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Mercado corta mais uma vez a previsão dos juros e do PIB

Foto: Pixabay / reprodução gratuito

Após algumas semanas de estabilidade, a previsão para o crescimento da economia brasileira voltou a cair. A estimativa para a taxa básica de juros também caiu, assim como a previsão para a inflação oficial (IPCA). Veja mais detalhes do Boletim Focus desta segunda-feira (12): 

PIB  
- 2019: estimativa caiu de 0,82% para 0,81%
- 2020: estimativa estável 2,10%.
- 2021: PIB deve crescer 2,50%
- 2022: PIB deve crescer 2,50%

INFLAÇÃO (IPCA)
- 2019: estimativa caiu de 3,80% para 3,76%.
- 2020: previsão ficou estável em 3,90%.
- 2021: previsão continua em 3,75%
- 2022: previsão estável em 3,50%

(Lembrando que o sistema de metas para a inflação em 2019 é entre 2,75% e 5,75%, com centro em 4,25%. Em 2020, a meta ficará entre 2,5% e 5,5%. Para 2020, a meta central é 4%, mas também fica oficialmente cumprida entre 2,5% e 5,5%).

JUROS
- 2019: a estimativa é terminar o ano em 5% ao ano, o que significa uma tendência de novos cortes na Selic, que atualmente está em 6% aa. Na semana passada, a estimativa era terminar o ano em 5,25%. 
- 2020: previsão estável em 5,50% aa.
- 2021: previsão da Selic foi mantida em 7% aa.
- 2022: previsão da Selic foi mantida em 7% aa.

DÓLAR
- 2019: estimativa estável em R$ 3,75.
- 2020: estimativa estável em R$ 3,80.
- 2021: R$ 3,86
- 2022: R$ 3,90

BALANÇA COMERCIAL
- 2019: estimativa de superávit caiu de US$ 52,60 bilhões para US$ 52 bilhões.
- 2020: estimativa de superávit subiu de US$ 47,43 bilhões para US$ 47,60 bilhões.
- 2021: US$ 50,70 bilhões
- 2022: US$ 46,97 bilhões

INVESTIMENTOS 
- 2019: estimativa estável em US$ 85,00 bilhões.
- 2020: estimativa caiu de US$ 85,56 bilhões para US$ 85,28 bilhões.
- 2021: estimativa de superavit caiu de US$ 88,21 bilhões para US$ 88 bilhões.
- 2022: estimativa de superavit ficou estável em US$ 90,00 bilhões.

O Boletim Focus é realizado semanalmente, ouvindo especialistas de mais de 100 instituições financeiras. O resultado é divulgado todas as segundas-feiras pelo Banco Central.