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Piauí gerou mais de 2 mil empregos nos últimos 12 meses, aponta Caged

Foto: Arquivo / Agência Brasil

Em julho, o Piauí admitiu 7.972 trabalhadores e demitiu 7.619, registrando saldo positivo de 353 postos de trabalho. Apesar do volume ser menor do que os meses de junho e maio, esse é o quarto mês consecutivo de alta na geração de emprego do Estado.

Com esse resultado, o Piauí se colocou em 5º lugar entre os Estados Nordestinos, atrás da Paraíba (1.870), Alagoas (1.470), Ceará (890) e Rio Grande do Norte (788). Na região, seis Estados tiveram saldo positivo e três negativos. O pior resultado foi na Bahia, que perdeu 2.275 postos de trabalho.

Levando em consideração apenas o mês de julho, este é o melhor saldo para o Piauí desde 2014, quando o Estado gerou 973 empregos. Nos dois anos seguintes os saldos foram negativos (-447 e -629) e em 2017 e 2018 foram 240 e 200, respectivamente.

 

Geração de empregos no Piauí em 2019
Janeiro: -1.905
Fevereiro: -400
Março: - 805
Abril: + 7
Maio: + 1.040
Junho:+ 1.308
Julho: + 353

 

Volume acumulado
De janeiro a julho de 2019, o Piauí admitiu 56.123 trabalhadores e demitiu 55.604, gerando um saldo positivo de 519 postos de trabalho. Nessa base de comparação, o Piauí ocupa a 3ª posição do Nordeste, atrás apenas do Maranhão (+6.109) e da Bahia (+28.056). Todos os outros Estados nordestinos estão com saldo negativo. Nos últimos 12 meses, o saldo é de +2.243 empregos no Piauí.

 

 

Por setor
Dos oito grupos pesquisados, quatro tiveram resultado positivo: 
- Agropecuária (+472)
- Construção Civil (+450)
- Indústria da transformação (+29)
- Extrativa mineral (+8)

Os resultados negativos foram registrados nos seguintes setores:
- Serviços: -445
- Comércio: -124
- Serviços industriais de utilidade pública (-36)
- Administração pública (-1).

Resultados de 2019
Em 2019, o melhor resultado está na Construção Civil. O setor já admitiu 2.147 pessoas a mais do que demitiu no ano. Em segundo lugar está a Agropecuária, com 982 postos criados, e em seguida a Indústria da transformação, com 206.

O pior resultado no acumulado do ano é no setor de Serviços. Já foram fechados 1.597 postos de trabalho. Em segundo lugar estão os Serviços de Utilidade Pública, com -720, e depois o comércio, com -551.

Clique aqui para ver os dados nacionais.

 

Regras de rendimento da poupança podem mudar

Foto: Arquivo / Agência Brasil


O governo estuda mudar as regras de rendimento da poupança. A ideia é deixar de atrelar a remuneração da caderneta à Taxa Básica de Juros da economia brasileira, que atualmente está em 6%, com tendência de queda até o final do ano.

Segundo o Jornal O Estado de S. Paulo, o assunto ainda está em discussão e pouco se sabe sobre as possíveis mudanças, mas acredita-se que o governo pretende fazer com que a poupança acompanhe os indicadores usados nos financiamentos imobiliários, já que esse é o principal destino das aplicações da caderneta. 

Como a Caixa anunciou financiamentos atrelados ao IPCA (inflação oficial), fontes ligadas ao governo têm dado entrevistas afirmando que essa é a tendência também da poupança: passar a ser atrelada ao IPCA.

Hoje, a poupança é remunerada pela Taxa Referencial (TR), que atualmente está zerada, somada a 70% da taxa básica da economia.

Clique aqui para entender mais sobre os rendimentos da poupança.

Como a Selic está em 6% ao ano e a TR está zerada, a remuneração das cadernetas atualmente é de 4,20% ao ano. A meta de inflação do BC para este ano é de 4,25%. O Conselho Monetário Nacional (CMN) já anunciou a redução do patamar do IPCA nos próximos anos até chegar em 3,50% em 2022.

Para os poupadores, o impacto da mudança na remuneração da poupança dependerá da regra a ser adotada no governo atual - se haverá ou não, por exemplo, um porcentual adicional ao IPCA. 

Maioria do STF considera inconstitucional cortar salário de servidor

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou, na quinta-feira (22), para considerar inconstitucional a redução da jornada de trabalho e do salário de servidores públicos proporcionalmente. No entanto, após dez votos proferidos, o julgamento foi suspenso para aguardar o último voto, do ministro Celso de Mello, que não participou da sessão por motivos de saúde. A nova data do julgamento não foi definida.

A medida estava prevista na redação original da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000), mas está suspensa há 16 anos por uma decisão liminar da Corte. A redução da jornada e dos salários de forma proporcional é uma forma cogitada por alguns governadores e prefeitos para resolver, temporariamente, a crise fiscal dos estados e municípios.

LRF

De acordo com a LRF, estados e municípios não podem ter mais de 60% das receitas com despesa de pessoal. Se o percentual for ultrapassado, fato que está ocorrendo em alguns estados, medidas de redução devem ser tomadas, como redução ou extinção de cargos e funções comissionadas. O Artigo 23 também previu que é facultativa a redução temporária da jornada de trabalho com adequação dos vencimentos à nova carga horária.

 

Após fechar na maior alta em 3 meses, dólar abre o dia perto dos R$ 4,10

Foto: Pixabay / reprodução gratuita

Na quinta-feira (22), o dólar voltou a subir e bateu o maior valor dos últimos três meses, fechando o dia em R$ 4,078 - uma alta de 1,2%. Nesta sexta-feira (23), a moeda americana começou o dia também em alta, se aproximando dos R$ 4,10. O mercado está na expectativa do discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, para mais sinais sobre o futuro da taxa de juros dos Estados Unidos.  Às 9h56, a moeda norte-americana estava sendo vendida a R$ 4,09.

Entenda as principais mudanças na MP da Liberdade Econômica

Foto: Roque Sá / Agência Senado


Registro de ponto
- Registro dos horários de entrada e saída do trabalho passa a ser obrigatório somente para empresas com mais de 20 funcionários, contra mínimo de 10 empregados atualmente

Trabalho fora do estabelecimento deverá ser registrado
- Permissão de registro de ponto por exceção, por meio do qual o trabalhador anota apenas os horários que não coincidam com os regulares. Prática deverá ser autorizada por meio de acordo individual ou coletivo

Alvará e licenças
- Atividades de baixo risco, como a maioria dos pequenos comércios, não exigirão mais alvará de funcionamento
- Poder Executivo definirá atividades de baixo risco na ausência de regras estaduais, distritais ou municipais
- Governo federal comprometeu-se a editar decreto para esclarecer que dispensa de licenças para atividades de baixo risco não abrangerá questões ambientais

Fim do e-Social
O Sistema de Escrituração Digital de Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (e-Social), que unifica o envio de dados de trabalhadores e de empregadores, será substituído por um sistema mais simples, de informações digitais de obrigações previdenciárias e trabalhistas

Carteira de trabalho eletrônica
- Emissão de novas carteiras de Trabalho pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia ocorrerá “preferencialmente” em meio eletrônico, com o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como identificação única do empregado. As carteiras continuarão a ser impressas em papel, apenas em caráter excepcional
- A partir da admissão do trabalhador, os empregadores terão cinco dias úteis para fazer as anotações na Carteira de Trabalho. Após o registro dos dados, o trabalhador tem até 48 horas para ter acesso às informações inseridas.

Documentos públicos digitais
- Documentos públicos digitalizados terão o mesmo valor jurídico e probatório do documento original

Abuso regulatório
- A MP cria a figura do abuso regulatório, para impedir que o Poder Público edite regras que afetem a “exploração da atividade econômica” ou prejudiquem a concorrência. Entre as situações que configurem a prática estão:

Criação de reservas de mercado para favorecer um grupo econômico
- Criação de barreiras à entrada de competidores nacionais ou estrangeiros em um mercado
- Exigência de especificações técnicas desnecessárias para determinada atividade
- Criação de demanda artificial ou forçada de produtos e serviços, inclusive “cartórios, registros ou cadastros”
- Barreiras à livre formação de sociedades empresariais ou de atividades não proibidas por lei federal

Desconsideração da personalidade jurídica
- Proibição de cobrança de bens de outra empresa do mesmo grupo econômico para saldar dívidas de uma empresa
- Patrimônio de sócios, associados, instituidores ou administradores de uma empresa será separado do patrimônio da empresa em caso de falência ou execução de dívidas
- Somente em casos de intenção clara de fraude, sócios poderão ter patrimônio pessoal usado para indenizações

Negócios jurídicos
- Partes de um negócio poderão definir livremente a interpretação de acordo entre eles, mesmo que diferentes das regras previstas em lei

Súmulas tributárias
- Comitê do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais da Receita Federal (Carf) e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) terá poder para editar súmulas para vincular os atos normativos dos dois órgãos

Fundos de investimento
- MP define regras para o registro, a elaboração de regulamentos e os pedidos de insolvência de fundos de investimentos
- Extinção do Fundo Soberano
- Fim do Fundo Soberano, antiga poupança formada com parte do superávit primário de 2008, que está zerado desde maio de 2018

Thiago Nigro, "O Primo Rico", dará palestra em Teresina

Foto: Divulgação do evento

O educador financeiro e youtuber Thiago Nigro vem a Teresina no próximo mês para falar sobre educação financeira e investimentos. A palestra será no dia 16 de setembro, no Gran Hotel Arrey, com o tema “Do Mil ao Milhão – sem cortar o cafezinho”.

Thiagro Nigro é um dos mais conhecidos youtubers dessa área. Seu canal, o Primo Rico, tem 2,6 milhões de inscritos e aborda uma vasta variedade de assuntos voltados para quem quer melhorar sua situação financeira, que vão desde os simples cortes de despesas desnecessárias aos ensinamentos sobre investimentos na Bolsa de Valores. Ele se orgulha de ter conquistado a tão sonhada independência financeira aos 26 anos. Seu livro, que tem o mesmo título da palestra, está entre os 5 mais vendidos do país em sua categoria.

“Em Teresina, percebemos que o empreendedorismo está começando a ser despertado nas pessoas. No entanto, é preciso alinhar esse potencial com um conhecimento aprofundado sobre economia e também educação financeira. Caso contrário, o negócio não prospera. É por isso, que estamos trazendo essa palestra, com alguém que já tem bons cases de sucesso e é referência nacional quando o assunto é economia”, comenta Vicente Freitas, da organização do evento. “A proposta é orientar o público sobre três pilares para conquistar a independência financeira: gastar bem, investir melhor e ganhar mais. Com isso, pretende-se descomplicar conceitos sobre investimentos, mercado e educação financeira”, completou.

As inscrições para a palestra podem ser feitas pela internet

Progressão de carreira: 3 mil servidores municipais terão reajuste salarial

Foto: Arquivo / Agência Brasil

A Prefeitura de Teresina divulgou as progressões de carreira para os servidores municipais. De acordo com o órgão, isso pode representar um aumento na remuneração de até 10% em alguns casos. Quase 3 mil funcionários públicos serão beneficiados com a atualização das chamadas “mudanças de nível”.

O benefício irá representar um impacto financeiro de cerca de R$ 1,4 milhão para a Prefeitura. Os pagamentos serão feitos de forma escalonada para não comprometer a saúde financeira do município, que precisa obedecer os limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Os repasses iniciam na folha de agosto e seguem até dezembro deste ano, conforme o período em que o servidor adquiriu o benefício. Confira o calendário:

Agosto – Pagamento de benefício adquirido até dezembro de 2015
Setembro – Pagamento de benefício adquirido até dezembro de 2016
Outubro – Pagamento de benefício adquirido até dezembro de 2017
Novembro – Pagamento de benefício adquirido até dezembro de 2018
Dezembro – Pagamento de benefício adquirido até dezembro de 2019

 

Alta no custo da energia puxa prévia da inflação em agosto

Fonte: Arquivo / Agência Brasil

A prévia da inflação (IPCA-15) variou 0,08% em agosto. A taxa é muito próxima da variação de julho (0,09%). No acumulado do ano, o IPCA-15 tem alta de 2,51% e, em 12 meses, 3,22%, um pouco abaixo dos 3,27% do acumulado nos 12 meses fechados em julho. Em agosto do ano passado a taxa foi 0,13%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (22). 

Deflação

Dos nove grupos pesquisados, quatro apresentaram deflação:

- Transportes (-0,78%), que segue a tendência de queda verificada em julho (-0,44%)

- Vestuário (-0,07%), que segue a tendência de queda verificada em julho (-0,19%)

- Alimentação e bebidas (-0,17%), que em agosto subiu 0,03%

- Saúde e cuidados pessoais (-0,32%), que em agosto subiu 0,34%

No grupo transportes, o maior impacto foi o preço da gasolina, que caiu 1,88%. O etanol registrou -1,09%, o óleo diesel -1,70% e o gás veicular -0,07%. Já as passagens aéreas apresentaram queda de 15,57%, após as altas de 18,98% em junho e de 18,10% em julho.

A alimentação no domicílio teve queda de 0,45%, influenciada pelo preço do tomate, que caiu 14,79%, da batata-inglesa (-15,09%), das hortaliças e verduras (-6,26%) e do feijão-carioca (-5,61%). As frutas subiram 2,87% e a cebola teve aumento de 15,21%.

Altas

Os grupos que apresentaram alta foram:

- Habitação, com variação de 1,42%.

- Artigos de residência subiram 0,82%

- Comunicação teve alta de 0,44%

- Despesas pessoais ficaram 0,27% mais caras 

- Educação teve aumento de 0,07%.

O resultado do grupo habitação foi influenciado pelo preço da energia elétrica, que subiu 4,91% em agosto, o sétimo mês seguido de alta, com entrada em vigor da bandeira vermelha, após a bandeira amarela em julho. São Paulo teve a maior alta no item, com 7,51%. O item gás de botijão teve queda de 0,42%, após a redução de 8,17% nas refinarias a partir de 5 de agosto.

Economia Fácil: saiba como calcular seus rendimentos em LCI e LCA

 

 

Além do Tesouro Direto, outros investimentos em renda fixa têm atraído muitos interessados em fazer o dinheiro crescer. São as LCIs, LCAs e os CDBs.
LCA significa Letra de Crédito do Agronegócio e LCI é Letra de Crédito Imobiliário. Funcionam assim: você empresta dinheiro para um banco poder financiar essas áreas e o banco lhe devolve com juros. 

A primeira dúvida de quem está começando é: se o mercado imobiliário quebrar eu vou perder dinheiro? Não! Você não vai. O seu empréstimo é com o banco, não com a empresa. E esses investimentos também são protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito até o limite de R$ 250 mil.

O que é mais atrativo nas LCIs e LCAs é que, diferente do Tesouro Direto, o Imposto de Renda não incide sobre elas.  São livres de taxas e tributos. Por outro lado, o que ainda afasta os investidores é que elas têm baixa liquidez, ou seja, o dinheiro fica "preso" até a data do vencimento. 
A alternativa para isso são os CDBs - Certificado de Depósito Bancário, que além de terem a opção de carência, também têm a opção de liquidez diária.

Você solicita o resgate pela manhã e no máximo à tarde o dinheiro está na conta, só que eles cobram Imposto de Renda sobre o rendimento. Bom, vamos deixar a teoria de lado e vamos para a prática. Você abriu sua corretora e viu os seguintes produtos ofertados:

1) LCA com prazo de 1 ano,investimento mínimo de R$ 1.000 e rendimento de 100% do CDI.
Isso quer dizer que para aplicar nesse investimento você precisa ter R$ 1 mil e só vai poder tirar daqui a 1 ano. O CDI é o Certificado de Depósito Interbancário, é a taxa que os bancos praticam entre si - não dá para você investir no CDI, ele é apenas um indexador. Ele sempre fica bem próximo à SELIC e atualmente está em 5,9%. 

Então, quando se diz que o investimento vai render 100% do CDI, ele vai render 5,9%. Nesse caso, se você investir R$ 1 mil daqui a um ano você vai retirar R$ 1.059. A título de comparação, na poupança, você tiraria R$ 14  a menos.

2) LCI com prazo de 6 meses, investimento mínimo de R$ 1 e rendimento de 95% do CDI.
Quanto menor o tempo em que você vai deixar o dinheiro lá, menor vai ser o rendimento, como vemos aqui. Nesse investimento, você pode aplicar a partir de R$ 1, vai poder retirar em 6 meses, mas o rendimento é menor: 95% do CDI, que dá 5,6% ao ano.  Em seis meses, é só dividir, dá 2,8% de rendimento. Então, se você colocou R$ 500, você vai retirar R$ 514 em seis meses - R$ 4 a mais que na poupança. 

Ah, é bom lembrar que os menores bancos, geralmente, oferecem as melhores taxas porque precisam atrair mais investidores. Nos bancos maiores é mais fácil encontrar rendimentos na casa dos 80% do CDI.

3) CDB com prazo de 3 meses, investimento mínimo de R$ 1 e rendimento de 105% do CDI.
Nesse caso, você pode tirar seu dinheiro ao final de um trimestre. 105% do CDI dá 6,19%, o problema é que incide Imposto de Renda no rendimento do CDB. Para o prazo de 3 meses, o IR é 22,5%, por isso é bom estudar bem cada possibilidade, para ver onde seu dinheiro vai render mais.

Outras opções são o CDB diário e os investimentos pré-fixados. No diário, como o nome já diz, você tira a qualquer momento. Já os pré-fixados, assim como no Tesouro, você já aplica o dinheiro com uma taxa fixa, por exemplo: CDB de 6%, vai render 6%, simples assim, sem vínculo com o CDI, nem com IPCA, nem com a SELIC.

Esse é só o começo de um hobby que é viciante. 

BB muda sistema e reduz juros para financiamentos mais curtos

Foto: Arquivo / Agência Brasil


Após a Caixa anunciar financiamentos imobiliários atrelados à inflação, o Banco do Brasil também anunciou mudanças, mas não estão relacionadas ao IPCA.

O BB passa agora a oferecer juros mais baixos para financiamentos mais curtos. Quanto mais tempo de financiamento, maiores os juros cobrados. A indexação permanece sendo a Taxa Referencial, que atualmente está zerada.

Essa modalidade é inédita no Brasil. Segundo o banco, o objetivo é atender à demanda por financiamentos mais curtos. As taxas fixas variam de 7,99% ao ano para quem pagar em 60 meses a 8,45% ao ano para quem pagar em até 418 meses.

Veja como fica:

60 meses: a partir de 7,99% a.a. + TR
De 61 a 118 meses: 8,05% a.a. + TR
De 119 a 178 meses: 8,10% a.a. + TR
De 179 a 238 meses: 8,15% a.a.+ TR
De 239 a 298 meses: 8,24% a.a. +TR
De 299 a 358 meses: 8,29% a.a. +TR
De 359 a 418 meses: 8,45% a.a. + TR

O novo sistema é válido para linhas do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e para a Carteira Hipotecária (CH)

Nas linhas SFH e CH, o cliente têm carência de até seis meses para pagar a primeira prestação e a possibilidade de pular a parcela um mês por ano. 

A simulação com as novas taxas por prazo já pode ser conferida na página www.bb.com.br/imoveis.

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