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PIB cresce no segundo trimestre e acumula 0,7% de alta no ano

Foto: Arquivo / Agência Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou variação positiva de 0,4% no segundo trimestre de 2019 (comparado ao primeiro). A maior alta foi da Indústria (0,7%), seguida de Serviços (0,3%). A Agropecuária variou -0,4%.

Na comparação com igual período de 2018, o PIB subiu 1,0%. No ano, a alta é de 0,7% em relação ao mesmo período do ano passado, mas isso representa uma desaceleração em relação à expansão de 1,2% no semestre encerrado em dezembro de 2018. 

No acumulado nos quatro trimestres terminados em junho de 2019 alcançou 1,0%, comparado aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

Em números

Em valores correntes, o PIB no segundo trimestre de 2019 totalizou R$ 1,780 trilhão, sendo R$ 1,523 trilhão referente ao Valor Adicionado (VA) a preços básicos e R$ 256,9 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

No segundo trimestre de 2019, a taxa de investimento foi de 15,9% do PIB, acima da observada no mesmo período de 2018 (15,3%). 

Setores

O crescimento na Indústria se deve à expansão de 2,0% nas Indústrias de Transformação e de 1,9% na Construção. Indústrias Extrativas (-3,8%) e a atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,7%) recuaram no período.

Nos Serviços, as Atividades imobiliárias (0,7%), Comércio (0,7%), Informação e comunicação (0,5%) e Outras atividades de serviços (0,4%) apresentaram resultados positivos. Já as atividades de Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,6%), Transporte, armazenagem e correio (-0,3%) e Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,1%) registraram desempenho negativo.

Pela ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), avançou 3,2%, e o Consumo das Famílias, 0,3%. Já Consumo do Governo recuou 1,0% no trimestre.

No que se refere ao setor externo, as Exportações de Bens e Serviços caíram 1,6%, enquanto que as Importações de Bens e Serviços cresceram 1,0% em relação ao primeiro trimestre de 2019.