Cidadeverde.com

"A Medicalização da Tristeza"

"Hoje, brigar com o marido, sair do emprego, qualquer motivo é válido para se dizer deprimido. Mas o sofrimento não significa depressão.  Não se pode mais ficar entediado, aborrecido, chateado, porque isso é imediatamente transformado em depressão. É a medicalização de uma condição humana, a tristeza. É transformar um sentimento normal, que todos nós devemos ter, dependendo das situações, numa entidade patológica. "  Video Inspirado numa conversa com o Psicanalista Edson Barbosa que ministra palestras sobre o assunto.

Pra nossas mulheres

 De onde vem minha força? O que é o sagrado feminino? Até que ponto minha herança genética e ancestral me guia?  Minhas avós, minhas bisavós, minha mãe, minhas tias, quem são essas mulheres em mim?  Como reativar minha reverência à natureza? Mulheres correm mesmo com lobos?

O peso da escolha

Toda escolha inclui uma perda. Resta saber qual escolha nos representa melhor, e qual perda suportaremos melhor. E mesmo apesar dessa escolha inevitável no nosso dia a dia, é preciso viver sem medo, se lançar nas coisas, sabendo que colheremos frutos dessa escolha sim, mas também estamos sob a égide do imponderável, e das forças do universo. 

Amar e ser livre

O cerne de todas as questões da sociedade mora nas relações afetivas sexuais. Repetimos padrões de sofrimento em nossas relações e reverberamos posturas e dores vida a fora. É preciso reconhecer esses pontos e experienciar relacionamentos com base na liberdade e na lealdade. Vamos evoluir?

Fazendo as pazes com o passado

A vida não tem cortes, a vida não tem a luz perfeita, o momento ideal, a vida não tem a trilha sonora que melhor embala. A vida se apresenta como ela se apresenta e vamos dentro de nossas possibilidades nos construindo. Não sabemos exatamente o que precisamos, e nos culpamos pelos erros, pelos caminhos e fugas de rota. Mas o serviço só se apresenta quando o homem está
 pronto pra servir. Vamos fazer as pazes com esse caminho?  

Quem não erra já morreu

Definitivamente somos falíveis, somos passiveis de erros, e nada, mas nada mesmo nos ensina mais que o erro. Se formos pensar bem, é de um absurdo total nossa relação com o erro, nossa exigência sobre-humana, nossa expectativa com os filhos, com os amigos, com nossos amores, colegas e até conosco. Não perdoamos quem erra, somos duros, cruéis, críticos severos. Nem mesmo nos perdoamos quando erramos. Não levamos em consideração as circunstancias os sentimentos, as dificuldades.

O ideal e o Real

Passamos a vida protelando nossos projetos em busca de um momento ideal, de condições financeiras ideais, sempre deixando  pra depois, pois não nos sentimos aptos, munidos, perfeitos. É impressionante como boicotamos nossa realização todo dia. E o que é isso? Eu respondo: MEDO!  

A Vida

"Depois de muitas quedas, eu descobri que, às vezes, quando tudo dá errado, acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo. "  (Mário Quintana)

  

 

 

Vem dizer tudo de novo

"Tanta gente se esqueceu que a verdade não mudou, quando a paz foi ensinada, pouca gente escutou. Oh, meu Amigo, volte logo, venha ensinar meu povo, o amor é importante, vem dizer tudo de novo."

 

 

Isso é muito cafona

Temos uma preocupação enorme em parecermos chiques, temos verdadeiro horror de sermos brega, cafona ou coisa parecida. Corremos atrás da moda, dos objetos, dos cursos de etiqueta social, queremos nos vestir da maneira mais atual, queremos nos diferenciar a qualquer custo. Mas o que é mesmo ser cafona? Pra mim hoje ser chique é ser antenado, é ser engajado, é ser humano, é ser social, é ser gente que respeita, cuida, que não ostenta.  Não estar nesse caminho é a maior cafonice.

Posts anteriores