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Brasileiros gastarão, em média, R$ 187 no Dia das Crianças

Foto: Divulgação

Mais de 70% dos consumidores devem ir às compras nesta semana, para comprar presentes de Dia das Crianças. No ano passado, 67% compraram presentes na data. A expectativa do varejo é movimentar R$ 9,4 bilhões. No total, cada consumidor deve desembolsar, em média, R$ 187 com presentes. O dado é da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Termômetro
O Dia das Crianças representa a última festa comemorativa antes do Natal e dará sinais de como será o desempenho das vendas no final do ano. 

Os impactos da crise ainda estão presentes no dia a dia das pessoas e contribuem para que boa parte gaste menos na data. A principal razão para que haja um freio no consumo daqueles que pretendem gastar menos este ano deve-se ao orçamento apertado (34%), enquanto 24% desejam economizar, 18% estão desempregados e por essa razão se veem impossibilitados de comprar e 9% têm outras prioridades de aquisição (9%), como carro e casa. Há ainda os que precisam pagar dívidas em atraso (8%).

Brinquedos e roupas 
No ranking dos itens que devem ser mais comprados aparecem: roupas e calçados (38%), bonecas (37%), aviões e carrinhos de brinquedo (21%). Em tempos de dificuldades, uma opção que atrai muitos consumidores é dividir o valor dos presentes com outras pessoas como forma de economizar. 

Cerca de 15% afirmaram que pretendem dividir o valor das compras, sendo que 50% vão fazê-lo com o cônjuge, enquanto 24% com o pai ou mãe da criança e 21% com outros familiares.

Mercado baixa, mais uma vez, a previsão de alta do PIB

Foto: Divulgação

O mercado financeiro voltou a subir a previsão de inflação para este ano e a piorar as estimativas para o crescimento da economia brasileira. Veja mais detalhes no Boletim Focus desta segunda-feira (8):

PIB 
- 2018: estimativa recuou de 1,35% para 1,34%. 
- 2019: estimativa mantida em 2,50%.
- 2020: economia deve crescer 2,50%
- 2021: economia deve crescer 2,50%

INFLAÇÃO (IPCA)
- 2018: estimativa subiu de 4,30% para 4,40% (portanto, dentro da margem de tolerância da meta, que é entre 3% e 6%).
- 2019: estimativa estável em 4,20%.

(Lembrando que o sistema de metas para a inflação em 2019 é entre 2,75% e 5,75%).

JUROS
- 2018: estimativa mantida em 6,5% até ao final do ano. Atualmente, a Selic está nesse patamar.
- 2019: estimativa mantida em 8% ao ano. 

DÓLAR
- 2018: estimativa estável em R$ 3,89.
- 2019: estimativa estável em R$ 3,83.

BALANÇA COMERCIAL
- 2018: estimativa de superávit subiu de US$ 54,6 bilhões para US$ 55 bilhões.
- 2019: estimativa de superávit subiu de US$ 45,6 bilhões para US$ 46,3 bilhões.

INVESTIMENTOS
- 2018: estimativa cresceu de US$ 67 bilhões para US$ 67,5 bilhões.
- 2019: estimativa subiu de US$ 75,65 bilhões para US$ 76 bilhões.

O Boletim Focus é realizado semanalmente, ouvindo especialistas de mais de 100 instituições financeiras. O resultado é divulgado todas as segundas-feiras pelo Banco Central.

Receita volta a adiar cronograma de envio de dados ao eSocial

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Os empregadores ganharão mais tempo para enviarem dados dos trabalhadores ao eSocial – sistema que unifica os dados dos empregados. A Receita Federal voltou a alterar o cronograma de obrigatoriedade do envio das informações, com etapas definidas conforme o tamanho e o tipo do empregador. O Comitê Diretivo do eSocial publicou a resolução com as mudanças no Diário Oficial da União.

Em nota, a Receita Federal informou que o adiamento permitirá aperfeiçoar a ferramenta após a execução da primeira etapa do cronograma, que está quase concluída e envolveu as 13.115 maiores empresas do país (com faturamento anual acima de R$ 78 milhões). Segundo o Fisco, a primeira fase proporcionou “um diagnóstico conclusivo das reais dificuldades que as empresas enfrentam para ajustarem seus sistemas”.

Como fica

- Para as empresas da primeira fase, que já estão transmitindo quase todas as informações dos trabalhadores ao eSocial, o envio dos dados de segurança e de saúde do trabalhador, que passaria a ser obrigatório a partir de janeiro, foi adiado para julho de 2019.

- As empresas da segunda categoria foram divididas em dois grupos: um com as médias empresas, com faturamento anual entre R$ 4,8 milhões e R$ 78 milhões, e outro com produtores rurais, entidades sem fins lucrativos, empregadores pessoas físicas (exceto empregadores domésticos) e micro e pequenas empresas optantes do Simples Nacional (que faturam até R$ 4,8 milhões por ano).

- Para o grupo das médias empresas, o envio obrigatório das folhas de pagamento, das novas guias eletrônicas de contribuição para a Previdência Social e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e dos dados de saúde e segurança do trabalhador passou para janeiro de 2019, abril de 2019 e janeiro de 2020, respectivamente. A obrigatoriedade passaria a valer em novembro de 2018, para a folha, e janeiro de 2019 para a guia eletrônica.

- No grupo das empresas do Simples, produtores rurais, pessoas físicas e entidades sem fins lucrativos, a adoção das obrigações, que ocorreria em duas etapas em novembro de 2018 e janeiro de 2019, passará a cumprir um cronograma escalonado. O cadastro do empregador começará em janeiro. Em abril, será a vez de inserir os dados dos trabalhadores. Em julho, a folha de pagamento. Em outubro, as guias para o INSS e o FGTS. A inserção dos dados de saúde e de cronograma dos trabalhadores ficou para janeiro de 2020.

- O último grupo, que engloba entes públicos e organismos internacionais, já enviava todas as informações ao eSocial desde julho deste ano. A resolução, no entanto, adiou para janeiro de 2020 a vigência da obrigatoriedade do envio dos dados dos empregadores e para janeiro de 2021 a inserção dos dados de segurança dos trabalhadores. A data de início das demais obrigações será definida em resoluções posteriores.

A Receita editará orientações para as empresas que começaram a inserir dados no eSocial antes de 9 de outubro deste ano.

Mais de 380 mil contribuintes devem corrigir declaração do IR

Foto: Divulgação/internet

A partir desta semana, a Receita Federal enviará cartas a cerca de 383 mil contribuintes em todo o país para corrigirem erros nas Declarações de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (DIRPF), relativas ao exercício 2018, ano-calendário 2017. Segundo a Receita, essas declarações apresentam indícios de inconsistências que podem resultar em autuações futuras.

De acordo com o órgão, as cartas somente são enviadas a contribuintes que podem se autorregularizar, isto é, contribuintes não intimados nem notificados pela Fiscalização da Receita Federal.

Para saber a situação da DIRPF apresentada, é preciso consultar as informações disponíveis no site da Receita Federal, serviço “Extrato da DIRPF”, utilizando código de acesso ou certificado digital. A declaração retida em alguma malha da Receita apresenta sempre mensagem de “pendência”. Junto com a pendência, são fornecidas orientações de como proceder no caso de erro na declaração apresentada.

Não é necessário comparecer à Receita Federal para fazer as correções. A sugestão da Receita para quem retificar a declaração é acompanhar o seu processamento por meio do serviço disponível na internet - Extrato da DIRPF.

A Receita Federal adverte que, caso o contribuinte não aproveite a oportunidade de se autorregularizar, poderá ser intimado formalmente para comprovação das divergências. Após receber a intimação, não será mais possível fazer qualquer correção na declaração, e qualquer exigência de imposto pelo Fisco será acrescida de multa de ofício de, no mínimo, 75% do valor do imposto que não foi pago pelo contribuinte, ou que foi pago em valor menor do que o devido.

Lojistas esperam alta de 8,5% nas vendas do Dia das Crianças

Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil 

O Dia das Crianças elevou as perspectivas dos comerciantes brasileiros. Estima-se que as vendas cresçam até 8,5% em relação ao ano passado. No Piauí, os lojistas torcem pelo mesmo resultado, mas não com tanto otimismo. 

"A gente espera crescimento sim e se a gente conseguir atingir esse percentual seria excelente, mas está muito cedo para ter uma noção de como serão as vendas. Geralmente registramos alta nesse período, mas só teremos uma ideia melhor a partir do próximo final de semana. Por enquanto, temos apenas procuras", afirma o presidente do Sindicato dos Lojistas do Piauí, Tertulino Passos. 

A expectativa é que venda de brinquedos cresça mais que os demais setores, como é de praxe nesse período. 

Para atender a demanda, o comércio do Centro funcionará por seis horas seguidas, a critério do lojista. "Pode abrir, por exemplo, pela manhã e ir até metade da tarde ou abrir meio-dia e ficar até o final da tarde. Geralmente, as lojas abrem às 9h e fecham às 15h", completa Tertulino. 

Salário do trabalhador piauiense caiu, em média, R$ 375 em 2017

Foto: Divulgação/internet


A remuneração média do trabalhador piauiense, que tem carteira assinada, teve queda de 13,41% em 2017. A média salarial caiu de R$ 2.798,71 para R$ 2.423,47. Em valores absolutos, o salário foi reduzido em R$ 375,24, em média, de 2016 a 2017. Nacionalmente, o comportamento foi contrário. A remuneração média do brasileiro teve alta de 2,1% em 2017, chegando a R$ 2.973,23. 

Os dados são da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgada pelo Ministério do Trabalho.

Escolaridade x renda

Os maiores salários, obviamente, são pagos para quem tem grau superior completo. A média salarial desse perfil de trabalhadores, no entanto, caiu mais que a média do estado. Em 2016, o rendimento médio era R$ 5.081,83, no ano seguinte passou para R$ 4.340,99, ou seja, ficou R$ 740,84 (14,58%) menor.

Na outra ponta, o salário dos trabalhadores analfabetos caiu 13,45% - passando de R$ 1.420,98 para R$ 1.129,80 (R$ 291,18 a menos).

A maior queda relativa no Piauí foi entre os trabalhadores que têm até a 9ª série do ensino fundamental. Eles tiveram redução salarial de R$ 282,09, o que representa uma queda de 15,68%. O salário deles passou de R$ 1.799,60 para R$ 1.517,51.

Em todos os graus de instrução houve queda salarial no Piauí.

Foto: Gazeta do Povo

Remuneração por sexo

Tanto as mulheres quanto os homens tiveram redução salarial entre 2016 e 2017 no Piauí. E essa redução foi praticamente igual: para eles, o salário caiu 13,33% e para elas 13,48%. 

Porém, em 2017, o salário médio dos homens continuou acima do das mulheres no Piauí. A média deles foi de R$ 2.526,10 e a delas R$ 2.423,47. A diferença entre os sexos é de 4,23%, ou R$ 102,63.

Nesse quesito, o Piauí se destaca por representar menor distância salarial entre os dois sexos do que a média nacional. No país, o salário dos homens encerrou o ano passado 17,46% acima do das mulheres, representados pelos R$ 473,16 a mais pagos, em média, aos trabalhadores do sexo masculino. 

Os dados indicam que o rendimento está caminhando para uma menor desigualdade entre os gêneros, porém a passos lentos. Em 2016, a remuneração básica recebida pelas mulheres correspondia a 84,3% do salário dos homens. Em 2015, o valor da remuneração feminina era 83,4% o da masculina e, em 2014, 82,39%.

Rais: Apenas 3 setores tiveram queda no nº de empregos no PI

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Como a coluna publicou neste domingo (30), o Piauí registrou o 5º maior aumento no número de empregos formais criados em 2017. Agora, avaliamos o comportamento das atividades no período, segundo o Rais, do Ministério do Trabalho:

- Administração pública teve maior número de contratados

O que mais gerou emprego no Piauí no ano passado foi a administração pública. Foram 6.649 contratações. Dessa forma, o número de empregados no setor subiu de 156.395 para 163.044 - uma variação de 4,25%.

- Serviços Industriais de utilidade pública teve maior variação positiva

O número de empregados no setor Serviços Industriais de utilidade pública passou de 4.719 para 5.175 de um ano para o outro, o que representa a criação de 456 empregos e uma variação de 9,66%.

- Serviços contrararam quase 5 mil

O setor de Serviços subiu o número de empregados de 135.706 para 140.475, registrando uma variação positiva de 3,51%, com 4.769 contratações a mais que demissões.

- Comércio teve terceiro maior número de contratações

O setor de Comércio registrou alta de 2,96% no Piauí entre 2016 e 2017. Isso significa 2.565 novas contratações. O estado fechou o ano com 89.235 empregados no setor. 

- Empregos na agropecuária cresceram 8,9%

O setor da agropecuária tinha 7.565 empregados em 2016 e passou para 8.238 empregados em 2017, uma variação de 8,9% e 673 novos postos de trabalho.

- Construção Civil teve o pior resultado

A construção civil amargou saldo negativo de 2.772 empregos. Isso significa que o setor não recuperou da crise financeira no ano passado e continuou demitindo mais do que contratando. A variação negativa foi de 12,40% e o número de postos de trabalho caiu de 22.347 para 19.575. Neste ano, os empresários do setor estão mais otimistas, especialmente após o anúncio da queda dos juros para financiamento imobiliário na Caixa, o que deve refletir nos demais bancos.  

- Indústria da Transformação e Extrativa Mineral também tiveram resultado negativo

Os dois setores, juntamente com a construção civil, fecham o trio de resultados negativos no estado, em 2017. A extrativa mineral perdeu apenas três postos e agora tem 760 funcionários no setor (variação: -0,39%). Já a Indústria da Transformação teve resultado negativo mais expressivo. Foram 801 empregos a menos, descendo o número de contratações para 26.727, uma variação de -2,91%.

- Total

Ao todo, o número de empregos formais no Piauí subiu de 441.693 para 453.229 - o que significa a abertura de 11.536 postos de trabalho, uma variação de 2,61%.

Mercado financeiro mantém previsão do PIB e sobe a da inflação

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O mercado financeiro voltou a subir a estimativa de inflação para este ano, mas desta vez, a previsão para o PIB se manteve estável. Veja mais detalhes do Boletim Focus desta segunda-feira (1º).

PIB 
- 2018: estimativa estável em 1,35%. 
- 2019: estimativa mantida em 2,50%.
- 2020: economia deve crescer 2,50%
- 2021: economia deve crescer 2,50%

INFLAÇÃO (IPCA)
- 2018: estimativa subiu de 4,28% para 4,30% (portanto, dentro da margem de tolerância da meta, que é entre 3% e 6%).
- 2019: estimativa subiu de 4,18% para 4,20%.

(Lembrando que o sistema de metas para a inflação em 2019 é entre 2,75% e 5,75%).

JUROS
- 2018: estimativa mantida em 6,5% até ao final do ano. Atualmente, a Selic está nesse patamar.
- 2019: estimativa mantida em 8% ao ano. 

DÓLAR
- 2018: estimativa caiu de R$ 3,90 para R$ 3,89.
- 2019: estimativa subiu de R$ 3,80 para R$ 3,83.

BALANÇA COMERCIAL
- 2018: estimativa de superávit caiu de US$ 55 bilhões para US$ 54,6 bilhões.
- 2019: estimativa de superávit recuou de US$ 47 bilhões para US$ 45,6 bilhões.

INVESTIMENTOS
- 2018: estimativa permanece em US$ 67 bilhões.
- 2019: estimativa subiu de US$ 75,3 bilhões para US$ 75,65 bilhões.

O Boletim Focus é realizado semanalmente, ouvindo especialistas de mais de 100 instituições financeiras. O resultado é divulgado todas as segundas-feiras pelo Banco Central.

Aplicativos facilitam a vida de quem investe em ações na Bolsa

Foto: Reprodução app B3 cotações

O período de recessão que o país enfrentou foi até bem didático para muitos brasileiros. É que despertou para a necessidade de fazer o dinheiro poupado render. Dessa forma, uma parte significativa da população passou a se aventurar no mundo dos investimentos e tentar entender melhor o mercado de ações. 

Esse mundo é muito dinâmico, por isso é importante estar sempre atualizado sobre os acontecimentos que podem interferir nele de alguma forma, especialmente porque as ações oscilam com bastante frequência e são altamente sensíveis ao que está acontecendo no mercado, como os resultados da empresa, os anúncios de novos investimentos, as condições da economia e os desdobramentos políticos. Tudo isso pode, de um minuto para o outro, mudar completamente o preço do papel. 

O problema é que a correria do dia a dia nos impede de ficar 24 horas conectados ao mercado, seguindo seus altos e baixos. A boa notícia é que, hoje em dia, cada vez mais portais, bancos e corretoras lançam aplicativos que facilitam a vida de quem simpatiza com o mundo das ações. 

Esses aplicativos emitem alertas sobre determinadas ações e preços e também sobre acontecimentos que podem interferir no mercado, permitem acompanhar e negociar ativos no mercado pelo celular, em tempo real, a qualquer hora e simplificam o gerenciamento do dinheiro, permitindo ao usuário um maior controle e organização sobre as operações financeiras.

Tudo está ao alcance de poucos toques no smartphone. Vou listar agora 5 daqueles que são considerados os melhores aplicativos para investidores: 

- Bloomberg
- Yahoo! Finance
- MSN Dinheiro
- B3 Cotações
- Investing

Piauí é o 5º estado brasileiro no ranking de geração de empregos

Foto: Sine/Divulgação/internet

O Piauí registrou o 5º maior aumento no número de empregos formais criados no ano passado. Os dados são da  Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgado pelo Ministério do Trabalho. No estado, o saldo entre contratações e demissões resultou em 11.536 postos de trabalho em 2017, uma alta de 2,5% em relação ao ano anterior.

Os únicos estados que tiveram aumento maior que o Piauí foram:
- Tocantins: com saldo positivo de 17.244 empregos, representando alta de 6,1%
- Roraima: com saldo positivo de 5.803 empregos, representando alta de 5,8%
- Goiás: com saldo positivo de 69.479 empregos, representando alta de 4,6%
- Mato Grosso: com saldo positivo de 28.758 empregos, representando alta de 3,6%

Dados nacionais

No Brasil, o número de empregos formais alcançou 46.281.590 milhões em 2017. O número representa aumento de 0,5% em relação a 2016 – foram 221.392 postos de trabalho a mais.

Remuneração 

A remuneração média do brasileiro teve alta de 2,1% em 2017, chegando a R$ 2.973,23. O salário das mulheres cresceu mais do que dos homens, passando para R$ 2.708,71 (elevação de 2,6%). O salário médio masculino cresceu 1,8%, alcançando média de R$ 3.181,87.

Pessoas com deficiência 

O Brasil teve crescimento no estoque de empregos formais para pessoas com deficiência. Foram 22.818 novos postos de trabalho para este grupo, um saldo positivo de 5,5%. Houve aumento para trabalhadores com os cinco tipos de deficiência (física, auditiva, visual, intelectual e múltipla) e também para reabilitados. A maior alta foi registrada para deficientes visuais, com crescimento de 16,3%, em relação a 2016 (+8.697 novas vagas). Trabalhadores com deficiência intelectual (mental) tiveram 2.493 empregos a mais (+7,3%). Pessoas com deficiência múltipla obtiveram 370 novos postos de emprego formal – alta de 5,1%.

Rais

A Rais é a base de dados mais completa sobre empregadores e trabalhadores formais no Brasil. O documento é um dos mais importantes para as estatísticas brasileiras porque traz informações sobre todos os empreendimentos formais do país, desde aqueles sem nenhum funcionário até empresas com milhares de empregados. A partir dos dados da Rais é obtido o perfil das empresas e dos trabalhadores brasileiros, que serve para a elaboração de políticas públicas de emprego do governo e para o pagamento de benefícios.

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