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Programa de Proteção ao Emprego completa um ano e não consegue evitar cortes

Nesta quarta-feira (6), o PPE - Programa de Proteção ao Emprego - completa um ano. A medida foi mais uma forma de tentar diminuir o número de cortes e se resume à redução da jornada de trabalho e do salário dos trabalhadores que aderirem. Todos os setores podem participar do programa, mas o objetivo maior foi evitar as demissões em massa da indústria automobilística, uma das mais afetadas pela crise financeira. Por isso, cerca de 70% das empresas que aderiram ao PPF são montadoras e fornecedores do setor. O número de funcionários envolvidos chega a 49 mil. 

Como a crise vem se agravando, além do PPE, as empresas também estão optando pela suspensão temporária do contrato (lay-off) e pelas férias coletivas para reduzir os custos das operações. Também estão sendo cada vez mais utilizados os planos de demissão voluntária (PDV).