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Piauí arrecadou mais de R$ 6 bilhões em impostos no primeiro semestre de 2019

Foto: Pixabay / Reprodução gratuita

Os piauienses já pagaram, no primeiro semestre deste ano, quase R$ 400 milhões a mais em impostos, quando comparado ao mesmo período do ano passado.  O levantamento é do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que contabiliza os valores arrecadados pelos estados e municípios.

Nos primeiros seis meses de 2019, o Piauí arrecadou, exatamente, R$ 6.183.660.922,18 em impostos. O valor é quase 7% superior aos tributos pagos nos seis primeiros meses de 2018, quando somou R$ 5,8 bilhões.

Os dados correspondem ao total de impostos, taxas e contribuições pagos do dia 1º de janeiro ao dia 30 de junho de 2019. E só nos 10 primeiros dias de julho, já adicionados a esse montante mais R$ 322 milhões. Nos 10 primeiros dias de julho do ano passado, foram arrecadados R$ 12 milhões a menos em impostos.

Capital

A capital, Teresina, teve a maior arrecadação piauiense. Foram quase R$ 340 milhões pagos em impostos e taxas no primeiro semestre, o que corresponde a 10,4% a mais que o total pago no mesmo período do ano anterior.

Os impostos pagos em Teresina representam 5,5% do valor total arrecadado em todo estado - lembrando que o Piauí tem 224 municípios.

Nos 10 primeiros dias de julho deste ano, Teresina arrecadou mais R$ 177 milhões, continuando a tendência de alta, já que no ano passado, foram arrecadados R$ 164 milhões no período.

Brasil

Levando em conta todo o país, foram arrecadados, neste primeiro semestre, R$ 1,24 trilhão em impostos, taxas e contribuições. Em 2018, havia sido R$ 1,17 trilhão nesse período. A alta foi de 6%.

Apesar da arrecadação ter aumentado, o número de dias trabalhados para pagar impostos se mantém constante desde 2016. Segundo o impostômetro, o brasileiro trabalha, exatamente, 153 dias no ano só para arcar com a tributação. Isso significa 5 meses por ano. 

Com os impostos pagos pelos brasileiros no primeiro semestre de 2019, seria possível receber 50 salários mínimos por mês durante 2 milhões de anos, segundo o estudo do impostômetro.