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Puxado pela construção civil, Piauí gera mais de mil empregos em maio

Foto: Pixabay / ilustração / reprodução gratuita


O Piauí registrou saldo positivo de 1.040 empregos formais em maio. Foram 9.069 admissões contra 8.029 demissões. Este é o segundo mês consecutivo em que o Estado fecha o mês no azul quanto à geração de empregos, mas o resultado foi bem melhor que em abril, quando o saldo foi de apenas 7 postos. Os dados foram divulgados na quinta-feira (27) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

 

Geração de empregos no Piauí em 2019
Janeiro: -1.905
Fevereiro: -400
Março: - 805
Abril: + 7
Maio: + 1.040

 

Apesar do bom resultado de maio, o saldo do ano permanece negativo, com 1.502 postos de trabalho a menos. Em 12 meses (de junho de 2018 a maio de 2019), o saldo está positivo em +1.196.

Entre os municípios piauienses, Teresina e União tiveram os melhores saldos, com +300 e +237 respectivamente.

O resultado de maio de 2019 é melhor que o do mesmo mês do ano passado, quando o Estado registrou 746 empregos a mais. É também o melhor saldo para o mês dos últimos seis anos.

Setores

A Construção Civil continua apresentando bons resultados no Estado. Em maio, foram abertos 673 novos empregos no setor, o que significa o melhor desempenho entre todos os setores. Em segundo lugar, ficou a Indústria da Transformação, com 240 postos criados e depois o setor de Serviços, com 100. Agropecuária (+93), Extrativa Mineral (+41) e Serviços de Utilidade Pública (+10) também ficaram no azul.

Com saldo negativo ficaram os setores de Comércio (-116) e administração pública (-1). A queda do comércio deu-se no atacado. Foram 119 postos fechados. No varejo, o saldo ficou positivo (+3).

 


Brasil e Nordeste

Em maio, o país registrou saldo positivo de 32.140 empregos. O Nordeste teve 3.319 postos criados. O Piauí foi o terceiro Estado com melhor resultado na região, atrás apenas da Bahia (2.540) e de Pernambuco (1.701). O pior resultado entre os Estados do Nordeste foi no Ceará (-1.428). No país, o melhor destaque foi em Minas Gerais (+18.380) e o pior foi no Rio Grande do Sul (-11.207).