Cidadeverde.com

Black Friday também é para as viagens. Ache as promoções

A política e a economia não param, mas essa semana o tema mais comentado é a Black Friday. As viagens não podiam ficar de fora dessas promoções. Separamos algumas informações para que hoje você adquira sua próxima viagem.

A CVC, que é a maior operadora de turismo brasileira está com desconto de até 50% de desconto em passagens para o 2º passageiro em vôos fretados pela empresa. Além disso, possui descontos também em cruzeiros pelo litoral brasileiro.

Agências de turismo online como Submarino, Hotel Urbano, Zarpo e Decolar estão com promoções que variam entre 40% e 50% para períodos próximos que incluem Natal, Ano Novo, férias de janeiro e Carnaval.

O site Catraca Livre fez uma pesquisa para identificar os 7 destinos mais procurados durante a sexta de promoções e identificou descontos para os locais. São eles: Porto Seguro, Amsterdã/Londres/Paris, Cancún, Bangcoc, Ilhéus, Porto de Galinhas e Orlando.

E para não perder a tradição, o site Melhores Destinos faz uma seleção dos descontos. Desde a meia noite eles atualizam os leitores das principais promoções que não consideram fraudes.

Evento em Teresina discute negócios familiares

Teresina é uma cidade de turismo de eventos e negócios. Semanalmente os auditórios da capital estão em movimento para palestras. Amanhã (22) acontecerá o Fórum Empresariar Family no Auditório da Fecomércio.

A intenção é discutir vários temas ligados à profissionalização de negócios familiares. Segundo dados do IBGE e Sebrae, mais de 90% das empresas constituídas no país são familiares. Um dos principais pilares da economia que representa 65% do PIB e 75% da força de trabalho. No entanto, pesquisas apontam que de cada 100 empresas familiares abertas e ativas, apenas 30 sobrevivem à primeira sucessão e cinco chegam à terceira geração.

O primeiro momento será a palestra de Cícero Rocha, um dos maiores especialistas em Gestão e Governança Corporativa em Empresas Familiares. Ele tentará passar seus conhecimentos sobre como remunerar os sucessores e sucedidos.

Na segunda parte do evento, os participantes conhecerão cases de sucesso e haverá momento para debates com o objetivo de trocar experiências.

Quem tiver o interesse em participar do evento pode fazer sua inscrição pelo site oficial

Reveillón de Barra Grande terá 5 dias de festa e será um dos maiores do Brasil

Foto: Raiane Lobão

O vilarejo de Barra Grande ano a ano aprimora sua festa de virada de ano. Para a chegada de 2018, a promessa é de que ela seja ainda melhor, estando novamente entre as melhores do Brasil. É o que diz o site da revista de cultura GQ. O destino atrai turistas que desejam uma praia mais tranquila, mas que ao mesmo tempo permite esporte radicais como o kitesurf. Aonde há menos movimento durante o dia, mas com uma noite diversificada. É o mesmo estilo de locais como Pipa, Canoa Quebrada e Jericoacoara, praias que já são sonho de consumo de turistas em todo o mundo.

Para aproveitar ainda mais esse paraíso, 3 agências de experiência se uniram para realizar o Piawaii, mistura de Piauí com Hawai. Os piauienses da BLR já haviam realizado o reveillón 2017 em Barra Grande. Para 2018, se juntaram às agências paulistas Multicase e TAJ que organizam grandes eventos na região sudeste e atendem grandes clientes do Brasil no seu segmento. Elas se encantaram ao conhecer o Piauí durante um evento de kite surf.

Além disso, as empresas produzem festas de renome e que serão trazidas para o Piauí. Não será apenas uma festa no dia 31, as atividades começam no dia 27. Neste dia, haverá a festa “Salve Guanabara”, seguindo os padrões da noite cariooca. No dia seguinte, vários DJ’s nacionais participam da festa “Sunglasses”, que acontece sob a luz do sol. No dia 29, Rodrigo Lampreia comanda a “Gandaia” e no dia seguinte terá a pool party “Tropical Tunes”. Para a noite de reveillón, as atrações ainda são surpresas, mas haverá serviço all inclusive, com open food e open bar premium.

Festa Salve Guanabara será realizada em uma das noites. Foto: Instagram

O sócio da BLR, Letício Dantas, explica também que há um olhar especial para a sustentabilidade. “Organização do trânsito, geração de empregos para a região, coleta de lixo e muitos outros assuntos estão sendo tratados para que o Piawaii deixe uma boa marca para os moradores de Barra Grande e não afete a natureza” explica Letício. Destaque também para os passeios e atividades esportivas disponíveis. Mergulho, kite surf, Wake board e treinos funcionais são apenas algumas das opções que serão em boa parte realizadas por profissionais do próprio vilarejo.

 

Vôos pela Europa por menos de 40 reais na RyanAir

Está com viagem marcada para a Europa? A Ryanair, uma das maiores companhias low cost do mundo, está oferecendo 250 mil passagens em trechos internos no Velho Continente a partir de 9,99 euros! A oferta é válida para reservas até o dia 12 de novembro em viagens entre janeiro e março de 2018.

Saindo de Porto, por exemplo, é possível encontrar trechos por apenas 9,99 euros para destinos como Frankfurt, Barcelona, Bordeaux e Madri. Também encontramos passagens por 9,99 euros de Milão para Paris, Luxemburgo e Estocolmo; e muito mais! Em alguns trechos, é possível encontrar trechos ainda mais baratos, como de Barcelona para Ibiza por 7,99 euros e Londres para Oslo por apenas £ 4.99! Acesse o site da Ryanair e confira!

Há ofertas saindo de vários destinos e é muito fácil encontrar os voos promocionais pelo sistema da Ryanair. Além disso, não é necessário comprar passagens de ida e volta – perfeito parta quem está montando um roteiro.

Antes de reservar, contudo, é bom ficar atento às taxas adicionais, sobretudo para despachar bagagem! Confira nosso Guia para viajar em companhias low cost europeias com tranquilidade!

Mais informações e reservas no site da Ryanair

Fonte: Blog Melhores Destinos

10 dicas para a primeira viagem à Ìndia

Não importa o quanto você leia ou pesquise sobre a Índia antes de viajar, sua primeira aventura no país mais populoso e colorido do mundo sempre será um soco no estômago. A não ser que você viaje envolvido em uma ‘bolha’ montada por alguma agência de turismo, é inevitável se ver cercado pelo caos, sujeira, pobreza, barulho, poluição, perseguições e achaques. Isso torna o país um destino ruim para se viajar? Não, isso exige que você se prepare bem e leia dicas da Índia antes de decidir embarcar. Assim como quase 100% dos viajantes ficam doentes por lá, os mesmos quase 100% são tocados pela beleza, espiritualidade e alegria do povo indiano.
‘Mas eu já viajei para capitais pobres da América Latina, não estou preparado para o que vou ver lá’? Absolutamente, não. Algumas questões são semelhantes, como os cuidados com a segurança e golpes, principalmente para as mulheres, mas em outras o buraco é bem mais embaixo. Você pode comer comida de rua na América Latina sem esperar grandes problemas, mas na Índia você pode acabar internado em um hospital – e não estamos falando de uma forma metafórica.
Você pode usar a roupa que quiser na América Latina e, no máximo, receberá um olhar torto de alguma católica da velha guarda. Na Índia, vestimentas justas ou curtas podem atrair desde comentários indecorosos ao pé do ouvido quanto despertar ofensas realmente graves se você estiver visitando um local sagrado. Falando em sagrado, lembre-se de respeitar as vacas, que são cultuadas por lá. E de levar sapatos que você possa jogar fora depois, pois onde há muitas vacas há toneladas de bosta de vaca…

Você pode caminhar por qualquer cidade da América Latina e, mesmo sendo identificado como turista, fazer seu passeio em paz. Na Índia, você não conseguirá dar dez passos sem ser abordado por pedintes, vendedores, motoristas, guias e pequenos golpistas que não só serão extremamente insistentes como chegarão às raias de persegui-lo e cercá-lo. Soa muito ruim à primeira vista, mas é só respeitar os costumes locais, ficar de olhos bem abertos e seguir algumas dicas da Índia que você não deverá ter grandes problemas. E incluirá um país único no seu currículo de viagens.

Dicas da Índia – Cuidado com dinheiro e cartões

Essa é uma máxima a ser seguida em todas as viagens, para qualquer lugar do mundo, mas especialmente em países pobres como a Índia. Não dê seu cartão de crédito ou débito para ninguém fazer pagamentos, nem o deixe à vista em cima de balcões de lojas ou mesas de restaurantes. Carregue dinheiro vivo em bolsos internos ou naquelas pochetes que ficam do lado de dentro da roupa.

Pesquise os preços das coisas antes de viajar, ou pergunte na recepção do hotel antes de sair para passear, assim você terá uma ideia se está sendo enganado ou não. Pechinche muito na hora de comprar e sempre confira o troco antes de sair da loja, restaurante ou bilheteria. Mesmo lugares oficiais, como a entrada do Taj Mahal, gostam de arrancar um dinheirinho do turista quando ele está distraído.

Dicas da Índia – Prepare-se para muitas fotos

Sendo um povo de feições únicas no mundo e de traços muito marcantes, os indianos são fascinados por tons de pele, olhos e cabelo diferentes dos deles. Isso gerou um hábito que pode parecer muito estranho em um primeiro momento: o de pedir para tirar fotos de você e com você. É claro que não é possível garantir que nunca haja segundas intenções no gesto, mas você perceberá que é uma grande diversão para eles, especialmente grupos de jovens e mulheres.

Alguns chegam a seguir você por vários minutos até terem coragem de pedir para tirar a foto, hehe. Às vezes, chamam a família inteira e até colocam o bebê no seu colo. O segredo é não se estressar e entrar na brincadeira, pedindo para tirar fotos com eles também. Se desconfiar que possa ser algo diferente, negue o pedido com educação e siga seu caminho. E nunca entregue sua câmera na mão de estranhos!
Dicas da Índia – Vista-se de forma adequada

O povo indiano é muito conservador, tanto pelos séculos de dominação árabe quanto pela religião do país, o hinduísmo. Mesmo em dias de calor extremo, você dificilmente verá indianos de bermuda, por exemplo. As mulheres, em sua grande maioria, usam trajes típicos ou vestidos longos. As que aderem aos trajes ocidentais tendem à calças compridas e camisetas. Ou seja, nada de trajes super justos, curtos, decotados ou mesmo ombros de fora.

Não existe nenhuma lei que te proíba de usar o que quiser quando for à Índia, mas tenha em mente que isso pode parecer um desrespeito aos costumes locais, especialmente se você for visitar templos ou outros pontos de cunho religioso. Para estes lugares e também para andar na rua, dê preferência a peças que cubram as pernas e os ombros. Dentro de atrações turísticas, pode tirar o casaco ou a echarpe e ficar mais à vontade.

Se for mulher e estiver viajando sozinha – ou com um grupo só de mulheres -, o cuidado deve ser redobrado. A Índia é um país onde a mulher ainda é considerada inferior e que registra muitos casos de estupro, até mesmo de turistas. Quanto mais coberta você estiver, menos olhares lascivos, sussurros ao pé de ouvido ou perigos maiores vai atrair.
Dicas da Índia – Evite abordagens na rua

Ser turista e tentar caminhar pelas ruas da Índia sozinho é praticamente uma odisseia de paciência. Identificados a quilômetros de distância só pelas roupas e tipo físico, os viajantes não costumam conseguir dar mais que 10 passos ser serem abordados por alguém com a recorrente frase ‘where are you from?’ (de onde você é?, em inglês). Essa é a deixa para tentar entabular uma conversação com você e atraí-lo para a sua loja, agência de viagens, restaurante, táxi, ‘tuk tuk’, riquixá etc.

Outros querem convencê-lo a comprar algum produto, pagar por um passeio guiado, pedir dinheiro ou mesmo tentar aplicar pequenos golpes. É claro que sempre há os que estão simplesmente conversando por pura curiosidade e que podem ser facilmente dispensados, mas são raros. A maioria é extremamente insistente e muitos chegam às raias de persegui-lo, puxá-lo pelo braço ou mesmo cercá-lo. Se tentar livrar-se deles de forma educada não funcionar, diga não de forma firme e saia andando para longe rapidamente.
Dicas da Índia – Procure um hotel com boas referências

Preço não pode ser o critério predominante na hora de escolher onde se hospedar na Índia. Evite hostels, mesmo se for um viajante super econômico, e deixe quartos compartilhados fora de cogitação. É difícil não cair na tentação, pois há muitas opções de hospedagem no país ridiculamente baratas. Mas sua prioridade deve ser procurar estabelecimentos que combinem segurança e higiene com um custo benefício razoável.

A melhor forma de fazer isso é pesquisando muito em sites de reserva de hotéis que mostrem as avaliações de outros viajantes sobre os lugares. Assim, você vai descobrir se ele é realmente limpo – pelo menos na medida do possível para a Índia -, seguro para os viajantes, se está localizado em uma boa região e se oferece serviços honestos aos turistas. É claro que, se você puder ser hospedar em grandes redes internacionais, não precisa ter essa preocupação. Já quem precisa viajar gastando pouco, deve tomar esse cuidado extra (confira nossas sugestões de onde se hospedar na Índia).
Dicas da Índia – Todo cuidado com higiene é pouco

Quase todo viajante já ouviu falar na famosa ‘Deli belly’, ou barriga de Déli em tradução livre, mais conhecida por estas bandas como ‘piriri indiano’. Embora o tom seja de brincadeira, pegar uma infecção alimentar na Índia pode virar assunto muito sério. Há casos em que o corpo recebe um choque tão grave que é preciso internação hospitalar, pois a doença simplesmente não se cura sozinha. E mesmo as que se vão por conta própria deixam seu corpo desidratado e fraco por dias, tirando todo o prazer da viagem.

Para (tentar) evitar que isso aconteça, procure um lugar com boas referências de limpeza para se hospedar, escalde seus sapatos sempre que voltar da rua, limpe as mãos com álcool gel sempre que achar necessário e não use a água da torneira para nada, nem mesmo escovar os dentes. Na rua, não coma ou beba nada que não seja industrializado ou não esteja devidamente lacrado. Só faça refeições no seu hotel ou em restaurantes indicado por ele ou por seu guia/agência de turismo. E tome cuidado onde pisa, pois ainda existe tuberculose na Índia e muitas pessoas escarram no chão.
Dicas da Índia – Respeite os costumes locais

Além da questão das roupas, que já falamos, é importante observar e respeitar outros costumes locais para não cometer gafes na sua viagem. Procure visitar templos e outros locais sagrados acompanhado de um guia ou acompanhante que conheça as regras do lugar. No Laxmi Narayan Mandir de Nova Déli, por exemplo, é proibido entrar usando sapatos ou tirar fotos. E você provavelmente terá que pagar uma propina aos seguranças para ter sua câmera de volta no fim da visita.

Já no Gurudwara Bangla Sahib, o templo sikh da capital indiana, é permitido portar câmeras, mas é preciso ficar descalço e usar uma bandana amarela na cabeça. Além disso, os casais não dão as mãos, se abraçam e muito menos se beijam em público na Índia, então não vá fazer isso você! A não ser em locais super turísticos, como o Taj Mahal. Já os homens da mesma família, sim, andam de mãos dadas, abraçados e demonstram muito carinho em público, então evite olhares de curiosidade ou estranheza.

E lembre-se de não mexer com as vacas, pois as mesmas são tão sagradas na Índia que, mesmo que uma delas pare no meio da avenida mais movimentada de Nova Déli, ninguém vai tentar tirá-la de lá para passar com seu carro. Essa é também a razão pela qual você não vai encontrar carne bovina para comer no país. Por isso, é bom também levar sapatos que você possa jogar fora depois, pois onde há muitas vacas há toneladas de bosta de vaca…
Dicas da Índia – Não viaje na época de chuva

A Índia é um dos países atingidos pelas monções, a estação de chuvas típica do sudeste asiático, de junho a setembro. Embora se espalhem aos poucos e com intensidades diferentes entre as várias regiões do país, as precipitações costumam atingir todo o território indiano no mês de julho, sendo o nordeste o lugar normalmente mais afetado. E não estamos falando de uma chuvinha à toa. As monções são responsáveis por 80% de toda a água que a Índia recebe do céu por ano.

Em 2015, inundações e deslizamentos provocadas pelas fortes chuvas deixaram mais de 180 mortos e um milhão de desabrigados. Vários rios transbordaram e causaram alagamentos, além de bloquear estradas e pontes. Não é um cenário bonito para fazer turismo, não é mesmo? Se quiser ver o céu azul reluzir sobre o Taj Mahal, já sabe quando não viajar à Índia: entre junho e setembro.
Dicas da Índia – Tenha sempre um trocado à mão

Todo indiano espera que você, como turista, pague gorjetas pelos serviços prestados. O motorista de táxi ou ‘tuk tuk’, o recepcionista do hotel, o carregador de mala, o garçom, o guia turístico, o remador do barco, o dono do elefante, o cara que tirou uma foto para você, que te deu uma informação etc etc etc. Alguns estabelecimentos proíbem tal prática entre os funcionários, mas nem sempre são obedecidos. Por isso, tenha um trocado sempre em mãos para dar e não se acanhe se ouvir que não é o suficiente. Nunca é.
Dicas da Índia – Brasileiros precisam de visto

Existem apenas 31 países no mundo que exigem visto prévio para a entrada de brasileiros em suas fronteiras, e a Índia é um deles. O documento pode ser solicitado de forma eletrônica através do site da embaixada, vale por 30 dias a partir da data de chegada na Índia, custa US$ 60 e permite uma única entrada via aeroportos no país. O pedido deve ser feito pelo menos quatro dias antes da data de desembarque na Índia e, no máximo, com 30 dias de antecedência.

O documento deve ser apresentado no momento da imigração, junto com um passaporte válido por pelo menos seis meses. Você precisa portar ainda o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela, a passagem de saída do país e meios de comprovar que tem dinheiro para a viagem. Você pode conferir aqui como fazer a vacina contra febre amarela e aqui como tirar visto de turismo para Índia passo a passo.

Fonte: Blog Escolha Viajar

Destinos turísticos se adaptam a portadores de necessidades especiais

Jangada acessível em Maceió

O prazer de viajar não tem limites. Esse desejo, que move o homem desde os primórdios, vem, a cada dia, impulsionando mais pessoas com alguma deficiência física ou mobilidade reduzida a colocar o pé na estrada, com muletas, acompanhadas de cão-guia ou em cadeiras de roda. Nada as impede de se encantarem com os atrativos, lançarem-se em aventuras e experimentarem novas sensações até no fundo do mar – o obstáculo, infelizmente, ainda está no fato de o destino escolhido estar ou não adaptado à altura desse viajante especial.

Mas essa realidade, já bem diferente na maioria dos países de Primeiro Mundo, começa a mudar também por aqui. Muitas cidades turísticas, como Socorro, no interior paulista, Maceió, Gramado, Foz do Iguaçu, Bonito e, entre outras, Fernando de Noronha, já são referência em destinos adaptados no país.

A maioria delas, contudo, ainda engatinha no quesito acessibilidade (embora garantida hoje por leis federais), porém, se quiser atrair esses potenciais visitantes, vai ter que se adaptar logo. Afinal, cerca de 46 milhões de brasileiros (24% da população) têm deficiência intelectual, motora, visual ou auditiva, apontou o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“No Brasil, nos últimos 15 anos, as pessoas com deficiência têm conquistado mais espaço na sociedade. E, com isso, saímos mais, viajamos mais, passeamos mais e acabamos fazendo com que os equipamentos de lazer, cultura e turismo estejam mais preparados para atender as nossas demandas específicas”, observou o professor universitário mineiro e doutor em educação Flávio Oliveira, que é cego, confirmando o que a pesquisa do Ministério do Turismo, realizada em 2013, já havia concluído: “há muitos viajantes frequentes”, dentre o contingente de pessoas com deficiência no país.

Destino acessível em Badajoz, na Espanha

Compartilhamento

No entanto, as pessoas com deficiência ainda se ressentem da falta de programas específicos. Até encontrar informações sobre destinos e atividades adaptados era difícil há alguns anos. A solução, encontrada pela graduada em letras e cadeirante mineira Laura Martins – com oito países no currículo, além de muitas capitais e grandes cidades brasileiras –, foi, há seis anos, criar o blog Cadeira Voadora para compartilhar suas experiências de viagens. “Agora, é um círculo virtuoso: eu incentivo as pessoas a viajarem, e elas me estimulam de volta”.

Por essa ocasião, o professor universitário e cadeirante paulista Ricardo Shimosakai também criou o blog Turismo Adaptado e, ainda, decidiu atuar no setor de consultoria em projetos de acessibilidade e de inclusão da parte física, a fim de “tornar mais fácil o dia a dia do viajante com deficiência”.

Sentimento de liberdade motiva mergulhadora

“Não é somente poder apreciar o fundo do mar, mas ter a sensação de liberdade, o fato de se sentir capaz e livre”, resume a relações públicas e cadeirante mineira Adriana Buzelin seu gosto pelo mergulho, atividade que veio a abraçar depois do acidente sofrido no início da década de 90.

Adriana se tornou, em 2012, a primeira mergulhadora com deficiência de Minas. E, de lá pra cá, já acumula quatro formações na modalidade. Além da carteirinha de praticante de mergulho autônomo adaptado, que conquistou na Scafo Escola, em São Paulo – a capital mineira não tem curso de mergulho específico para pessoas com deficiência –, Adriana também já possui os cursos nitrox (mergulho em grande profundidade, abaixo de 23 m), mergulho noturno e mergulho de naufrágios.

E o que é melhor: a marca de mais de 20 mergulhos, uma atividade que, se não bastasse o prazer em sí, a editora da revista online “Tendência Inclusiva”ainda associa com visitas a vários points privilegiados com recife de corais e naufrágios, tanto no Brasil como no mundo.

Na lista, estão destinos como Curaçau, Aruba e Bonaire, nas Antilhas, e Cabo Frio e Rio de Janeiro, no litoral fluminense, e Ilhabela e São Sebastião, em São Paulo.

“Para algo ser considerado acessível, tem que oferecer segurança e autonomia”, pondera a cadeirante Laura Martins

Fonte:Deficiente Ciente

5 dicas digitais para conhecer e apresentar melhor Teresina

Foto: MaxMilhas

Atualmente, a internet é uma parceira obrigatória para as viagens. Aplicativos, blogs, redes sociais e diversos outros itens ajudam a organizar passeios, descobrir os caminhos, conhecer os melhores restaurantes e muito mais.

Para Teresina não seria diferente. A capital possui diversos aplicativos, blogs e páginas em redes sociais que ajudam a conhecer melhor a cidade. Daremos 5 dicas para você conhecer melhor a cidade ou apresenta-la bem para suas visitas.

1 - Geleia Total - https://geleiatotal.com.br/

Facebook, Instagram, Youtube e site. O Geléia Total está em todas essas plataformas sempre destacando a cultura piauiense. Nesses locais sempre dão dicas de espaços culturais de Teresina e indicam espetáculos produzidos por artistas teresinenses. Importante para quem quer ter contato com a produção cultural da capital ou apresentar seus artistas para as visitas.

2 - Agenda Cultural The - http://www.agendathe.com.br/

Sempre que olho o blog carinhosamente chamado de AgendaThe eu penso: “Meu Deus! Quanta coisa acontece nesta cidade!”. Dicas de espetáculos, shows e festas para diversos estilos estão lá. Se quiser saber quem vai tocar nos restaurantes, teatros e diversos outros espaços, esse blog é o lugar certo.

3 - Delice

É um aplicativo recém lançado com uma listagem de dezenas de restaurantes da cidade. Ainda não são tantos mas já possui uma variedade interessante. No app é possível consultar o endereço, telefone, promoções, fotos e futuramente os cardápios

4 - Onde comer em The

É preciso ser bem focado na dieta para seguir essa página no Instagram. Eles visitam vários restaurantes, padarias e outros pontos de alimentação da cidade e dividem as experiências com os seguidores. Já tem um grande histórico de lugares e todas as fotos dão água na boca.

5 - Trip Horizonte Vertical

O grupo trabalha com adrenalina. A atividade mais tradicional é o Rapel na Ponte Estaiada aos domingos. No entanto, há grande variedade de opções como o temido Insano e viagens pelas cidades próximas. Acompanhe principalmente o Instagram

Dica Extra

Siga também 2 páginas oficiais no Facebook. A da Fundação Monsenhor Chaves, que cuida da cultura de Teresina, e da Secretaria de Cultura do Piauí. As duas compartilham a programação de suas casas como o Teatro 4 de Setembro, Casa da Cultura e Museu do Piauí.

Não deixe de consultar a agenda mensal publicada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo no site da Prefeitura também.   

 

Gostou do Hallowenn? Se planeje para 2018 com essas 5 dicas

Halloween já passou, mas se você curtiu planeje-se já para o próximo ano. Esta tradição de origem americana que é comemorada em todo o mundo converteu-se na oportunidade perfeita para passar uma noite divertida com os amigos e para transformar-se em um personagem que tanto admira e que sempre desejou imitar, nem que seja durante algumas horas.

Se no próximo ano você quer passar o Halloween em um lugar diferente, se inspire nestes 5 destinos que selecionamos para ti. Todos oferecem atividades divertidas e pensadas especialmente para esta noite em que os nossos maiores pesadelos saem as ruas.

Prepare-se para gritar “doces ou travessuras”, e desfrute das festas mais loucas na Noite das Bruxas.

1. Praga, “Bloody Sexy Halloween”

A noite “Bloody Sexy Halloween” é um evento espetacular e pitoresco que anualmente leva centenas de pessoas a Praga, a capital da República Checa. Os organizadores garantem uma festa memorável, com dançarinos com disfarces hiper-realistas e performances emocionantes. Há também um grupo de DJs que prometem manter o público acordado até que amanheça e um concurso para o melhor traje. Conclusão: um evento realmente original e divertido, para uma noite inesquecível de Halloween.

2. Condado de Meath, “Espíritos de Meath”

Meath é um dos 32 condados irlandeses, localizado a pouco quilómetros de Dublin, e parece ser o lugar onde tudo começou. Parece que a tradição de Halloween teve origem no Samhain, um antigo festival celta que se comemorava há mais de 2.000 anos e que ao longo dos séculos foi se transformando na festa que hoje conhecemos. Por esta razão, todos os anos em Meath é organizado um festival que merece uma visita se você é adepto de disfarces e ambientes escuros.

As opções são o concurso das melhores abóboras, dar um passeio pelo “hotel encantado” ou ouvir uma história de terror. 

3. Amsterdam, “Amsterdam Halloween Festival”

Um evento que nasceu com a convicção de que “o Halloween não pode durar apenas uma noite”, como podemos ler na sua página web.

O evento contará com diversas atividades como workshops para aprender a maquiar-se da forma mais assustadora, itinerários para dar uma volta em skate ou patins (obviamente disfarçados) ou um jantar de tapas espanholas com o tema de Halloween. Para os amantes do cinema, há também uma maratona noturna de filmes de terror.

4. Espanha, “Port Aventura”

O parque temático Port Aventura localizado em Salou, junta-se à festa de Halloween e oferece espetáculos de terror especiais e também introduz alguns elementos de decoração que metem medo.

5. Nottingham, “Nottingham Ghost Walk”

Em Nottingham há uma atividade que se realiza cada Sábado (às 19h) há mais de 22 anos. E como começou tudo? A responsável foi a médium Jenny Cruz que em 1993 começou a oferecer passeios pela cidade, parando em alguns lugares “especiais”, devido à sua atividade mais fantasmagórica e paranormal. O itinerário passa por vários lugares da cidade que incluem o Castelo de Nottingham, o Castelo Belvoir e a Abadia de Newstead, onde Jenny identificou a presença de fantasmas de algumas celebridades nacionais.

Obviamente, este é um tour muito solicitado na noite de Halloween. O tema é perfeito para a noite mais assustadora do ano… Se inscreva com antecedência no site.

Fonte: Blog Edreams

Grupo explora diversos pontos pouco conhecidos do Piauí

Grupo na Cachoeira da Formosa em União

O Piauí sempre foi lugar de desbravadores. Desde a pré-história, com os homens da Serra da Capivara, passando por questões duvidosas, como a vinda dos fenícios ao Norte do Piauí, e chegando aos terríveis bandeirantes. Sempre existiram pessoas percorrendo as várzeas e chapadas do estado.

Hoje essa situação não é diferente. Alguns grupos se reúnem nos finais de semana para conhecer diversos pontos únicos do estado. Um desses é o Pi Explore. Desde o começo do ano, os participantes fazem praticamente 2 ou 3 viagens por mês para locais tradicionais como Cachoeira do Urubu, Barragem do Caldeirão e Sete Cidades e lugares menos conhecidos como o Olho d’agua Frei Pedro, em Alto Longá e a Barragem do Bexiga em Altos.

Camping no Açude Caldeirão em Piripiri

O grupo foi iniciado por Ruthênio Júnior e Gil Samuel, 2 amigos de universidade e ex-militares. Ambos eram acostumados a fazer exploração e aliam o conhecimento técnico que receberam no Exército à vontade de se aventurar e conhecer diversos pontos do Piauí. Nas viagens, eles sempre vão equipados com equipamento de rádio, kit de primeiros socorros e materiais de segurança como cordas.

Geralmente, o grupo faz boa parte do percurso de carro, em seguida faz uma caminhada até a cachoeira, olho d’agua ou barragem e por fim acampa. Em um único fim de semana buscam conhecer 3 a 4 locais diferentes. “Por isso, ainda levamos conosco apenas pessoas que tenham disposição para caminhar bastante, fazer refeições leves e banhar em locais desconhecidos”, afirma Ruthênio. Para popularizar os locais no futuro, a cada ponto novo eles fazem uma catalogação bem detalhada. Anotam informações sobre o caminho, fauna, profundidade, tempo de percurso e outros itens importantes. 

 

Desbravadores em acampamento descansando para mais um dia de descobertas

O grupo divulga suas viagens na internet. Eles possuem um canal no Youtube, um blog e fan page no Facebook e Intagram com belas imagens e vídeos bem produzidos. Quem tiver interesse em participar das trips pode conversar com eles através das redes sociais.

Águas transparentes do Balneário 3 riachos em Monsenhor Gil

 

Aonde escutar fado em Lisboa?

O fado é tão importante na cultura portuguesa quanto as Grandes Navegações e os pastéis de nata, e precisa fazer parte da sua viagem portuga. Saiba quais são as melhores casas de fado de Lisboa.

Nascido em tabernas populares do século XIX, o fado é um ritmo bonito, emotivo e, às vezes, um tanto meloso e triste, que evoca despedidas, sofrimentos amorosos, saudade e situações típicas do cotidiano português. Ele é acompanhado pelo timbre da guitarra portuguesa, um instrumento dificílimo de ser tocado que tem seis pares de cordas. Nos últimos anos, o fado passou de música dos vovôs portugas para conquistar a juventude com novas vozes, como a da Carminho (que já cantou com Milton Nascimento).

Em Lisboa, há dezenas de casas de fado. Aqui vai minha pequena seleção. Em tempo: em TODAS é melhor ligar para reservar e checar se vai ter apresentação na noite que você quer ir.

MELHORES CASAS DE FADO DE LISBOA:

PARREIRINHA DE ALFAMA

A população de casais gringos que chega para o jantar denuncia a vocação turística do lugar (e também os preços altos), mas não tira seu valor histórico: fundado em meados da década de 1950, já recebeu nomões da música do país como Amália Rodrigues, Lucília do Carmo e Alfredo Marceneiro. As sessões de fado hoje também são de primeira. Sugestão acertadíssima para o jantar: queijo da serra da estrela de entrada e salteado de polvo com gambas de prato principal. Beco do Espírito Santo, 1, Alfama, ter/dom 20h/1h

POVO

Não é propriamente uma casa de fado, mas um restaurante de frutos do mar na moderninha Rua Cor de Rosa. O ambiente intimista, porém, acompanha bem as sessões de fado (às 21h ou às 20h, veja a agenda no site). Rua Nova do Carvalho, 32-36, Cais do Sodré, todos os dias 18h/2h

MASCOTE DE ATALAIA

Ambiente simples, decorado apenas com algumas fotos preto e branco que remontam às mais de cinco décadas de vida do lugar. Há fado de segunda a quinta, acompanhado de embutidos e bolinhos feitos na casa. Rua da Atalaia, 13, Bairro Alto, todos os dias 17h/2h

MARIA DA MOURARIA

Se eu fosse escolher um lugar para ir agora, seria este. Gosto que ele encarna a vibe mais contemporânea do fado, com itens como uma história em quadrinhos na decoração e um fofo pátio externo. Ao mesmo tempo, ele fica onde teria sido a casa da dona Severa, uma das primeiras entoantes do fado. Hoje, há sessões musicais de quarta a domingo. Petiscos e pratos acompanham. Largo da Severa, nº 2/2B, Mouraria, qua/dom 17h/2h

A BAIUCA

Uma taberna pequena no Bairro Alto que reforça a sensação de que fado é para se ouvir apertadinho. Os guitarristas se acomodam num canto e os fadistas vão entrando um após o outro – pode pedir ensopado de tamboril, a prata da casa, para comer, mas na hora das apresentações é preciso manter silêncio. Outro lugar tradiça, simples e baratinho. Rua de São Miguel, 20, Alfama, qui/seg 20h/0h

TASCA DO CHICO

As paredes do pequeno salão são cheias de recortes de jornais e fotografias antigas de fadistas colecionadas pelo proprietário Francisco Gonçalves. Mesinhas apertadas com toalhas xadrezes recebem desde idosos portugas a turistas europeus para ouvir os fadistas, que podem ser profissas ou simplesmente quem levantou com vontade de cantar. Não vá com fome: só há alguns petiscos e o serviço é lento. Está entre as casas de fado de Lisboa mais autênticas – é simples e barata (não se paga para entrar). Rua do Diário de Notícias, 39, Bairro Alto, todos os dias 17h/3h

Fonte: Blog Carpe Mundi

 

Posts anteriores