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Taxa de desocupação diminui e 11 mil piauienses voltam a trabalhar

Foto: Pedro Ventura / Agência Brasília / Fotos públicas

 

O número de desempregados diminuiu no Piauí no terceiro trimestre deste ano, quando comparado ao segundo trimestre. A taxa de desocupação caiu de 13,3% para 12,3%, portanto um ponto percentual - segundo informações da PNAD Contínua, divulgada nesta quarta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

No país inteiro, a única unidade da federação que registrou alta significativa no número de desempregados foi Roraima, que subiu 2,3 pontos percentuais e registrou uma taxa de desocupação de 13,5%. No Brasil, a taxa de desocupação foi de 11,9%. Dessa forma, o Piauí permanece com um percentual de desempregados acima da média. 

No segundo trimestre (entre abril e junho), havia no Piauí 188 mil pessoas desocupadas. Agora, no terceiro trimestre, são 177 milpessoas, o que significa uma redução de 11 mil pessoas.


 
 

Empregos informais

No 3º trimestre de 2018, o número de empregados no setor privado sem carteira assinada cresceu 4,7% no Brasil, em relação ao trimestre anterior, um incremento de 522 mil pessoas. Frente ao 3º trimestre de 2017, esse aumento foi de 5,5% (601 mil pessoas). 

O Piauí está entre as unidades da Federação com as maiores proporções de trabalhadores sem carteira assinada. A taxa do estado é de 45,9% e perde apenas para o Maranhão, que registrou 48,9% de empregados nessa situação. Os estados com as menores taxas são: Santa Catarina (11,6%) e Rio Grande do Sul (17,2%).

Foto: Pedro Ventura / Agência Brasília / Fotos públicas

Empregos formais

Na outra ponta, no 3º trimestre de 2018, 74,1% dos empregados no setor privado brasileiro tinham carteira de trabalho assinada, contra 75,3% no 3º trimestre de 2017, uma diferença de - 327 mil pessoas. 

As Regiões Nordeste (58,7%) e Norte (60,7%) tinham os menores percentuais e a Região Sul (83,4%), o maior. Entre os trabalhadores domésticos, 28,9% tinham carteira de trabalho assinada. No mesmo trimestre do ano passado a proporção era de 29,7%.

As UFs com os maiores percentuais foram Santa Catarina (88,4%), Rio Grande do Sul (82,8%) e São Paulo (81,1%), e as menores ficaram com Maranhão (51,1%), Piauí (54,1%) e Paraíba (54,9%).