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Castelinho, o piauiense que, em plena ditadura, fez ressoar as vozes democráticas

O maior jornalista político brasileiro do século XX – talvez de toda a história – é um piauiense. Carlos Castello Branco, o Castelinho. Ele nasceu em Teresina e se projetou para o Brasil a partir do Rio de Janeiro. Depois desembarcou em Brasília para se tornar uma espécie de bússola do jornalismo político brasileiro, seguido pelos próprios políticos como uma referência indispensável.

Castelinho se notabilizou pelo rigor informativo, um texto magistral (que o levou à Academia Brasileira de Letras) e a defesa da liberdade. Comprometido com a democracia, prestou-se a presidir o sindicado dos jornalistas de Brasília só para ver os ”pelegos” longe da entidade. E Castelinho é o personagem desta semana no Persona, o podcast Cidade Verde que traz sempre uma personalidade que marcou época e a história de sua área.

O Persona sobre Carlos Castello Branco tem a participação da professora e pesquisadora Daiane Rufino.

Vale a pena ouvir esse episódio revelador.
CONFIRA:
CARLOS CASTELO BRANCO: o piauiense que, em plena ditadura, deu voz à democracia.  

CONFIRA TAMBÉM:
TORQUATO NETO: o piauiense que desafinou o coro dos contentes e deu conceito à Tropicália.
REIS VELOSO: o filho de Parnaíba que fez o Brasil pensar global.
MÁRIO FAUSTINO: o poeta que peitou Carlos Drummond e Vinícius de Moraes.
JOSÉ MEDEIROS: o fotógrafo piauiense que assinou clássicos como Xica da Silva.
AMÉLIA BEVILÁQUA: depois dela, a Academia Brasileira de Letras nunca mais foi a mesma.
DAVID CALDAS: o piauiense que enfrentou o Império e a Igreja.
FRANCISCO FIGUEIREDO: o homem que veio do povo para mudar a política.