Cidadeverde.com

Mário Faustino, o poeta piauiense que peitou Drummond e Vinícius

Ele viveu pouco: apenas 32 anos. E lançou apenas um livro: “O Homem e Sua Hora” (1955). Mas deixou uma forte marca na poesia brasileira, a tal ponto de ser identificado como o mais inventivo dos poetas da segunda metade do século 20. O autor de tal feito é o piauiense Mário Faustino, que chegou ao planeta Terra em outubro de 1930 e foi-se dessa em 1962. No pouco tempo que passou por aqui, deixou seu legado.

A partir de uma página no Jornal do Brasil, discutiu poesia, apresentou novos poetas (entre eles os irmãos Campos, do concretismo) e teve coragem de enfrentar (com consistência) nomes consagrados da época, como Carlos Drummond de Andrade e Vinícius de Moraes. Mário Faustino é o tema desta semana no Persona, o Podcast Cidade Verde que sempre traz uma grande personalidade. No Persona, a conversa sobre Mário Faustino é com o professor Carlos Evandro, que está lançando um novo livro sobre o poeta.

CONFIRA:
MÁRIO FAUSTINO: o poeta que peitou Drummond e Vinícius.

VEJA TAMBÉM:
JOSÉ MEDEIROS: o fotógrafo piauiense que assinou clássicos como Xica da Silva.
AMÉLIA BEVILAQUA:
depois dela, a Academia Brasileira de Letras nunca mais foi a mesma.
DAVID CALDAS: o piauiense que enfrentou o Império e a Igreja.
FRANCISCO FIGUEIREDO: o homem que veio do povo para mudar a política.