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Na contramão, Teresina reduz nº de pessoas sem trabalhar

Na contramão dos dados do Brasil e do Piauí, a taxa de pessoas sem trabalhar em Teresina caiu do 2º trimestre de 2015 para o 2º trimestre de 2016, saindo de 10,8% para 9,6%. 

Para o IBGE, a situação é considerada estável em Teresina, apesar da queda de 1,2%. No Piauí, a taxa ficou em 9,9%, enquanto, no mesmo período do ano passado, era 7,7%. Apesar do aumento, a quantidade de pessoas sem trabalhar no estado ainda está abaixo da taxa nacional, que é de 11,3%.

O rendimento da capital também é superior ao da média estadual, mas amargou uma queda no período citado. De abril a junho de 2015 era R$ 1.837. Nesse ano, no primeiro trimestre (janeiro a março) ficou em R$ 1.949, mas no trimestre seguinte caiu para R$ 1.881. 

Em percentuais, a queda foi de 3,5% de um trimestre para o outro e de 2,4% de um ano para o outro. 

Grande Teresina

A Região Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina (Ride) também teve redução na taxa de desocupação, passando de 10,3% para 10,2%. O rendimento médio habitual, por outro lado, subiu, de R$ 1.611 para R$ 1.677, quando comparado aos meses de abril a junho do ano passado. 

Mas, quando comparado o primeiro trimestre deste ano com o segundo trimestre, houve redução de 1,8%, já que no início do ano, o rendimento médio era de R$ 1.707.