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Vendas no Dia dos Namorados crescem após 4 anos de queda

Foto: Divulgação / internet

As vendas parceladas no Dia dos Namorados deste ano cresceram 1,63% na comparação com o mesmo período do ano passado, sinalizando uma leve recuperação após anos seguidos de resultados no vermelho. 

As informações são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Essa é a terceira data comemorativa do ano em que as vendas a prazo apresentam crescimento: na Páscoa a variação positiva havia sido de 3,24% e no Dia das Mães, de 2,86%.

Histórico de quedas

Desde 2011, o ritmo do comércio para o Dia dos Namorados vinha desacelerando ano após ano, sendo que nos últimos quatro anos as vendas registram resultado negativo. 

As variações foram de -9,61% (2017), -15,23% (2016), -7,82% (2015), -8,63% (2014), +7,72% (2013), +9,08% (2012), +10,80% (2011) e +7,23% (2010).

Petrobras reduz preço da gasolina em 1,59% a partir de amanhã

Foto: Divulgação/Internet

 

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (13) redução de 1,59% no preço da gasolina. Com o reajuste, a partir de quinta-feira (14), o litro nas refinarias passará de R$ 1,9664 para R$ 1,9351. 

Na véspera, a estatal tinha reduzido o preço em 1,05%. Em junho já foram 6 quedas e 2 altas no preço da gasolina.

Em 30 dias, a alta acumulada é de 0,10%, mas desde o dia 8 de fevereiro, quando a Petrobras começou a divulgar os preços de referência nas refinarias, o avanço é de 6,52%.

Já o preço do diesel segue congelado em R$ 2,0316, conforme ficou estabelecido pelo programa de subvenção ao combustível anunciado pelo governo, que prevê redução de R$ 0,46 no preço do diesel por 60 dias.

Piauí adere à previdência complementar para reduzir gastos com aposentadorias

Foto: Arquivo Cidadeverde.com

Em reunião na Residência Oficial na terça-feira (12), o governador Wellington Dias (PT) e equipe de governo aprovaram a adesão do Estado do Piauí à Previdência do Nordeste. A adesão já havia aprovada pela Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). A iniciativa é uma previdência complementar que permitirá ao Estado reduzir os gastos com o pagamento das aposentadorias e pensões.

Para o governador, a política previdenciária aplicada pelo Piauí trará equilíbrios no futuro. “Eu sou grato à Alepi que aprovou as alterações, permitindo ao Piauí, assim como outros estados do nordeste, oferecer ao servidor as condições de uma previdência complementar. Ela é voluntária e depende de aprovação do servidor. Do outro lado, ele pode programar a aposentadoria. O objetivo é garantir lá na frente o equilíbrio da previdência do servidor público estadual”, explicou.

Após seguir os protocolos de convênio, o Estado aguarda agora o termo de adesão por parte da PrevNordeste, que será assinado pelo governador e secretários. Em seguida, o documento vai ser encaminhado à Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda que dita as normativas para as providências complementares.

O superintendente de Previdência do Estado do Piauí, Marcos Steiner, acredita que a tratativa da previdência complementar estará pronta até o mês de julho. “Somente a partir daí, os servidores que ingressarem em concurso público nos serviços do estado serão submetidos à nova regra da previdência complementar. Os atuais servidores permanecem na mesma regras, não são atingidos pela previdência complementar”, informou Steiner.

Estiveram na reunião gestores dos órgãos Secretaria de Planejamento (Seplan), Secretaria de Fazenda (Sefaz), Procuradoria Geral do Estado (PGU), Secretaria de Governo (Segov) e representação da PiauíPrev. 

Justiça libera privatização da Cepisa e mais quatro distribuidoras da Eletrobras

Foto: Arquivo/Cidade Verde

A liminar que "travava" a venda das distribuidoras da Eletrobras - incluindo a Cepisa - foi derrubada pela justiça, em mais um capítulo dessa novela que se arrasta desde novembro de 2016. 

O desembargador Fernando Antonio Zorzenon da Silva, presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, com sede no Rio de Janeiro, acatou pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para suspender a liminar da juíza Raquel de Oliveira Maciel, da Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro.

A juíza havia condicionado a venda das distribuidoras à apresentação de um estudo sobre o impacto da privatização nos contratos de trabalho. A ação havia sido movida pelos sindicatos e a Eletrobras teria que apresentar o estudo em até 90 dias.

A decisão de derrubar a liminar, tomada na segunda-feira (11), envolve a Amazonas Distribuidora de Energia S.A. (Amazonas Energia), as Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron), a Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), a Companhia Energética de Alagoas (Ceal) e a Companhia Energética do Piauí (Cepisa).

Risco de apagão

No pedido de suspensão da liminar, a AGU ressaltou que decisão da juíza colocava em risco o abastecimento de energia elétrica no Piauí, Alagoas, Acre, Rondônia, Amazonas e Roraima. “A alienação permitirá que a Eletrobras transfira sociedades ainda deficitárias, porém minimamente saneadas, para a iniciativa privada, com a manutenção da prestação do serviço público e de empregos”, argumentam.

A Advocacia-Geral também advertiu que se a venda dessas empresas não fosse feita até o dia 31 de julho deste ano, a Eletrobras seria obrigada "a liquidar as distribuidoras, o que será muito mais prejudicial aos empregados”.

Alegações do desembargador

Zorzenon, ao suspender a liminar, levantou dúvidas relativas à competência de Raquel Maciel para analisar o caso, uma vez que as distribuidoras que serão vendidas não estão localizadas no estado. O desembargador também assinalou que é prematuro alegar que há ameaças aos direitos trabalhistas dos empregados da Eletrobras antes mesmo da publicação do edital de privatização, que deverá disciplinar como ficarão os contratos de trabalho atuais. E que, conforme a AGU havia argumentado, a legislação trabalhista brasileira (artigos 10 e 448 da CLT) já prevê a preservação dos direitos trabalhistas em casos de transferência de controle de empresas.

61% dos brasileiros desperdiçam alimentos semanalmente

Pesquisa sobre desperdício de alimentos aponta que 61% brasileiros descartam, semanalmente, um ou dois alimentos em perfeito estado. Quase metade (49%) dos entrevistados assumiram fazer isso diariamente. O levantamento foi feito pela empresa Unilever, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU). Feita em escala global, a pesquisa ouviu 4 mil pessoas, sendo 2 mil norte-americanos, mil brasileiros e mil argentinos, com idades entre 18 e 64 anos, no período de agosto a setembro de 2017. Os participantes são responsáveis ou estão envolvidos no processo de decisão de compra e preparo da comida.

Problema Nº 1: cegueira de geladeira

Chamado de “cegueira da geladeira”, o hábito de não ver ou ignorar alimentos, é visto como um dos vilões do desperdício. Quem compra e desperdiça assume que o grande problema é a falta de inspiração (81%). Muitos olham para a geladeira, mas não sabem o que cozinhar ou comer (78%).

Problema Nº 2: comprar muita comida

Outros vilões apontados pela pesquisa são comprar comida além do necessário (54%), pais que adquirem opções extras para satisfazer o gosto de diferentes membros da família (37%) e compra de alimentos diferentes dos habitual para testar, que acabam não agradando (31%).

Mais desperdiçados

Os tipos de alimentos mais desperdiçados são os perecíveis, como saladas (74%), vegetais (73%) e frutas (73%). Na hora de decidir se joga ou não fora, o brasileiro leva em conta cheiro e aparência (85%) e prazo de validade expirado (83%).

 

Segundo a ONU, por ano, são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos no mundo. No Brasil, são descartadas cerca de 41 mil toneladas diariamente, o que daria para alimentar 25 milhões de pessoas por dia.

Workshop para lojistas abordará resultados da comunicação eficiente

Foto: Internet/divulgação

Dando continuidade à série de workshops de preparação para a campanha Liquida Teresina, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Teresina, em parceria com o Sebrae, realizará nesta quarta-feira (13), o workshop “Comunicação eficiente. Resultados Eficazes”, que será conduzido por Adelmo Freire, professor de comunicação profissional do Instituto Superior de Administração e Economia da FGV. 

A campanha movimentará as vendas do Centro, bairros e shoppings, com descontos de até 70%. Os consumidores ainda concorreram a prêmios, sendo o principal deles um Hyundai Creta, 0 km. 

E por falar na Liquida Teresina, o presidente da CDL, Evandro Cosme, recebeu na sede da entidade o secretário municipal de desenvolvimento econômico e turismo, Venâncio Cardoso. Na ocasião, o secretário reforçou o comprometimento da Prefeitura de Teresina com a campanha.

Foto: Ascom/CDL

29% dos brasileiros gastarão com presente, mesmo tendo dívidas

Importante data do calendário lojista, o Dia dos Namorados deve levar 62% dos brasileiros às compras. Estima-se que aproximadamente 93,5 milhões de brasileiros devem presentear alguém neste 12 de junho, o que deve injetar aproximadamente 15,6 bilhões de reais na economia. 

As informações são do SPC Brasil e da CNDL.

Dados da sondagem ajudam a derrubar o estigma de que casais deixam de se presentear após o casamento. Quando a pesquisa investiga quem será a pessoa presenteada, o esposo ou a esposa aparecem em primeiro lugar, com mais da metade das respostas (64%), sendo a intenção de presentear maior entre os homens (69%). Em segundo lugar no ranking dos mais presenteados, aparecem os namorados (30%) e, na sequência, os noivos (5%).

Quanto gastarão

A maior parte (36%) dos entrevistados deve gastar a mesma quantia que no ano passado, enquanto 21% projetam desembolsar mais e 17% pretendem diminuir o valor gasto. 

Em média, o consumidor brasileiro deve desembolsar R$ 166,87 com os presentes do Dia dos Namorados, sendo que esse valor aumenta para R$ 225,18 entre as pessoas das classes A e B. Importante notar que 25% ainda não decidiram o valor que será gasto.

Formas de pagamento

De acordo com os entrevistados a principal forma de pagamento será o pagamento à vista com 58% de citações, com destaque para o dinheiro em espécie (39%) e cartão de débito (18%). Outros 37% devem utilizar o cartão de crédito e apenas 2% boleto bancário. Entre os que vão dividir as compras, o número médio de prestações varia entre três e quatro. 

Fotos: Divulgação/internet

Presentes mais procurados

Neste ano, os presentes mais procurados por quem vai presentear devem ser as roupas (41%), perfumes ou cosméticos (34%), calçados (22%) e jantares (18%). Completam o ranking os bombons e chocolates (17%) e acessórios, como bijuterias, cintos, óculos e relógios (17%). Outras opções de presentes que os entrevistados consideram fazer na tentativa de economizar nos gastos são fazer um jantar romântico (49%), um café da manhã (32%)e passeio ao ar livre no final de semana (24%).

Endividados, mas apaixonados

Para agradar o parceiro ou a parceira, parcela considerável dos consumidores não darão a devida importância a compromissos financeiros já assumidos: três em cada dez entre os que pretendem comprar presentes (29%) revelam que irão às compras mesmo possuindo contas em atraso atualmente, especialmente respondentes das classes C, D e E (33%). Além disso, 8% deixarão de pagar alguma conta para comprar o presente da pessoa amada. Entre os consumidores que estão com contas em atraso, 72% também estão com seus CPFs negativados em serviços de proteção ao crédito, principalmente respondentes das classes C, D e E (75%).

Inflação do aluguel sobe para 1,5% na prévia de junho, diz pesquisa da FGV

O IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado), usado no reajuste de contratos de aluguel, subiu para 1,5% na primeira prévia de junho contra 1,12% de maio. O índice acumula inflação de 5% no ano e de 6,53% em 12 meses, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (11) pela FGV (Fundação Getulio Vargas). A alta da prévia do IGP-M de maio para junho foi influenciada pelos preços no atacado e no varejo. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, passou de 1,58% na prévia de maio para 2,06% na de junho.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,21% para 0,54% no período. Por outro lado, o Índice Nacional de Custo da Construção, terceiro subíndice que compõe o IGP-M, caiu de 0,38% na prévia de maio para 0,18% em junho. A primeira prévia de junho do indicador foi calculada com base em preços coletados entre os dias 21 e 31 de maio.

Entenda o projeto que pode aumentar multa para quem desiste de imóvel

Foto: Franco Consultoria

O Senado Federal vai analisar um projeto de lei que regulamenta a desistência da compra de um imóvel na planta. 

A proposta foi aprovada na última quinta-feira (7) pelos deputados  e aumenta - e  muito - a multa do chamado "distrato". Ou seja, vai pesar mais para o consumidor que desistir da compra.

Hoje as construtoras ficam com 10% a 25% do valor pago por quem desistiu da compra do imóvel na planta, seguindo o entendimento do Superior Tribunal de Justiça. 

Com as novas regras aprovadas na Câmara, se o comprador desistir do imóvel ou parar de pagar as prestações, a construtora ou empresa responsável pela obra vai ficar com até metade do dinheiro pago pelo comprador. 

Saiba mais sobre o assunto no quadro Economia Popular, do programa Acorda Piauí, na Rádio Cidade Verde.

 

Greve dos caminhoneiros faz previsão do PIB cair para menos de 2%

Foto: Divulgação/Internet

A greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias no mês de maio, provocará uma queda expressiva no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro - é o que prevê o mercado financeiro.

No Boletim Focus desta semana, as estimativas já revelam uma economia mais fraca, com baixo ritmo de crescimento e inflação mais alta. O PIB, segundo os economistas, não deve chegar a 2%, e esta é a sexta queda seguida do indicador. Há três meses, a expectativa do PIB estava em 2,51%. Veja os detalhes:

PIB 
- 2018: estimativa caiu de 2,18% para 1,94%. 
- 2019: estimativa caiu de 3% para 2,80%.

INFLAÇÃO
- 2018: estimativa avançou de 3,65% para 3,82% (portanto, dentro da margem de tolerância da meta, que é entre 3% e 6%).
- 2019: estimativa subiu de 4,01% para 4,07%.

(Lembrando que o sistema de metas para a inflação em 2019 é entre 2,75% e 5,75%).

JUROS
- 2018: estimativa mantida em 6,5% até ao final do ano. Atualmente, a Selic está nesse patamar.
- 2019: estimativa mantida em 8% ao ano. 

DÓLAR
- 2018: estimativa estável em R$ 3,50.
- 2019: estimativa estável em R$ 3,50.

BALANÇA COMERCIAL
- 2018: estimativa subiu de US$ 57 bilhões para US$ 57,15 bilhões de resultado positivo.
- 2019: a estimativa subiu de US$ 49,3 bilhões para US$ 49,6 bilhões.

INVESTIMENTOS
- 2018: estimativa recuou de US$ 75 bilhões para US$ 71 bilhões .
- 2019: estimativa recuou de US$ 80 bilhões para US$ 77 bilhões.

O Boletim Focus é realizado semanalmente, ouvindo especialistas de mais de 100 instituições financeiras. O resultado é divulgado todas as segundas-feiras pelo Banco Central.

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