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Menos de 30% dos domicílios do PI têm computador ou tablet

Apenas 27,2% dos domicílios piauienses possuiam microcomputador ou tablet em 2014. Isso quer dizer que o Estado tem o segundo menor percentual do Nordeste, perdendo apenas para o Maranhão (22,5%). O maior percentual da região é o da Paraíba (42,6%). Os dados são do IBGE e foram divulgados nesta quarta-feira (6), no Suplemento de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), obtido pela PNAD.

O levantamento aponta que, com relação aos tablets, somente 7,9% dos domicílios do Estado tinham esse equipamento eletrônico em 2014. Além disso, 352 mil domicílios (36,6%) tinham acesso a Internet, que era possível das seguintes formas:

- 46,5% (164 mil) acessaram a Internet somente através do telefone móvel celular
- 9,1% (32 mil) somente através de microcomputador 
- 0,6% (2 mil) somente por meio do tablet. 

987 mil pessoas (36,4%) de 10 anos e mais utilizaram a Internet, dos quais 406 mil são estudantes. 

O Piauí tinha 963 mil domicílios em 2014.

 

 

Televisão de tela fina

Em 2014, 298 mil domicílios do Piauí possuíam aparelhos de televisão de tela fina. Outros 725 tinham TVs de tubo.  No ano, 435 mil domicílios (48,3%) tinham recepção de sinal de televisão somente com antena parabólica e 198 mil domicílios (22%) tinham recepção de sinal digital de televisão aberta. Somente  89 mil domicílios (9,9%) tinham acesso à televisão por assinatura.

Dados do Brasil

Com referência aos resultados para o Brasil, ainda entre os domicílios com aparelhos de TV, cerca de 15,1 milhões (23,1%) não tinham nenhuma das três modalidades de acesso à programação televisiva investigadas (nem televisão por antena parabólica, nem televisão por assinatura, nem televisão digital aberta). Para os domicílios sem nenhuma dessas três modalidades, a alternativa de acesso à programação televisiva é a televisão analógica aberta. Esse grupo de domicílios merece atenção especial, pois ficaria impossibilitado de acessar programação televisiva por meios convencionais quando concluído o processo de desligamento do sinal analógico e sua substituição pelo sinal digital em todo o Território Nacional. A Região Norte continuou com o maior percentual de domicílios sem nenhuma das três modalidades (27,7%) e o Sudeste (21,8%), com o menor percentual.