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Bebidas e eletrônicos mais caros para aumentar a arrecadação

Após a divulgação do déficit de R$ 30,5 bilhões previsto no Orçamento de 2016, o governo tem adotado medidas com potencial para arrecadar R$ 20 bilhões a partir do ano que vem, mas para a população, as notícias não são exatamente boas. A Receita Federal vai aumentar o imposto de vários produtos e também elevar o IOF para financiamentos do BNDES, além de  reonerar a folha e mudar a forma de tributação para direito de autor e imagem.

Bebidas mais caras

- O IPI de bebidas quentes deve gerar arrecadação de R$ 1 bilhão no próximo ano, com a aplicação de novas taxas e o fim do teto de cobrança. Na prática, vinho, uísque, vodca, espumante e conhaque vão pagar um imposto que pode ser dezenas de vezes mais alto que o atual. Por exemplo, o imposto de um vinho que custa R$ 50 passará de R$ 0,73 para R$ 5. Um uísque de R$ 100 terá imposto de R$ 30.

Notebooks mais caros

- Produtos de informática, como tablets, celulares e computadores, terão aumento de PIS/Pasep e da Confins. O governo extinguiu o Programa de Inclusão Digital, que garantia alíquota zero para esses itens. Com a medida, a Receita Federal espera arrecadar R$ 6,7 bilhões em 2016.