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10 conceitos financeiros para crianças de 10 anos

A necessidade de equilibrar as finanças é uma preocupação que está em alta no Brasil. Até algumas escolas já estão oferecendo - entre as aulas de ciências, matemática e português - aulas de educação financeira para crianças. Em Teresina, por exemplo, há instituições que trabalham alguns conceitos econômicos em turmas de alunos por volta dos 10 anos, outras em turmas de ensino fundamental e médio - claro, que com diferenças na forma de abordagem. O economista Joca Bruno Rodriguez, que criou um jornal voltado para o público infanto-juvenil, citou 10 conceitos básicos que crianças de 10 anos podem aprender antes de começar a administrar dinheiro:

1) Poupança: deve ser ensinado e incentivado pelos pais desde cedo. As crianças deve colocar dinheiro em potes, separando o que é destinado para gastos do futuro e o que será para doações, por exemplo. 

2) Crédito: explique o que é e como funciona o empréstimo. Uma boa dica é emprestar algo e combinar uma data de retorno, sem juros.

3) Administração de recursos: dê mesada e faça um acompanhamento sobre a gestão dos gastos. 

4) Investimentos: Leia notícias de economia junto com a criança e aponte questões que falam sobre ações, por exemplo.

5) Preços: idas ao supermercado e padarias podem virar aulas práticas para explicar o valor de cada produto. Deve-se mostrar a conta para a criança e explicar os itens descritos.

6) Consumo: A conversa deve ser iniciada quando a criança pede uma coisa que os pais não têm como dar. Os comerciais são importantes recursos para isso. 

7) Dinheiro: meios de pagamento, moedas, cédulas, cartões e etc devem ser explicados à criança.

8) Orçamento: é preciso desenvolver a ideia de planejamento, do que se ganha e do que se gasta. Jogos como Banco Imobiliário são excelentes formas de estímulo. 

9) Renda: os pais devem falar de empregos e salário. A dinâmica do mercado tem que ser mostrada de forma lúdica.

10) Bancos: o papel das instituições financeiras tem que ficar claro para as crianças. É preciso mostrar o que as pessoas podem fazer nos bancos.