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Varejo do PI: volume de vendas se manteve estável em setembro

As vendas do comércio varejista do Piauí se mantiveram estáveis em setembro deste ano, quando comparadas ao mês anterior. A informação foi divulgada nesta terça-feira (14), pelo IBGE.

Segundo os dados, a variação setembro 2017/mês anterior com ajuste sazonal foi 0,0%. Apesar da estabilidade, a variação acumulada de 12 meses apresenta queda de 3,9% nas vendas.

A boa notícia é que o Piauí está recuperando as perdas. Em julho, a variação acumulada de 12 meses era -6,60. Em agosto, subiu para -5,20 e em setembro subiu para -3,9%.

Receita

Diferente das vendas, a receita do comércio varejista não se manteve estável no Piauí no mês de setembro. A variação foi negativa (-0,50). No acumulado de 12 meses, a receita apresenta resultado positivo em 0,60%, mas esse número era maior em agosto (2,40). 

Nacional

Em setembro de 2017, o comércio varejista nacional mostrou acréscimo de 0,5% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências, compensando o recuo de 0,4% em agosto último, quando interrompeu quatro meses consecutivos de expansão, período em que as vendas acumularam ganho de 2,3%. A receita nominal cresceu 1,1%. Com isso, a média móvel trimestral para o volume de vendas no varejo ficou estável (0,1%) no trimestre encerrado em setembro de 2017.

O setor registrou avanço em 18 das 27 Unidades da Federação, com Paraíba (3,5%), Amazonas (3,3%), Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (ambos com 3,1%) registrando as taxas mais elevadas em termos de magnitude. Por outro lado, entre os estados que registraram variações negativas frente a agosto, destaca-se Minas Gerais (-2,0%). Piauí manteve as vendas estáveis frente a agosto.

As vendas nacionais, ao avançarem 4,3% no 3º trimestre de 2017, aceleraram o ritmo de crescimento em relação ao 2º trimestre do ano e apontaram a taxa positiva mais elevada desde primeiro trimestre de 2014 (4,5%), todas as comparações contra igual período do ano anterior. O aumento no ritmo das vendas do varejo na passagem do 2º trimestre para o 3º trimestre de 2017 foi observado em cinco das oito atividades investigadas, com destaque para Móveis e eletrodomésticos (de 8,8% no 2ºTri para 15,3% no 3ºTri), Tecidos, vestuário e calçados (de 6,5% para 12,1%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (1,1% para 4,9%), influenciado, em grande parte, pela base deprimida de comparação, além do impacto da recomposição da massa real circulante.