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‘Chapinha’ de Elmano aposta na eleição de um federal


Joninha: vereador integra a "Chapinha do Elamano", que alimenta esperança de eleger um deputado federal em 7 de outubro

 

Com altos índices de indefinição, a disputa por cargos majoritários não ganha muita atenção do eleitor. Mas se os votantes desdenham, os partidos dão especial atenção a essas disputas, sobretudo a que vai definir a composição da Câmara. O entendimento é que a governabilidade passa pela Casa e o governo – de quem quer que seja o presidente – passa pelo humor dos deputados: o governo é o que o Congresso deixa.

De olho nessa lógica, os partidos investem na eleição para a Câmara. No Piauí, o cálculo é que a aliança governista será a grande vencedora, com projeção de ter sete dos dez piauienses presentes na Câmara Baixa. Das alianças da oposição, têm maior potencial as ligadas às candidaturas de Luciano Nunes e de Dr. Pessoa. Mas a “Chapinha” ligada a Elmano Ferrer (Podemos) também sonha. E espera fazer um deputado federal.

O cálculo na coligação formada por diversos pequenos partidos é que a sobra deve garantir esse lugar. Isso porque a legislação mudou e, agora, um partido ou coligação pode eleger deputado sem precisar atingir o quociente eleitoral. Basta entrar no cálculo das sobras.

A expectativa é que o quociente eleitoral para deputado federal esteja próximo de 170 mil votos. Esse patamar é resultado da divisão do número de votos válidos (atribuído a algum candidato ou ao número de legenda de um partido) dividido pelo número de vagas em disputa.

Na coligação de Elmano – que além do Podemos tem o PV, PRP, PHS, Avante, Rede, Patriota, PMN e PPS –, calcula-se que o grupo pode somar mais de 120 mil para deputado federal. Isso, avaliam, seria suficiente para entrar no cálculo das sobras. Entre os candidatos que disputariam o primeiro lugar da aliança estariam Cida Santiago (PHS), Joninha (Avante), Wagner Torres (PRP) e Idoneil Mesquita (PHS).