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PMDB define cargos no governo, indiferente ao PP


Castro Neto: filho de Marcelo Castro deve voltar ao secretariado estadual

 

A cúpula do PMDB piauiense definiu com o governador Wellington Dias os cargos que ocupará no primeiro escalão do Estado. Até segunda ordem, está tudo fechado. A definição acontece em meio à quebra de entendimento entre o governador Wellington Dias e o PP do senador Ciro Nogueira. O PMDB assume quatro cargos, contemplando inclusive dois deputados estaduais – Pablo Santos e Zé Santana.

Segundo os entendimentos, o PMDB vai indicar Pablo para a Fundação Hospitalar (um desdobramento da Secretaria de Saúde), cabendo a Zé Santana o comando da SASC. Castro Neto, filho de Marcelo Castro e ex-secretário de Obras na gestão Wilson Martins, foi apontado para a direção do DER. A outra função acertada para o partido é o PCPR, que será ocupado por um nome indicado pelo deputado João Madison. Acredita-se que o anúncio dos novos nomes aconteça até terça-feira.

As mudanças no secretariado implicam em mudanças na Assembleia Legislativa. A ida de Zé Santana para a SASC significará a saída de Henrique Rebelo, que, mesmo suplente, passará a ocupar uma cadeira no legislativo estadual. A indicação de Pablo e Santana mexem na representação da aliança que inclui o PMDB. Os suplentes seguintes são Ismar Marques (PSB) e Mauro Tapety (PMDB).

Mas pode ser que apenas Ismar assuma cadeira na Assembleia, já que o governador Wellington Dias cogita retornar Flávio Nogueira Júnior (PDT) para o legislativo. Flávio Júnior, que em 2014 era da mesma aliança de PMDB e PSB, deixaria apenas uma vaga aberta, que caberia ao suplente do PSB.

Se Flávio Júnior realmente retornar para a Assembleia, a secretaria de Turismo voltaria ao seu primeiro ocupante, neste atual mandato de Dias: Flávio Nogueira, o pai.