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Fundação Cepro traz especialista em economia para estudo no Piauí

O doutor em Economia Social e do Trabalho, Marcio Pochmann, do Instituto de Economia da Unicamp, virá à Teresina nesta terça-feira (3) para a palestra: Modelos Alternativos de Desenvolvimento Econômico para o País, no Cineteatro da UFPI, às 15h30.  Marcio Pochmann se reunirá, também, com a equipe piauiense que vai trabalhar para a realização do Programa Desenvolvimento Econômico 2000/2015 – Balanço e Perspectivas. O estudo permitirá a visualização das conquistas e as limitações do Estado no século XXI, e ainda mostrará quais são as probabilidades não só para uma melhor distribuição de renda, mas também para mudanças estruturais na economia piauiense. 

O Programa Desenvolvimento Econômico 2000/2015 – Balanço e Perspectivas completará o Projeto de Desenvolvimento Social, já em execução, que foi coordenado por Ricardo Paes de Barros, economista-chefe do Instituto Ayrton Senna, professor titular da Cátedra Instituto Ayrton Senna no Insper e coordenador do Núcleo Ciência para Educação do Centro de Políticas Públicas (CPP). 

“A ideia é que uma pessoa de projeção e respeito nacional, tanto na área acadêmica, como na área de políticas públicas, faça este balanço macro, do ponto de vista econômico e social, da evolução do Piauí no século XXI. Ele vem à Teresina e junto com uma equipe, que envolverá a Seplan, Sefaz, Cepro, Departamento de Economia das Universidades e Concelho Regional de Economia, discutirá o detalhamento desse projeto”, explica Antonio José Medeiros, presidente da Fundação Cepro. 

Uma das cláusulas do convênio, que ainda será assinado, é a participação de técnicos do Piauí, sejam da Cepro, ou das Universidades. A equipe deverá contar, também, com especialistas da Unicamp. O primeiro encontro será nesta terça-feira e vai definir o número de produtos a serem apresentados. A expectativa é que até o final de maio de 2018 o estudo esteja pronto e publicado em edição bilíngue para divulgação. “Os estudos nos dão uma visão mais objetiva da realidade, para não ficarmos somente no “achismo” e na polêmica partidarizada. Precisamos levantar os dados, pois, são muitas informações disponíveis e é necessária uma análise deste material. Em alguns aspectos a realidade evoluiu, melhorou e em outros aspectos não”, completou Medeiros.