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Venda de repelentes cresce 190% na primeira semana de dezembro

Diante da ameaça do mosquito Aedes Aegypti em todo o Brasil, a procura por repelentes tem sido maior nos supermercados. Isso porque esse inseto é o mesmo que transmite a dengue, a chikungunya e o zika vírus - este último está, comprovadamente, relacionado ao surto de microcefalia vivido no Nordeste. Médicos orientam o uso desses produtos não somente às gestantes, mas para o público em geral. 
 
Por causa disso, a venda de repelentes nas lojas do GPA, por exemplo, cresceu 190% na primeira semana de dezembro em comparação ao mesmo período de 2014, número de venda que já corresponde a 50% do total comercializado no mês de novembro. Entre as regiões que mais tiveram procura pelo produto, estão o Nordeste e Rio de Janeiro.