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57% dos teresinenses esperam crescer profissionalmente em seis meses

Foto: Yasmim Cunha / Cidadeverde.com

Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), deste mês de fevereiro, revela que 57,2% dos responsáveis pela casa (pais ou mães de família) em Teresina esperam alguma melhora profissional nos próximos seis meses. Esse percentual era menor em janeiro (51%), o que revela um maior otimismo dos trabalhadores teresinenses quanto à carreira.

Outros 41,4% acreditam que a situação se manterá a mesma ou piorará; 1,4% não soube responder.

Sensação de segurança no emprego

Por outro lado, a pesquisa revela uma diminuição da sensação de segurança no emprego entre os teresinenses.

Em janeiro, um terço dos piauienses se sentia mais seguro em seus empregos do que há um ano. Esse percentual chegava a mais de 50% entre os que ganham acima de 10 salários mínimos. Já em fevereiro, 29% dos piauienses se sentem mais seguro em relação ao mesmo período do ano passado. Esse percentual é de 40,9% entre os que ganham mais de 10 salários mínimos.

A pesquisa revela que 23,9% dos entrevistados se vê em situação igual a do ano passado e 39,5% estão desempregados. 7,7% se sentem menos seguros.

Renda

Quanto à renda, o percentual de famílias que dizem ter uma renda melhor agora que no ano passado teve uma leve alta, passando de 45% para 45,5% entre janeiro e fevereiro. Ainda quanto a isso, 42,8% acreditam que a renda se manteve a mesma.

Consumo

Segundo a pesquisa, 39,3% dos piauienses estão comprando mais agora do que estavam há um ano, enquanto 22,9% estão comprando menos e 37,9% não viram diferença.

Quanto à expectativa de consumo, 50,9% dos entrevistados disseram acreditar que a população vai consumir mais neste ano que ano ano passado, mas para 51,1%, este é um mau momento para comprar mercadorias duráveis, como eletrodomésticos. 

115,5 pontos

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) de Teresina chegou a 115,5 em fevereiro de 2020, o maior resultado dos últimos 13 meses. Essa pontuação está em crescimento contínuo desde agosto do ano passado, quando registrou 103,3 pontos.

O índice abaixo de 100 pontos indica uma percepção de insatisfação enquanto acima de 100 (com limite de 200 pontos) indica o grau de satisfação em termos de seu emprego, renda e capacidade de consumo.