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Com candidato ao Senado, PTC apoia Regina e esquece Ciro


Marcos Vinícius é anunciado como candidato a senador pelo PTC, partido que escolhe Regina como seu segundo nome ao Senado

 

A Executiva estadual do PTC decidiu nesta quinta-feira à noite que terá mesmo candidato próprio ao Senado. Será o ex-prefeito de Novo Oriente, Dr. Marcos Vinicius. Na mesma reunião, o PTC decidiu que vai apoiar Regina Sousa (PT) como o segundo nome na disputa por vagas no Senado Federal.

A decisão significa esquecer a candidatura do senador Ciro Nogueira (Progressista), a única que até agora está assegurada na chapa majoritária do governo, junto com Wellington Dias (PT), que concorrerá à reeleição. “Regina é um grande nome, com uma história bonita e compromissos sociais inquestionáveis”, disse na reunião o deputado estadual Evaldo Gomes, presidente estadual do PTC.

O encontro da Executiva aconteceu nesta quinta-feira à noite. Também foi reafirmado o apoio à reeleição de Wellington Dias, o que não chega a ser nenhuma novidade.

No caso da candidatura de Marcos Vinícius ao Senado, ela terá o apoio da direção nacional do partido. Segundo avaliação feita na reunião, Marcos Vinícius tem uma campanha que vem recebendo apoio popular e empenho da militância. Essa mesma militância vai agora se empenhar também por Regina Sousa. A crença do PTC é que, como uma cara nova, o candidato ao Senado apresentado pelo partido pode corresponder a um sentimento de mudança alimentado pelo eleitor.
 

‘Chapa pura’ para deputado estadual

O encontro do PTC decidiu ainda que vai disputar vagas na Assemblei Legislativa, em princípio, com chapa pura. A decisão rejeita a ideia de integrar um “chapão” unindo todos os partidos governistas em uma mesma aliança. O cálculo do PTC é que pode eleger até três deputados concorrendo sozinho ou com outros pequenos partidos. A decisão contraria interesses de partidos como Progressista, MDB, PDT, PR e PSD.

Segundo ficou acertado na reunião da Executiva, o partido não se fecha inteiramente a alianças com outros partidos pequenos. Mas fica sacramentado o afastamento do “chapão” defendido pelos maiores partidos aliados do Karnak.

Quando a deputado federal, o partido admite disputar sem aliança. Mas nesse caso se mostra mais aberto a entendimento com outras siglas.