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Concurso IBGE: população poderá se inscrever para as duas provas

Foto: Valmir Macedo / Cidadeverde.com


As provas para os cargos de recenseador e agentes censitários para o Censo 2020, do IBGE, acontecerão em dias diferentes, portanto, o mesmo candidato poderá fazer as duas provas. 

O cargo de agente censitário terá salário de R$ 2.100 + auxílio-alimentação (agente censitário municipal) ou de R$ 1.700 + auxílio-alimentação (agente censitário supervisor). As provas serão no dia 17 de maio. O resultado final será divulgado dia 12 de junho.

O cargo de recenseador terá remuneração de acordo com a produtividade, levando em conta: 

- o número de unidades visitadas
- a taxa de remuneração dos setores censitários
- o número de questionários respondidos
- o número de pessoas recenseadas

O horário de trabalho não é fixo para os recenseadores, mas espera-se que o trabalhador cumpra uma jornada de pelo menos 25 horas semanais, o que dá 5 horas por dia.

As provas para recenseador serão no dia 24 de maio. O resultado final será divulgado dia 03 de julho.

São ao todo 3.144 vagas para o Piauí distribuídas da seguinte forma:

Agentes censitários municipais (ACM) = 183 vagas

Agentes censitários supervisores (ACS) = 340 vagas

Recenseadores = 2.621 vagas

Há vagas em todos os municípios.

Clique aqui para ver o edital para o cargo de recenseador e aqui para ver o edital para agente censitário

IBGE lança editais de concurso com 3.144 vagas no Piauí

Foto: Jordana Cury

O IBGE lançou nesta manhã os editais para a seleção de agentes para o Censo 2020. São 3.144 vagas para o Piauí, distribuídas em todos os municípios do estado.

As inscrições foram abertas nesta quinta-feira (5), e irão até o dia 24 de março. São dois editais distintos, um para recenseadores, outro para agente censitário.

A organizadora do concurso é a Cebraspe. As vagas exigem ensino fundamental para o cargo de recenseador e ensino médio para o cargo de agente censitário supervisor.

O cargo de agente se divide em dois: agente censitário municipal (ACM), que receberá R$ 2.100, e agente censitário supervisor (ACS), que receberá R$ 1.700. 

Os primeiros colocados para o cargo de ACS serão convidados para o cargo de ACM, cuja remuneração é maior. Ambos os cargos receberão também auxílio-alimentação. 

A remuneração para o cargo de recenseador será calculado pela produtividade, quanto mais formulários aplicar, mais ele ganha. Cada município tem taxa de remuneração diferenciada. 

No site da organizadora do certame existe uma simulação da expectativa de valor a receber. O cargo também terá direito a 13° salário e férias proporcionais. O horário de trabalho não é fixo, mas espera-se que sejam trabalhadas pelo menos 25 horas por semana. 

O valor da inscrição é R$ 23,61 para recenseador e R$ 35,80 para agentes. As provas serão realizadas em maio. O resultado será divulgado em junho.

Governo do PI terá programa para incentivo ao primeiro emprego

Foto: Valmir Macedo / Cidadeverde.com

O Governo do Estado está formatando um programa para incentivar o primeiro emprego no Piauí. 

O tema foi discutido em audiência entre o governador Wellington Dias e o secretário de Administração, Merlong Solano, na quarta-feira (4).

A iniciativa pretende dar experiência prática a estudantes e recém-formados em suas áreas de atuação por meio de vagas, tanto dentro da administração pública estadual, no conjunto de obras e programas desenvolvidos, como por meio de contratos que o Estado tem através do Sine, diretamente com as empresas. 

“Eles terão oportunidade nas obras de mobilidade urbana, nas áreas relacionadas à Educação, Saúde e na própria agricultura. Queremos que as pessoas que precisam da primeira oportunidade de emprego possam adquirir a experiência e sejam absorvidas pelo mercado de trabalho, já que a experiência tem sido um dos requisitos cobrados pelas empresas”, explicou Wellington Dias.

O governador destacou que as vagas serão para todas as regiões do estado e seguem os princípios de programas já conhecidos como o Primeiro Crédito e a Primeira Terra. 

FWF abre 80 vagas em cursos profissionalizantes gratuitos no São Joaquim

Foto: Ascom / PMT


Já estão abertas as inscrições para cinco cursos profissionalizantes no bairro São Joaquim, na zona Norte de Teresina. 

Nesta etapa, 80 moradores da região serão beneficiados com cursos de:

- Eletricista Predial
- Confecção Artesanal de Bolsas em Tecido
- Refrigeração e Climatização
- Corte Costura em Tecido

Os cursos são realizados através de uma parceria entre a Prefeitura de Teresina, Fundação Wall Ferraz e a Fundação João Alves de Deus, e terão duração entre 80 e 140 horas/aula.

As aulas e o material são gratuitos.

As inscrições poderão ser feitas no Conjunto São Joaquim, Quadra 10 – Casa 06, por trás da Unidade Escolar Antônio Gayoso. Os interessados deverão apresentar originais e copias do RG, CPF e comprovante de endereço. 

CNC: PIB cresce em 2019, mas só deve alcançar nível pré-crise em 2021

Foto: José Paulo Lacerda / CNI

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2020 de 2,3% para 2,1%. A revisão é resultado da desaceleração da economia global, provocada sobretudo pela epidemia do novo coronavírus. Ontem, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,1% em 2019. Pela segunda vez desde 2012, o maior responsável pelo avanço da economia brasileira foi o setor de serviços (+1,3%), além do agropecuário (também +1,3%). A Formação Bruta de Capital Fixo (+2,2%) e o Consumo das Famílias (+1,8%) também tiveram impacto positivo no resultado. 

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, ressaltou a importância do consumo na recuperação, ainda lenta, mas firme, da economia brasileira e observou que, com a aprovação das reformas, o ano de 2020 também deverá apontar uma expansão do PIB brasileiro. “É importante destacar também os dados positivos dos Serviços e, especificamente, do Comércio no PIB, com expansão, respectivamente, de 1,3% e 1,8% em 2019. Nossa expectativa é que o consumo das famílias, os serviços e o comércio vão continuar impulsionando a recuperação da economia brasileira em 2020. Acreditamos que, a despeito dos desafios, com a aprovação das reformas e o empenho do governo e do setor produtivo, prosseguiremos firmes na trajetória de crescimento”, disse Tadros.

O economista da CNC Fabio Bentes observou que a inflação próxima ao centro da meta definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) permitiu a ampliação do consumo de bens e serviços por parte das famílias via ampliação do crédito ao consumo, cujo avanço real ao longo do ano passado (+11%) foi o maior desde 2010 (+20,5%). Bentes acrescentou, porém, que há ainda preocupação em relação ao desempenho da economia no curto prazo e como a desaceleração da economia global pode ter impactos no Brasil. 

A percepção da CNC é que as condições que propiciaram a retomada do crescimento econômico no ano passado estão minimamente preservadas, mas ainda há espaço para a queda das taxas dos juros, dada a mediana das expectativas para a inflação de 2020. A alta de 2,1% no PIB de 2020 será impulsionada, de acordo com a CNC, pelo consumo das famílias (+2,7% ante 2019). Diante dessa nova expectativa e do cenário atual, segundo o qual o PIB se encontra 2,5% abaixo do último trimestre de 2014, a superação plena da recessão, portanto, somente se dará na primeira metade de 2021.

Economia Fácil: acaba neste mês o prazo para o saque-imediato do FGTS

No final deste mês de março acaba o prazo para você fazer o saque-imediato do FGTS, que é aquele saque de R$ 500 - ou de R$ 998 (no caso das pessoas que tinham apenas até esse valor na conta do FGTS no ano passado). 

Todo e qualquer trabalhador de carteira assinada que não tenha realizado o saque pode ir até a Caixa Econômica Federal para solicitá-lo até o dia 31 de março, independente de ter ou não conta na Caixa ou em qualquer outro banco. 

Esse saque-imediato é pago apenas uma vez e não interfere de forma alguma na sua rescisão. Então, se acontecer de você ser demitido sem justa causa, vai receber todo o valor da conta do FGTS normalmente.

Já no dia 1º de abril será iniciado outra modalidade de saque do FGTS, que é o saque-aniversário. Nesse caso, você vai receber um valor anual, que varia de acordo com o saldo da sua conta do FGTS. Quanto maior o saldo, mais você recebe, conforme a tabela abaixo:

Nesse caso do saque-aniversário, se você for demitido não vai poder sacar os valores que sobrarem na conta imediatamente, mas vai receber os 40% da multa que o empregador tem que pagar sobre tudo que ele depositou ao longo do seu tempo de trabalho, e vai continuar recebendo o que ficou na conta de forma parcelada todos os anos, até zerar. Veja o cronograma do saque-aniversário para este ano:

Vamos ao exemplo:

Todos os meses, o seu patrão tem que depositar 8% do seu salário em sua conta do FGTS, sem descontar nada do seu salário. Se você ganha R$ 2 mil, todos os meses são depositados R$ 160 na sua conta do FGTS. Em 5 anos de trabalho, você vai ter R$ 9.600 mais os juros, que são bem baixos, mas pelo menos existem.

Se você não optou pelo saque-aniversário, você vai receber R$ 9.600 + 40%, que dá, no final das contas R$ 13.440.

Se você optar pelo saque-aniversário, vai receber todos os anos uma quantia, mas quando você for demitido, vai poder receber, de imediato apenas os 40% da multa, que dá R$ 3.840, nesse caso. O restante do dinheiro permanece na conta do FGTS para ser liberado anualmente até zerar ou você pode usá-lo para comprar uma casa. 

No Economia Fácil da próxima semana o assunto é como usar o FGTS para comprar uma casa ou para ajudar a pagar o financiamento. 

O quadro Economia Fácil é exibido todas as quinta-feiras, no Notícia da Manhã. Veja abaixo os quadros das últimas semanas:

Economia Fácil: os 5 erros mais comuns na hora de começar um negócio

Economia Fácil: os prós e os contras de abrir uma franquia

Economia Fácil explica como funciona o Cadastro Positivo

Economia Fácil: é melhor pagar o IPVA à vista ou parcelado?

Economia Fácil: a renda fixa não rende mais como antes

Economia Fácil explica o que são dos Fundos Imobiliários

Economia Fácil: como o dólar afeta o bolso do consumidor brasileiro

Agência do INSS na João XXIII é reaberta para fazer somente perícia médica

Foto: Roberta Aline / Cidadeverde.com

A Agência da Previdência Social da Zona Leste de Teresina passou por uma reforma e foi reaberta na terça-feira (3). Ela será usada, exclusivamente, para o serviço de perícia médica. Lá não haverá atendimento ao público. Só serão atendidos segurados com perícias agendadas.

A APS fica na Avenida João XXIII, na Zona Leste de Teresina. Antes da reforma, a unidade atendia todo o público que precisavam dos serviços e benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS. 

"Como todo o atendimento passou a ser feito somente por Internet e pela Central Telefônica 135, aquela agência foi adaptada só para o serviço de perícia médica", explica o gerente executivo do INSS no Piauí, Daniel Lopes.

Segundo ele, na agência foram implantados 12 consultórios para atender a demanda dos segurados do INSS. "Uma equipe de 20 peritos médicos vai trabalhar no local, das 7 às 19 horas, em regime de revezamento, para atender as demandas desse serviço especializado.

 

PIB cresce 1,1% e fecha 2019 em R$ 7,3 trilhões

Foto: Pixabay / reprodução gratuita

O Produto Interno Bruto (PIB), divulgado nesta quarta-feira (4), pelo IBGE, fechou 2019 com crescimento de 1,1%, totalizando R$ 7,257 trilhões. Trata-se do terceiro resultado positivo, após as altas de 1,3% de 2017 e de 2018, que interromperam as quedas de 2015 e 2016. O PIB per capita variou 0,3%, em termos reais, alcançando R$ 34.533 em 2019.

“A maior contribuição para o avanço do PIB vem do consumo das famílias, que cresceu 1,8%. Pelo lado da oferta, o destaque foi o setor de serviços, que representa dois terços da economia”, analisa Rebeca Palis, coordenadora das Contas Nacionais do IBGE.

Resultados

O setor de serviços cresceu 1,3%, puxado por atividades de informação e comunicação (4,1%), atividades imobiliárias (2,3%), comércio (1,8%), outras atividades de serviços (1,3%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,0%) e transporte, armazenagem e correio (0,2%). A atividade de administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,0%) se manteve estagnada no ano.

Na indústria, a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos cresceu 1,9% em relação a 2018, puxada pelo crescimento de 1,6% na construção. Já o destaque negativo ocorreu em indústrias extrativas, com queda de 1,1% no ano. Indústrias de transformação ficaram estáveis em, 0,1%.

Na agropecuária, que tem um peso de apenas 5% no cálculo do PIB, os destaques foram lavouras como o milho, que registrou crescimento de 23,6% e expressivo ganho de produtividade; algodão (39,8%), laranja (5,6%) e feijão (2,2%). Em contrapartida, houve variação negativa em culturas como café (-16,6%), arroz (-12,6%), soja (-3,7%) e cana (-1,0%). O desempenho da pecuária em 2019 foi influenciado positivamente pelo estreitamento da relação comercial com a China, por conta da peste suína no país asiático.

Investimento sobe e poupança cai em 2019

A taxa de investimento no ano de 2019 foi de 15,4% do PIB, ligeiramente acima do observado no ano anterior (15,2%). A taxa de poupança foi de 12,2% em 2019 (ante 12,4% em 2018). Entre os componentes da demanda interna, houve avanço no consumo das famílias (1,8%), e na formação bruta de capital fixo, em 2,2%. O consumo do governo recuou 0,4%.

PIB avança 0,5% na comparação trimestral

No quarto trimestre de 2019, o PIB avançou 0,5% na comparação com o terceiro trimestre do ano, registrando o nono resultado positivo consecutivo nesta comparação. Os serviços e a indústria tiveram variação positiva de 0,6% e 0,2%, respectivamente, enquanto a agropecuária recuou 0,4%. Quando comparado ao quarto trimestre de 2018, o PIB avançou 1,7%, no décimo segundo resultado positivo consecutivo, após onze trimestres de queda nesta base de comparação.

4 em cada 10 brasileiros quer reduzir gastos em 2020, diz pesquisa

Foto: Roberta Aline / Cidadeverde.com

Três em cada 10 brasileiros (28%) deram adeus a 2019 no vermelho, segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Ainda assim, o cenário é positivo em comparação com o ano anterior: em março de 2018, a taxa de consumidores que não conseguiram pagar todas as contas chegou a 41%. Em 2019, 40% dos consumidores conseguiram ficar no zero a zero, ou seja, tiveram dinheiro apenas para pagar as contas, sem sobras, e apenas 18% ficaram no azul.

Mais da metade dos que viraram o ano no vermelho (51%) apontaram como principal motivo os altos preços dos produtos, que dificultaram a tarefa de liquidar as contas, ainda que os dados oficiais tenham indicado uma tendência de recuo da inflação ao longo dos meses. Também foram citados como obstáculos a queda da renda (23%) e a perda do emprego (21%).

Para evitar fechar 2020 na mesma situação do ano anterior, 39% dos brasileiros querem diminuir o nível de gastos, que envolvem desde despesas básicas como supermercado, água, luz e telefone, até itens considerados supérfluos, como lazer e vestuário. 

Esse desejo é impulsionado principalmente pelos preços elevados (46%), pela tentativa de economizar (28%) e pelo desemprego (25%). Enquanto isso, 41% dos consumidores pretende manter o mesmo nível de gastos dos meses anteriores, enquanto 13% acredita que vai elevá-lo, principalmente em decorrência do aumento do preço dos produtos e serviços (68%).

Comissão aprova MP que amplia 13º do Bolsa Família e estende para BPC

Foto: Rafael Zart / Ministério da Cidadania

A Comissão Mista que analisa a Medida Provisória do 13º do Bolsa Família aprovou o relatório do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), cuja versão torna permanente o 13º do Bolsa Família e estende a parcela extra também a quem recebe o BPC, que é o benefício da prestação continuada.

O governo é contra a medida, porque aumentaria os gastos públicos em R$ 7,5 bilhões. A MP segue agora para o Plenário da Câmara e, depois, para o Senado. O texto precisa do aval das duas casas até 24 de março.

O Bolsa Família vem sofrendo um enxugamento sob o governo Bolsonaro. O orçamento do programa em 2020 é de R$ 29,5 bilhões, bem abaixo dos R$ 32,5 bilhões desembolsados no ano passado. 

O governo ainda não sabe como vai ampliar a verba do programa para pagar a 13ª parcela neste ano e para atender a fila de espera de famílias que querem passar a receber o benefício.

Compensação

Para bancar os benefícios criados, o relator propôs uma mudança forma de tributação de fundos fechados de investimento, antecipando a cobrança de Imposto de Renda. Pelos cálculos, isso renderia R$ 10 bilhões e compensaria o aumento dos gastos assistenciais. 

A tributação antecipada se refere à taxação semestral dos rendimentos a cada seis meses, e não mais no resgate dos recursos do fundo fechado. A alíquota seria de 15%.

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