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Participar de amigo secreto é opção para economizar no Natal

Foto: Pixabay/download gratuito

Uma alternativa para comemorar O Natal e ainda assim economizar é o famoso ‘Amigo Secreto’ ou ‘Amigo Oculto’. Um levantamento feito em todas as capitais pela CNDL e pelo SPC mostra que 47% dos consumidores que devem entrar na brincadeira neste ano o fazem como estratégia para gastar menos. 

Já 50% participam por gostarem desse tipo de interação, enquanto 13% entram no jogo para não serem considerados antissociais pelas demais pessoas.

Quem vai participar

No geral, pouco mais de um terço (34%) dos brasileiros que vão comprar presentes no Natal de 2018 deve participar de ao menos um amigo secreto. 

Para quem não pretende participar da confraternização, apenas 11% alegam razões financeiras. A maior parte vai ficar de fora por não gostar da brincadeira (48%) ou por falta de costume (37%).

Em média, cada entrevistado vai participar de um ou dois amigos secretos, mas 10% devem entrar em três ou mais confraternizações. 

Dessa forma, estima-se que a brincadeira deve injetar aproximadamente 5,1 bilhões na economia com a compra de presentes.

Tiro pela culatra

Na avaliação do educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, ao estipular um teto financeiro a ser gasto pelos participantes com a compra de presentes, a brincadeira do amigo secreto serve de aliado para proteger as finanças pessoais. 

“A confraternização coletiva resolve a obrigação de ter de presentear várias pessoas já que cada um se encarrega de apenas um participante e, no fim, ninguém fica sem presente", diz. 

Mas, apesar de a brincadeira ter seu lado positivo para as finanças, Vignoli faz um alerta para as pessoas que participam de vários amigos secretos. “O que à primeira vista parece vantajoso para economizar pode ficar caro se o consumidor decidir entrar em todos os amigos secretos do seu círculo de convivência. A dica é participar apenas de amigos secretos em que o preço é estipulado com antecedência e analisar se esse dinheiro não fará falta no seu orçamento neste fim de ano”, orienta Vignoli.