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Reajuste na comida e no transporte encarece custo de vida em Teresina

Transportes, Serviços Pessoais e Alimentos foram os setores responsáveis pela elevação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do teresinense em 2,42% durante janeiro de 2016 - o que representa um recorde para o mês. Os dados são da Fundação Cepro. Em doze meses a inflação acumulou em 12,04%.

A cesta básica subiu de 1,88% no primeiro mês do ano e 17,69% em doze meses. Em relação aos Transportes (aumento médio de 4,34%), o índice foi impulsionado pelos seguintes motivos:

- reajuste de 10% na passagem do Ônibus Urbano; 
- reajuste de 4,31% na Gasolina; 
- alta de 3,75% nos Pneus e câmaras;
- alta de 2,33% no Álcool Combustível (Etanol).

Na linha dos Serviços Pessoais (crescimento médio mensal de 3,84%), enfatiza-se o reajuste do salário mínimo, na ordem de 11,68%, e seus reflexos nos diversos serviços domésticos, além das mensalidades escolares, majoradas, em média, em 7,98%. Outro aumento significativo ocorreu com o cigarro, que registrou aumento de 7,14% ao longo do mês de janeiro/2016.

Quanto aos Alimentos, o aumento médio em janeiro de 2016 foi de 3,01%, e entre os itens de maior destaque, salienta-se:

- Verduras (+13,72%, na média), isto influenciadas por: Cenoura (+27,00%), Batata Inglesa (+23,24%) e Repolho (+22,83). 
- Carnes: a Carne de sol (+11,61%), o Peixe de Água Salgada (+8,93%), a Carne Suína (+4,97%), a Carne Bovina de 1ª (+6,29%), a Carne Bovina de 3ª (+4,00%), e o Frango, que tem forte presença na mesa dos consumidores de menor poder aquisitivo, também reajustou em 2,47%, ao longo do mês de janeiro último.