Com base no banco de dados da entidade, a pesquisa apontou que a partir do 4° semestre, o que representa a metade da graduação para cursos com duração de quatro anos, as chances de ser contratado são de 18,03% e no 6° bate no teto de 19,52%.

Para Marcelo Gallo, Superintendente Nacional de Operações do CIEE, esse é um movimento natural e esperado das empresas. “Os contratos de estágio duram cerca de dois anos ou até o estudante se formar, portanto, as companhias estão contratando estagiários de olho em futuros projetos e formar profissionais capacitados que ela possa absorver ao final do período”, afirma.

Outro levantamento recente da instituição apontou que entre os meses de dezembro de 2018 e março de 2019 serão abertas ao menos 80 mil vagas.

Receita paga hoje as restituições do último lote do IR 2018

Foto: Arquivo Agência Brasil 

A Receita Federal paga nesta segunda-feira (17) as restituições referentes ao sétimo e último lote do Imposto de Renda de Pessoas Físicas (IRPF) de 2018. Este lote contempla também restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017. As consultas foram liberadas no último dia 10. Quem não estiver neste lote é porque está na malha fina.

O crédito bancário é destinado a 151.248 contribuintes e soma mais de R$ 319 milhões. Desse total, R$ 127.393.752,50 referem-se ao quantitativo de contribuintes que têm prioridade no recebimento: idosos acima de 80 anos, 19.081 contribuintes entre 60 e 79 anos, 3.157 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e 9.297 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá ir pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

 

Teresina tem o 8º maior PIB do Nordeste; setor de serviços é o mais forte

Dos 100 menores PIBs do Brasil, 31 estão no Piauí - inclusive os dois menores do país são de cidades piauienses, que são dos municípios de Miguel Leão, com um PIB de R$ 11,67 milhões, e o de Santo Antônio dos Milagres, com um PIB de R$ 13,34 milhões. Miguel Leão e Santo Antônio dos Milagres têm como destaque na composição de seu PIB o grande peso da administração, defesa, educação, saúde pública e seguridade social, com respectivamente 68,04% e 77,37% de participação no total de seu PIB municipal.

Teresina em 8º lugar do Nordeste

Em 2016 o  maior PIB municipal no Brasil foi o de São Paulo, com R$ 687 bilhões, seguido do Rio de Janeiro, com R$ 329 bilhões, representando, respectivamente, 10,96% e 5,26% do PIB do país. Nesse contexto, o PIB de Teresina, da ordem de R$ 19,14 bilhões, foi o 43º maior do Brasil, representando cerca de 0,31% do PIB do país.

No Nordeste, o município com o maior PIB foi Salvaldor, com R$ 61,10 bilhões, seguido de Fortaleza, com R$ 60,14 bilhões, representando, respectivamente, 6,80% e 6,70% do PIB regional. Por sua vez, Teresina apresentou o 8º maior PIB do Nordeste, com 2,13% do PIB da região, ficando inclusive à frente de outras capitais como João Pessoa e Aracaju.

Composição do PIB de Teresina

- Serviços, principalmente educação e saúde: 61,59%
- Administração, educação, saúde públicas e seguridade social: 20,87%
- Indústria: 17,25% 
- Agropecuária: 0,28%.

Usina de Boa Esperança garante o melhor PIB do Piauí a Guadalupe

Foto: Voa Piauí

O maior PIB per capita do Piauí em 2016 foi o do município de Guadalupe, com R$ 41.553,97, cuja economia é baseada principalmente na geração de energia elétrica, em razão da instalação da Usina de Boa Esperança. 

Em segundo lugar vem o município de Uruçuí, com um PIB percapita de R$ 36.777,46, com destaque para o setor da indústria de transformação da soja e do algodão. 

A capital do estado, Teresina, com um PIB percapita de R$ 22.597,68, ocupa a 3ª colocação.

O menor PIB per capita no Piauí é o do município de Fartura do Piauí, com R$ 5.104,44, tendo como atividade econômica de maior peso em sua economia a administração, educação e saúde públicas, bem como a seguridade social.

Merece ser destacado que com o fenômeno climático da seca em 2016, os municípios da região do cerrado piauiense foram bastante afetados, tendo uma redução expressiva da produção de grãos, o que repercutiu, portanto, na queda do PIB percapita dos mesmos.

Nesse sentido, o município de Baixa Grande do Ribeiro, que em 2015 apresentou o maior PIB percapita do Piauí, com R$ 49.896,72, reduziu-se em 2016 para R$ 21.051,99.

 


Veja também: 

No Piauí, 64% do PIB se concentra em 10 municípios

64% do PIB do Piauí está concentrado em apenas 10 municípios

Cerca de 64% do PIB do Piauí está concentrado em apenas 10 municípios do estado. É o que revelam os dados divulgados nesta sexta-feira (14) pelo IBGE, em parceria com a Fundação Cepro. As informações têm como base o ano de 2016.

O município com o maior PIB do Piauí foi Teresina, com R$ 19,14 bilhões, tendo apresentado um crescimento de 8,58% em relação ao PIB de 2015. Em seguida vieram Parnaíba, com R$ 1,92 bilhão (crescimento de 6,93%), e Picos, com R$ 1,39 bilhão (crescimento de 13,24%).

Os maiores PIBs do Piauí

Dentre os municípios com os dez maiores PIB em 2016, merecem destaque algumas variações ocorridas em relação ao PIB de 2015:

- Os municípios de Uruçuí e Bom Jesus apresentaram queda do PIB de, respectivamente, 24,37% e de 20,36%, motivado principalmente por causa da seca que afetou a produção de grãos em 2016.

- O município de Guadalupe apresentou significativo crescimento do PIB da ordem de 68,74%.

 Municípios com maior queda no PIB em 2016

Pelos resultados observados na pesquisa, percebe-se uma concentração expressiva do PIB em poucos municípios. Assim, os dez municípios com maiores PIB do estado do Piauí em 2016 concentravam juntos 64,64% daquele valor, possuindo cerca de 41,46% da população do estado.

No sentido inverso os restantes 35,36% do PIB do Piauí estão nos demais 214 municípios do estado. Somente Teresina concentrava 46,25% do PIB, seguido de Parnaíba com 4,64%, Picos com 3,38%, Floriano com 2,46%, Uruçuí com 1,87%, Piripiri com 1,55%, Campo Maior com 1,27%, Bom Jesus com 1,24%, Guadalupe com 1,04% e São Raimundo Nonato com 0,94%.

Os municípios com os menores PIBs do Piauí

Analisando-se os números do PIB municipal numa perspectiva de longo prazo, a partir de 2002, percebemos uma tendência de desconcentração do valor do PIB na capital, Teresina, que detinha 49,44% do PIB em 2002 e 46,25% em 2016, uma redução de 3,19 pontos percentuais, apesar de que neste último ano do levantamento tenha recuperado 1,2 ponto percentual.

   Participação relativa do PIB do município em comparação ao total do Estado do Piauí

80% dos negativados atrasam as contas novamente

Foto: Arquivo / Agência Brasil

Quitar uma dívida atrasada, mas poucos meses depois retornar para a lista de inadimplentes. Ou, antes mesmo de sair do cadastro de inadimplentes, ser negativado por outra dívida. Essa é a realidade de muitos brasileiros que, por falta de planejamento ou dificuldades financeiras, voltam a ter o CPF negativado ao não pagarem suas contas. 

Dados apurados pela CNDL e pelo SPC Brasil revelam que, do total de consumidores que foram negativados no último mês de outubro, 80% são reincidentes, ou seja, já haviam aparecido no cadastro de devedores ao longo dos últimos 12 meses. Nesses casos, 25% haviam regularizado a dívida anterior, enquanto 55% ainda estavam com uma dívida pendente.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, antes mesmo de propor ao credor uma negociação de dívidas, é importante que o consumidor estude, avalie e planeje uma proposta de pagamento que seja adequada para sua realidade. “Um dos grandes erros cometidos numa renegociação é aceitar os termos do acordo sem ter plena consciência de que o combinado será cumprido. Se o consumidor atrasar as parcelas acordadas, nada impede que seu nome volte para a lista de inadimplentes, o que pode aprofundar o problema”, alerta do presidente.

Outro dado observado é que, o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida para a outra é de 96 dias, em média. Isso significa que, depois de pouco mais de três meses após sair da inadimplência, o consumidor volta a atrasar o pagamento de uma segunda conta.

Contribuintes devem aderir ao Refis até esta sexta-feira (14)

Foto: Marcos Santos / USP imagens / Fotos Públicas

Os contribuintes que estão em débito com o IPVA, ICMS e ITCMD e taxas do Detran têm até esta sexta-feira (14) para negociar a regularização desses débitos.  As agências de atendimento da Sefaz funcionam até 13h30, mas a agência do Espaço Cidadania, no Shopping Poty, ficará disponível para entrega de senha de atendimento até  às 17h. 

Outra novidade desse Refis 2018 é que os contribuintes inscritos no Domicílio Tributário Eletrônico (DTe) não precisam mais ir a uma Agência de Atendimento da Sefaz para fazer essa negociação.  Dessa forma, o contribuinte poderá simular todas as formas de pagamento e quais serão os descontos. Ao finalizar sua forma de adesão, ele poderá imprimir seu DAR ou consultá-lo depois”, afirma o auditor fiscal, Alan Diniz dos Reis, que é gerente de arrecadação da Sefaz-PI.

O Refis permite ao contribuinte a opção de pagamento integral e com maior desconto de multa e juros ou, parcelamento em até 12 vezes e ainda com desconto de multa e juros de até 95%. Como o prazo de adesão ao Refis 2018 encerra hoje, o pagamento integral ou a primeira parcela deve ser feito até esse prazo, caso contrário a anistia fica cancelada, portanto, é importante não perder esse prazo. 

 

Pagamento integral – 95% sobre multa e juros
Em até 6 vezes – 75% de desconto sobre multa e juros
De 7 a 12 vezes – 55% de desconto

 

Como pagar os débitos

IPVA- A regularização de débitos do IPVA poderá ser feita por todos os contribuintes no site da SEFAZ, por meio do DAR WEB, clicando no link para ANISTIA IPVA. Portanto, qualquer cidadão pode acessar, bastar inserir o Renavam, aderir à anistia e negociar se prefere efetuar o pagamento integral ou em até 12 vezes. Não é necessário ir à agência. É só acessar: https://webas.sefaz.pi.gov.br/darweb/faces/views/index.xhtml

ICMS e ITCMD – poderão ser feitos via e-Ageat (Agência de Atendimento Eletrônica ou Virtual da Sefaz) para os contribuintes que possuem o seu cadastro no DT-e (Domicílio Tributário Eletrônico). Quem não o possui, deve ir a uma agência de atendimento para aderir à anistia. É só acessar: http://eageat.sefaz.pi.gov.br/eageat/jsp/login/login.jsf

 

Piauí melhora nota e tira 8,3 na avaliação de Transparência da CGU

Gráfico: AGU/divulgação


O Piauí obteve nota 8,3 na avaliação de Transparência da Controladoria Geral da União (CGU). A escala dá notas de 0 a 10 para o grau de cumprimento de dispositivos da Lei de Acesso à Informação (LAI) e de outros normativos sobre transparência nos estados e no Distrito Federal, além de todos os municípios com mais de 50 mil habitantes. Com esse resultado, o Piauí se colocou acima da média nacional, que é 7,94. 

(No mapa acima, estão de verde os estados que conseguiram ficar acima da média nacional)

Nas avaliações anteriores, o Piauí obteve as notas: 6,67; 8,47 e 9,58. Apesar da nota passada ser maior do que a atual, o estado antes ocupava a 18ª colocação, ou seja, subiu cinco lugares em um ano. 

No total, foram avaliados 691 entes federativos – universo que abrange quase 70% da população brasileira. Diferentemente das três edições anteriores, esse ano, além da transparência passiva, também foi avaliada a transparência ativa. Ou seja, além da regulamentação da LAI - existência de canal (presencial e eletrônico) para solicitações de informação pelos cidadãos (SIC) e atendimento desses pedidos - a CGU mapeou como governos estaduais e municipais publicam na internet os dados sobre receitas e despesas, licitações e contratos, estrutura administrativa, obras públicas, lista de servidores, entre outros.

Capitais

Teresina obteve a nota 7,68.  Este é o terceiro avanço consecutivo do município. Em 2015, a capital piauiense ficou com nota 3,75 e, em 2016, 6,52. Com esse resultado, a capital piauiense ocupa a posição 216 dentre todos os municípios brasileiros averiguados e a 17ª posição entre as capitais. 

Segundo o controlador geral do município, Ricardo Teixeira, o resultado da Escala Brasil Transparente 2018 servirá como referência para que o Município melhore a divulgação de informações e seu relacionamento com a sociedade em itens específicos, como a divulgação de dados sobre obras públicas.

A média das capitais é 8,08, portanto Teresina, apesar de ter evoluído, ainda está abaixo do nível nacional. 

Municípios

Além de Teresina, foram avaliados no Piauí outros quatro municípios, mas todos ficaram abaixo da média nacional, que é de 6,50 para as cidades. Veja as notas:

- Floriano: 6,08
- Picos: 5,23
- Piripiri: 4,78
- Parnaíba: 4,75

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