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Eu me recuso a morrer

É preciso continuar a lutar, a andar, a ter fé na vida e nas pessoas, é preciso continuar a cantar, a sonhar, a sorrir. É preciso continuar a viver, por isso eu me recuso a morrer.

 

O caminho do prazer

O quanto de energia você está colocando nas coisas erradas? Qual é o seu verdadeiro caminho? Quem tem QI? Quem tem sorte? As vezes o universo resolve dizer sim e tudo dá certo. Mas muitas vezes é só dificuldade. E aí?

Quebrando as correntes

Quantas amarras nos prendem, nos limitam e nos fazem sofrer por tanto tempo? A partir de um texto de autor desconhecido, Mellodi interpreta com emoção, fazendo um ritual de libertação das mágoas, do  passado, das dores, das vaidades, das exigências, num ato de humanidade e desapego.

Eita, como a gente se enrola!

Quantas atitudes diárias temos que tomar mas enrolamos, procrastinamos, se justificando nas condições climáticas, no momento psicológico, no financeiro? As vezes coisas bobas e diárias, as vezes coisas sérias como o caso da saúde. `As vezes coisas burocráticas como documentos, e por ai vai.  Estamos no inicio de uma ano, seria bom aproveitarmos para resolver pendências. E podemos começar por pequenas ações.

Chamando atenção a qualquer custo

Que necessidade é essa nossa de chamar atenção a qualquer custo? Por que não sabemos não ser o centro das atenções? Por que usamos até as tragédias e a dor alheia para aparecer? Será que temos uma boa estima quando somos midiáticos em demasia? Por que chamar a atenção pelo negativo? Pelo provocativo? Pelo drama? Será que não se trata de um transtorno de personalidade? Vamos falar sobre isso.

Eu falo uma coisa, ele entende outra

Às vezes falamos ou escrevemos uma coisa, e o outro entende algo completamente diferente! Como fazer para que nossa colocação não seja distorcida? Que mistério existe entre a minha fala e o seu ouvido, a sua fala e o meu ouvido? Falar ou Calar? Quem tem razão?  

Fui trocada por um celular

Quem nunca sofreu um Phubbing? Phubbing é o ato de ignorar ou deixar de conversar com alguém por estar focado no celular. A sensação de ter o celular  como um aparelho inseparável e vital transforma a maneira como nos relacionamos e pode ser muito ruim e trazer prejuízos em todas as áreas. O mais grave disso é que, hoje em dia, o celular entra como terceiro elemento. Você não consegue mais estar só com seu  amigo ou parceiro. E ainda há uma fobia em que as pessoas não podem perder nada, porque acham que isso as coloca fora dos acontecimentos. Essa necessidade de estar sempre 'por dentro' de tudo e o medo de ficar sem celular também têm nome: nomofobia. Quem nunca?

"A Medicalização da Tristeza"

"Hoje, brigar com o marido, sair do emprego, qualquer motivo é válido para se dizer deprimido. Mas o sofrimento não significa depressão.  Não se pode mais ficar entediado, aborrecido, chateado, porque isso é imediatamente transformado em depressão. É a medicalização de uma condição humana, a tristeza. É transformar um sentimento normal, que todos nós devemos ter, dependendo das situações, numa entidade patológica. "  Video Inspirado numa conversa com o Psicanalista Edson Barbosa que ministra palestras sobre o assunto.

Pra nossas mulheres

 De onde vem minha força? O que é o sagrado feminino? Até que ponto minha herança genética e ancestral me guia?  Minhas avós, minhas bisavós, minha mãe, minhas tias, quem são essas mulheres em mim?  Como reativar minha reverência à natureza? Mulheres correm mesmo com lobos?

O peso da escolha

Toda escolha inclui uma perda. Resta saber qual escolha nos representa melhor, e qual perda suportaremos melhor. E mesmo apesar dessa escolha inevitável no nosso dia a dia, é preciso viver sem medo, se lançar nas coisas, sabendo que colheremos frutos dessa escolha sim, mas também estamos sob a égide do imponderável, e das forças do universo. 

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