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Veja os 12 pontos que poderão ser negociados entre patrões e funcionarários

A reforma trabalhistas anunciada ontem (22), pelo presidente Michel Temer (PMDB) abre 12 pontos de negociação entre patrões e empregados, que no caso de acordo, passarão a ter força de lei - o negociado prevalece sobre o legislado.

Poderão ser negociados os seguintes pontos: 

1) Parcelamento das férias em até três vezes, com pelo menos duas semanas consecutivas de trabalho entre uma dessas parcelas.

2) Pactuação do limite de 220 horas na jornada mensal.

3) O direito, se acordado, à participação nos lucros e resultados da empresa.

4) A formação de um banco de horas, sendo garantida a conversão da hora que exceder a jornada normal com um acréscimo mínimo de 50%.

5) O tempo gasto no percurso para se chegar ao local de trabalho e no retorno para casa.

6) O estabelecimento de um intervalo durante a jornada de trabalho com no mínimo de 30 minutos.

7) Estabelecimento de um plano de cargos e salários.

8) Trabalho remoto.

9) Remuneração por produtividade.

10) Dispor sobre a extensão dos efeitos de uma norma mesmo após o seu prazo de validade.

11) Ingresso no programa de seguro-emprego.

12) Registro da jornada de trabalho.