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PTC dá reforma por encerrada e mantém estratégia de 2014


Deputado Evaldo Gomes: sem acreditar no distritão, PTC retoma estratégia de unir pequenas legendas

 

O impasse sobre a reforma política está deixando em boa parte dos partidos a certeza de que nada mais vai mudar, pelo menos que altere substancialmente as regras da disputa eleitoral de 2018. Um que tem essa convicção é o presidente do PTC, deputado Evaldo Gomes. Diante disso, ele mantém a estratégia que vem adotando desde 2008, quando foi eleito vereador de Teresina;

O presidente do PTC sempre se mostrou um duro crítico do distritão - o sistema que elege os mais votados, independente de coligações ou partidos. Mas Evaldo avalia que a proposta está enterrada. Daí mantém a estratégia de antes: unir vários pequenos partidos que isoladamente não tem peso, mas que juntos conseguem somar voto suficiente para eleger representantes no Legislativo. Foi assim em Teresina nas eleições de 2008, 2012 e 2016. Foi também assim na disputa para a Assembleia Legislativa em 2010 e 2014.

E agora Evaldo quer que a receita seja levada adiante em 2018. Com a diferença: desta vez olha não apenas para a Asssembleia Legislativa, mas também para a Câmara dos Deputados. Nos cálculos do deputado, a coligação encabeçada pelo PTC poderá eleger três estaduais e um federal. Para a Câmara, os nomes em destaque são os de Marcus Vinícius (PTC) e Osmar Júnior (PCdoB).

Evaldo terá que esperar as tentativas no Congresso, nesta terça e quarta-feira, no sentido de aprovar alguma mudança.