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Juiz, que lançou livro sobre eleições, diz que é preciso combater as milícias digitais

Com uma vasta experiência jurídica e eleitoral no Brasil, o juiz Daniel Vianna Vargas defende a confiabilidade no sistema eleitoral brasileiro. O magistrado concedeu entrevista para o programa Acorda Piauí, da Rádio Cidade Verde, e ressaltou que os discursos que visam colocar em xeque a credibilidade das urnas eletrônicas estão associados apenas pensamentos políticos e não técnicos.

“A questão da discussão de colocar em xeque eventual resultado é um discurso político. [...] Esse discurso político é livre, estamos em uma democracia, mas a desinformação através de mecanismos artificiais de milícias digitais,  isso a justiça eleitoral precisa combater para garantir à população o que sempre entregou: a igualdade entre os concorrentes e lisura nas eleições”, destaca o juiz.
Para promover a educação política e desmistificar os trâmites eleitorais no Brasil, Daniel Vargas e o Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Luis Felipe Salomão, lançam o livro “Eleições Brasileiras”. O título integra a coleção MyNews Explica!, da editora Almedina Brasil.

Com uma narrativa leve, a obra também relaciona o desenvolvimento social e as evoluções do sistema eleitoral no Brasil. Para isso, os autores têm como ponto de partida o princípio de que o voto reflete o modo de pensar dos cidadãos e resulta em escolhas que afetam o coletivo.

“O Brasil é pioneiro nessa entrega da organização das eleições para um órgão que não é de governo, é da justiça especializada. São 18 mil juízes no Brasil, desses, 3200 juízes eleitorais que trabalham nos municípios para garantir as eleições. Temos 430 mil urnas eleitorais. É uma história de sucesso trilhada há 70 anos”, afirma o magistrado.

Na entrevista, Daniel Vargas também explica a respeito das diferentes formas de auditoria das urnas e o porquê do voto impresso não ser algo necessário no atual sistema brasileiro.

 

Ouça entrevista do juiz no Acorda Piauí:

 

Se estivesse vivo, John Lennon completaria 81 anos neste sábado (9)

Recentemente, a música ‘Imagine’, de John Lennon, comemorou 50 anos. A canção está marcada na história do mundo como um hino de paz que ultrapassa gerações. Jonh Lennon foi o líder da banda mais popular da história, os Beatles, e se estivesse vivo, o eterno ídolo pop faria 81 anos neste sábado (9). Mas o seu legado permanece vivo, inclusive, em Teresina.

Na Santa Maria da Codipi, zona Norte de Teresina, um jovem foi batizado com o nome do astro por conta da paixão do pai pela música ‘Imagine’. Tem matéria completa exibida no quadro Fora da Curva, na Rádio Cidade Verde e Tv Cidade Verde, no programa Cidade Viva.

Confira:
 

Coco babaçu possibilita pesquisas em nanotecnologia e criação de startups no Piauí

Créditos: Thiago Amaral

 

Pesquisa feita pela Associação de Quebradeiras de Coco do Piauí, apenas na região do território dos cocais, mostra que 50 mil famílias sobrevivem do manejo da palmeira de babaçu, especialmente da quebra do coco, no Estado. Mas a planta nativa possibilita uma série de subprodutos, não apenas os derivados de forma primária. O babaçu é, também, fonte de muitas pesquisas nas Universidades piauieses, além de impulsionar o surgimento de startups e novos produtos.

O professor Rubens Silva Costa, coordenador de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação do Instituto Federal do Piauí (IFPI) de Oeiras, é um dos que explora as potencialidades do babaçu através da investigação científica. O docente está finalizando o doutorado em Ciência e Engenharia de Materiais, pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), e trabalha com a preparação de nanopartículas de carbono (C-dots) a partir da biomassa de babaçu. 

Créditos: Arquivo Pessoal

Professor Rubens Silva do Instituto Federal do Piauí (IFPI) e pesquisadora Lindalva de Moura Rocha na Universidade Federal do Piauí (UFPI)
 

Em reportagem especial divulgada na Rádio Cidade Verde, você também acompanha a trajetória da pesquisadora Lindalva de Moura Rocha, que há sete anos pesquisa as potencialidades do coco babaçu na UFPI.  Agora, através de recursos alcançados por edital de pesquisa, o Centelha, ofertado através da Fundação de Amparo a Pesquisa no Piauí, a Fapepi, a pesquisadora se prepara para lançar uma empresa voltada para área da indústria de alimentos, com atividades referente a ciência e a tecnologia de alimentos na produção de novos produtos utilizando o coco babaçu. 

Acompanha na íntegra a reportagem aqui: