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Mercado financeiro prevê crescimento econômico mais tímido em 2020

Foto: Pixabay / reprodução gratuita

O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (9), aponta, mais uma vez, queda na previsão de inflação deste ano e do próximo. Os analistas do mercado financeiro mantiveram estável a estimativa do PIB para este ano, em 0,87%, mas acreditam em um crescimento mais tímido da economia brasileira para o ano que vem. Veja mais detalhes:

PIB  
- 2019: estimativa ficou estável em 0,87%
- 2020: estimativa caiu de 2,10% para 2,07.
- 2021: PIB deve crescer 2,50%
- 2022: PIB deve crescer 2,50%

INFLAÇÃO (IPCA)
- 2019: estimativa caiu de 3,59% para 3,54%.
- 2020: previsão caiu de 3,85% para 3,82%.
- 2021: previsão continua em 3,75%
- 2022: previsão estável em 3,50%

(Lembrando que o sistema de metas para a inflação em 2019 é entre 2,75% e 5,75%, com centro em 4,25%. Em 2020, a meta central é 4%, mas também fica oficialmente cumprida entre 2,5% e 5,5%).

JUROS
- 2019: a estimativa permanece em terminar o ano em 5% ao ano, o que significa uma tendência de novos cortes na Selic, que atualmente está em 6% aa. A previsão é a mesma da semana passada.
- 2020: previsão estável em 5,25% aa.
- 2021: previsão da Selic foi mantida em 7% aa.
- 2022: previsão da Selic foi mantida em 7% aa.

DÓLAR
- 2019: estimativa subiu de R$ 3,85 para R$ 3,87.
- 2020: estimativa subiu de R$ 3,82 para R$ 3,85.
- 2021: R$ 3,88
- 2022: R$ 3,90

BALANÇA COMERCIAL
- 2019: estimativa de superávit caiu de US$ 52,35 bilhões para US$ 52 bilhões.
- 2020: estimativa de superávit subiu de US$ 48,73 bilhões para US$ 49 bilhões.
- 2021: US$ 50,82 bilhões
- 2022: US$ 48,93 bilhões

INVESTIMENTOS 
- 2019: estimativa estável em US$ 85,00 bilhões.
- 2020: estimativa estável em US$ 84,68 bilhões.
- 2021: estimativa de superavit mantida em US$ 87,42 bilhões.
- 2022: estimativa de superavit mantida em US$ 86,20 bilhões.

O Boletim Focus é realizado semanalmente, ouvindo especialistas de mais de 100 instituições financeiras. O resultado é divulgado todas as segundas-feiras pelo Banco Central.