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Focus: previsão de crescimento do PIB deste ano cai para 1%

Foto: Pixabay / reprodução gratuita

Pela 15ª semana consecutiva, o mercado financeiro baixou as estimativas de crescimento da economia brasileira para este ano. Desta vez, a previsão caiu para 1%, muito diferente dos 2,3% previstos no início do ano. Pela primeira vez, a previsão para o PIB de 2020 também caiu, assim como a previsão para a Selic em 2020 e 2021. Veja mais detalhes do Boletim Focus dessa semana:

PIB  
- 2019: estimativa recuou de 1,13% para 1%.
- 2020: estimativa caiu de 2,50% para 2,23%.
- 2021: economia deve crescer 2,50%
- 2022: economia deve crescer 2,50%

INFLAÇÃO (IPCA)
- 2019: estimativa caiu de 4,03% para 3,89%
- 2020: previsão continua em 4%.
- 2021: previsão continua em 3,75%
- 2022: previsão continua em 3,75%

(Lembrando que o sistema de metas para a inflação em 2019 é entre 2,75% e 5,75%, com centro em 4,25%. Em 2020, a meta ficará entre 2,5% e 5,5%. Para 2020, a meta central é 4%, mas também fica oficialmente cumprida entre 2,5% e 5,5%).

JUROS
- 2019: estimativa é terminar o ano em 6,5% ao ano, como está agora, que é a mínima histórica.
- 2020: a previsão da Selic caiu de 7,25% ao ano para 7% ao ano.
- 2021: caiu de 8% ao ano para 7,50% ao ano
- 2022:caiu de 8% ao ano para 7,50% ao ano

DÓLAR
- 2019: a estimativa estável em R$ 3,80.
- 2020: a estimativa ficou estável em R$ 3,80.
- 2021: R$ 3,85
- 2022: R$ 3,90

BALANÇA COMERCIAL
- 2019: estimativa de superávit caiu de US$ 50,50 bilhões para US$ 50,14 bilhões.
- 2020: estimativa de superávit subiu de US$ 45,10 bilhões para US$ 45,55 bilhões.
- 2021: US$ 40,00 bilhões
- 2022: US$ 39,40 bilhões

INVESTIMENTOS 
- 2019: estimativa subiu de US$ 82,65 bilhões para US$ 83,60 bilhões.
- 2020: estimativa ficou estável em US$ 84,36 bilhões.
- 2021: estimativa é de superavit de US$ 88,00 bilhões.
- 2022: estimativa é de superavit de US$ 90,00 bilhões.

O Boletim Focus é realizado semanalmente, ouvindo especialistas de mais de 100 instituições financeiras. O resultado é divulgado todas as segundas-feiras pelo Banco Central.