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Chico Lucas, da OAB, é um dos desejos do PTC para 2018

Chico Lucas, presidente da OAB: um dos desejos do PTC como candidato à Assembleia Legislativa em 2018

 

O advogado Chico Lucas, presidente da OAB-Piauí, é um dos nomes da lista de desejos do PTC para as eleições de 2018. O deputado Evaldo Gomes, presidente do PTC no estado, tenta repetir uma fórmula de somar candidatos de votação mediana para assegurar a representação do PTC na Assembleia.

A estratégia de Evaldo, usada com êxito nas duas últimas eleições, ganha mais importância com vistas às disputa de 2018 por conta das possíveis mudanças na legislação eleitoral. A mais importante, desde a ótica do PTC, é o fim da coligação proporcional. Antes, Evaldo juntava pequenos partidos. Agora quer somar lideranças com votação de mediana para alta.

O nome de Chico Lucas aparece como uma das possibilidades. Dentro do partido avalia-se que o presidente da OAB tem feito uma atuação importante, abraçando temas da cidadania. Esta conduta é uma tradição na OAB, mas não deixa de render resposta popular. E, além de atrair Chico Lucas para o partido, Evaldo quer convencê-lo a disputar uma vaga na Assembleia Legislativa.

A lista de desejos de Evaldo Gomes não para aí. Segundo fontes próximas ao deputado, ele já manteve conversas com o suplente de vereador Paulo Roberto, hoje (mas desconfortável) no PTB e também com Henrique Rebelo, suplente de deputado pelo PT. O ex-vereador Antonio José Lira é outro nome cortejado pelo PTC.

Nas eleições passada, a coligação capitaneada pelo PTC somou ao redor de 120 mil votos. É um ponto de partida, um marco que Evaldo Gomes quer superar com os novos filiados. O projeto é criar as condições para sonhar com três vagas na Assembleia, uma meta ousada, já que o cociente eleitoral de 2018 é projetado para mais de 80 mil votos.

 

PTC contra lista fechada

O PTC nacional está se posicionando em relação à reforma política. Desde pronto, é contra a lista fechada. E a favor do fim da coligação proporcional. Ao mesmo tempo, o PTC defende a possibilidade de formação de Federações de Partidos – que mantém uma espécie de coligação proporcional, já que une partidos sem a necessidade fusão; mantém a identidade de cada um.