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Vistos eletrônicos aumentarão em 25% o número de turistas estrangeiros no Brasil

Os turistas australianos que desejarem visitar o Brasil poderão solicitar o visto de entrada no País a partir de 21 de novembro. A emissão do documento será via sistema eletrônico.

A concessão do visto deverá sair em, no máximo, 72 horas após a solicitação feita pelo turista. O benefício também é válido para viagens de trabalho.

Em janeiro de 2018, o sistema eletrônico começa a valer também para turistas canadenses, americanos e japoneses. Antes os turistas desses países gastavam tempo e dinheiro para se deslocarem até os Visa Centers e consulados brasileiros de seus países para solicitarem os vistos de entrada no Brasil.

“A facilitação de visto tem como objetivo reduzir a burocracia e, principalmente, alavancar a entrada de turistas estrangeiros no Brasil”, destacou o ministro do Turismo, Marx Beltrão. A expectativa do Ministério do Turismo é que a medida aumente a entrada de estrangeiros no Brasil em até 25%, conforme dados da Organização Mundial do Turismo.

Visas Centers

Demais acordos com mercados estratégicos para o Brasil, como Qatar e Emirados Árabes Unidos, deverão eliminar a exigência de vistos entre os dois países.

Já a China, que tem o maior mercado de viajantes do mundo, fechou acordo com o Brasil para a emissão de vistos de turismo e negócio com validade de cinco anos. Para atender à nova demanda dos turistas chineses, o Brasil vai ampliar de três para doze novos Visas Centers (centros de emissão de vistos) na China, no início do ano que vem.

Os Visa Centers reduzem, em média, de 45 para cinco dias o prazo de concessão de vistos.

Fonte: Portal Brasil

60% dos passageiros aéreos já não despacham bagagem. Passagens caem.

Em meados de junho deste ano, a aviação comercial brasileira passou a experimentar uma nova maneira de comercializar passagens, com a desregulação da franquia de bagagens. A expectativa das companhias era de que o preço médio das passagens sofresse uma queda. Três meses depois, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) mostrou que isso de fato aconteceu, Um estudo da entidade apontou queda entre 7 e 30% entre as empresas que adotaram as novas regras.

Mais da metade dos passageiros viajaram sem bagagens neste período. A maior parcela de clientes que não adquiriram franquia de bagagens ficou com a Gol (65%), seguida da Latam (63%) e Azul (60%). De acordo com a Abear, eles optaram por classes de tarifas até 30% mais baratas. No caso da Gol, houve um aumento de 50% no número de passageiros que não despacham bagagens em comparação com o mesmo período do ano passado – o que corresponde a 1 milhão de clientes. Na Latam, este número é de 900 mil.

“Na medida em que de fato os preços caem, abrimos espaço para ampliar a concorrência e a disputa”, afirmou o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz. “Quando houve a desregulação dos preços das passagens aéreas, em 2002, tínhamos 30 milhões de passageiros. Saltamos para 100 milhões em 2015. Neste período, os preços caíram 50%”, comparou.

Os dados da Abear são corroborados pelo relatório da Anac que mostrou que no primeiro semestre deste ano, as tarifas domésticas tiveram o menor preço da história: R$ 323,62 em média. Única companhia a não ter adotado ainda a cobrança de bagagens, a Avianca dará início a um novo modelo a partir da próxima segunda-feira (25), com a instituição de uma classe de tarifas sem a franquia de bagagens.

 

Fonte: Mercado e Eventos

Piauí cresce no Mapa do Turismo, mas precisa de mais hotéis e turistas

Apesar de ter a Serra da Capivara, São Raimundo Nonato e Coronel José Dias estão nas últimas categorias

Na semana passada, o noticiário local foi movimentado pela notícia de que o Piauí havia aumentado sua presença no Mapa do Turismo nacional. De 33 municípios, o estado passou para 77, crescimento de mais de 200%. Mas o que isso significa? Será que as cidades piauienses acordaram para o mercado turístico?

Em grande medida a resposta é positiva. Para fazer parte do Mapa, os municípios têm que atender aos seguintes critérios: ter um órgão responsável pelo turismo, ter orçamento para o setor e assinar um termo de compromisso do Ministério do Turismo. Ou seja, mais cidades do Piauí tem entidades do Poder Público dedicadas à atividade e tem dedicado verbas para investimentos. Evidentemente, é preciso analisar o conhecimento dos envolvidos na área e se o dinheiro está realmente sendo investido de forma correta, mas é uma boa sinalização.

Ao mesmo tempo, é preciso compreender que estar no Mapa do Turismo não significa que a cidade é turística. Como assim? É simples. O Mapa surgiu para basear programas de desenvolvimento para regiões turísticas e não apenas para municípios individualizados. Ou seja, um local pode não ser um destino, mas um fornecedor de alimentos, ou matéria-prima para artesanato e fazer parte do programa de regionalização. Não significa que, de repente, a praça ou o banho da sua cidade viraram atração turística nacional (ou pode ser também), mas que ela pode oferecer elementos necessários para alguma vizinha.

Classificação

Teresina é considerada a única cidade classificada na categoria A pelo Ministério do Turismo. Foto: Prefeitura de Teresina

Os municípios são divididos em 5 categorias: A, B, C, D e E. A divisão é feita baseada apenas em 4 critérios: número de pessoas ocupadas no setor hoteleiro, número de estabelecimentos de hospedagem, fluxo de turismo doméstico e fluxo de turismo internacional.

Apenas Teresina está na categoria A. Parnaíba também está solitária na categoria B. Na C já estão Campo Maior, Picos, Floriano, Corrente, Luís Correia e Piripiri. As demais 69 se dividem entre D e E. Importante destacar entre estas duas últimas, cidades com atrativos turísticos de grande potencial do Piauí. Entre elas: Castelo do Piauí e Juazeiro (Canyon do Poti), Pedro II, Piracuruca (Sete Cidades), Cajueiro da Praia (Barra Grande), Esperantina (Cachoeira do Urubu), Cristino Castro (Poços Jorrantes), Coronel José Dias e São Raimundo Nonato (Serra da Capivara), Amarante e Oeiras (Centros Históricos) e Santa Cruz dos Milagres (Polo Religioso)

Em resumo, várias cidades que possuem os principais pontos turísticos do Piauí estão nas últimas categorias. Sinal de que é necessário ampliar a rede hoteleira do estado e melhorar a atração de turistas, itens que andam em conjunto.  

Furacão Irma. Miami, Orlando e Caribe. Já posso ir?

Passado o Furacão Irma pelo Caribe, muitos turistas que haviam planejado fazer uma viagem para a região ainda estão na dúvida sobre como se encontram as cidades. Miami e Orlando recebem muitos piauienses a lazer e negócios e é importante viajar com a máxima segurança. Principalmente para quem pretende levar as crianças para realizar o sonho de conhecer a Disney e outros parques da Flórida, se informar é fundamental para não frustrar as expectativas.

Confira a situação dessas duas cidades e planeje melhor sua viagem.

Orlando

A cidade não fica no litoral da Flórida e por isso não sofreu muito com o furacão. Ao chegar no destino, ele já estava em grau 1, o mais baixo da escala que vai até 5. Por isso, desde o dia 11, a maior parte dos serviços da cidade já estavam reativados. Restaurantes, hotéis e o Centro de Convenções foram reabertos. Quanto aos parques, apenas 2 estão fechados. Os principais, como os temáticos da Disney e da Universal, Seaworld e Legoland, estão todos abertos normalmente. Inclusive, a partir do dia 25, começa a convenção da Microsoft na cidade. 

O destaque negativo é o Orlando Eye que não tem previsão de reabertura. Para mais informações, consulte seu agente de viagens, hotel, empresa aérea ou o site Visit Orlando

Miami

Para quem vai a Miami, a situação é mais difícil. Quando o furacão passou pela cidade litorânea estava na escala 4. Muitos bairros ainda estão sem energia e em processo de limpeza. Apenas a partir de hoje as escolas voltaram a ter aulas, ainda assim, com funcionamento especial. 

Se a viagem for a lazer, o ideal é tentar reagenda-la. No entanto, caso seja a negócios, apesar de haver a necessidade de estar aberto a contratempos, é possível ir ao destino.

Outros destinos

Várias cidades ainda estão com problemas de energia. Cuba é um exemplo.

Além de passar pela Flórida, o Irma causou estragos em várias ilhas do Caribe como Cuba e Barbuda. Para esses locais ainda não é recomendável viajar a lazer. Além dos destroços serem grandes, eles não possuem a mesma rede de proteção dos Estados Unidos. 

Além disso, está se formando uma outra tempestade no Oceano Atlântico que pode causar mais tragédias na região. Nos Estados Unidos, é provável que ela não passe pela Flórida, mas pela Carolina do Sul, estado que faz fronteira a norte com a região caribenha.

Feira de Turismo e Rota do Gavião são programa para o domingo

Amanhã (17) acontece mais uma edição da Feira de Turismo Rural da região da Cacimba Velha em Teresina. O evento reúne os pequenos, médios e grandes produtores rurais da região e possui diversidade de produtos. Hortaliças, frutos, bolos caseiros, comidas típicas, queijos, cajuína, animais e diversas outras opções de consumo.

Para quem deseja maior contato com a natureza, o interessante é explorar a Rota do Gavião. Alguns restaurantes, pesque e pague e sítios da região estão profissionalizando uma rota turística que mistura gastronomia, aventura, relaxamento e belas vistas. O blog deu uma conferida na feira que aconteceu em julho e você pode conferir algumas fotos abaixo.

Para chegar à feira é preciso ir até o final da Avenida Kennedy e no balão depois do Condomínio Aldebaran dobrar à direita. A praça em que o evento é organizado fica cerca de 2km depois do posto da Polícia Estadual.

 

 

 

Tailândia terá 6º maior prédio do mundo. País recebe 30 milhões de turistas por ano.

Bangcoc será em breve sede do sexto maior prédio do mundo. Após a aprovação do investimento privado, a capital da Tailândia ganhará uma torre de observação com 459 metros de altura, nova atração turística do destino asiático batizada de Bangkok Observation Tower (Torre de Observação de Bangcoc, em português).

O projeto é uma parceria entre o Bangkok Observation Tower Foundation junto à National Indentity Foundation, com mais de 50 organizações do setor privado colaborando para atingir os US$ 138 milhões investidos. O objetivo é fomentar o prédio como local comercial às empresas, além de também promover a Torre como destino turístico.

"Houveram 32,6 milhões de visitantes na Tailândia em 2016. Juntos, eles gastaram quase US$ 72 bilhões", revelou o presidente do Conselho de Turismo do país, Ittirith Kinglake. Segundo ele, a Torre faz parte do amplo planejamento para expandir o número de turistas para 41,5 milhões até 2020. O projeto ainda prevê a construção de uma linha ferroviária chamada de Golden Line.

A Torre de Observação de Bangkok será situada às margens do rio Chao Phraya, em um terreno de 6,4 mil metros quadrados que pertence ao Estado tailandês. De acordo com os responsáveis, a expectativa é de que a atração seja concluída ainda em 2019.

Fonte: Panrotas

Religiosos de diversas cidades se reunirão em Santa Cruz dos Milagres. Veja como participar.

Desde o dia 03 de setembro, Santa Cruz dos Milagres realiza os Festejos de Exaltação da Santa Cruz. O evento é um dos 3 mais importantes que acontecem na cidade e recebe anualmente milhares de fiéis. Na próxima quinta-feira é o encerramento da festa que terá procissão pelas ruas da cidade e presença do arcebispo Dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho.

Santa Cruz dos Milagres é o terceiro destino nordestino que mais recebe romeiros. O principal período é no final de abril quando acontece a Festa da Invenção da Santa Cruz. Os festejos são a época com a segunda maior chegada de turistas.

O evento faz referência à viagem de Santa Helena a Terra Santa em que ela descobriu sob escombros peças do sepultamento de Jesus Cristo. Além disso, o Padre William Vasconcelos organizou a exposição “Amostra de Arte Sacra Mariana –Acervo Mater Dei” com 53 imagens de Nossa Senhora. É uma mostra que ele levou por vários estados.

Foto: Assessoria do Santuário de Santa Cruz dos Milagres 

Veja algumas dicas para participar da Procissão de Encerramento que começa às 16 horas da próxima quinta-feira.

Como chegar

De carro – O caminho mais tradicional é pela saída Sul de Teresina. São 195km de estrada, sendo 108km pela BR-316 e o restante na PI-225. Os primeiros 80km tem tráfego intenso e todo o trecho está em boas condições.

De ônibus –Existem 4 saídas diárias de Teresina a Santa Cruz dos Milagres. As empresas são a Líder e a Arêa Leão. O preço da passagem custa em por volta de R$48 reais.

As romarias também são muitas. Entre em contato com a sua paróquia e organize-se. Pode ser mais divertido e evita o cansaço da direção.

Onde ficar

Esse é o grande problema da cidade. Não existem hotéis e pousadas que recebam os turistas com conforto suficiente. Então, nossa dica é um bate-volta, ou seja, ir e voltar no mesmo dia. A outra dica é que se promova programas para melhor estruturação das hospedagens em Santa Cruz dos Milagres. Por falta de hóspedes um hotel na cidade não faliria. 

Dicas

Algumas dicas da Paróquia da cidade para os romeiros:

- Ande sempre acompanhado e em lugares iluminados

- Tome bastante água, use protetor solar e esteja alimentado

- Não busque informações com desconhecidos. Procure estabelecimentos ou pessoas identificadas;

- Mantenha com você algumas informações como números do telefone, endereço da sua cidade de origem e do local onde está hospedado;

- Guarde bem seus pertences e documentos;

- Se você toma algum remédio, lembre-se de leva-lo consigo.

- Esteja descansado e use roupas leves;

- Evite carregar peso e muitos objetos pessoais;

- Jogue o lixo nos lugares indicados;

- Seja solidário e ajude aqueles que precisam;

- Reze o terço e coloque em intenção pela romaria;

 

 

Table Mountain e Cabo da Boa Esperança. Belezas naturais da África do Sul.

Eleita uma das sete maravilhas naturais do mundo, a Table Mountain – Montanha da Mesa – é parte fundamental da identidade da província de Western Cape, que se expandiu à sua volta. Dos seis distritos, Cidade do Cabo é a mais agraciada pela paisagem formada pelo imenso muro de pedra retangular, que inspirou Nelson Mandela durante os anos de prisão na Robben Island, distante 11 quilômetros do continente.
“Frequentemente, olhávamos para a baía e para a magnífica silhueta da Table Mountain”, disse Mandela em um discurso. “Para nós, em Robben Island, a Table Mountain era como um farol de esperança. Representava uma terra firme para onde um dia iríamos voltar.”

Subir a montanha em um dos bondinhos é parte essencial da viagem à África do Sul, experiência compartilhada por mais de 25 milhões de pessoas desde que o serviço passou a operar, em 1929. Cerca de 800 pessoas são transportadas por hora em bondinhos panorâmicos e giratórios com capacidade para 65 pessoas por vez.

A fila costuma ser longa, mas por causa da capacidade dos bondes, anda rápido. O ideal é chegar bem cedo. Os horários mais cheios são nos fins de semana, nos fins das manhãs e das tardes, uma vez que o pôr do sol é o momento mais disputado. Antes de ir até a montanha, a poucos minutos do Centro, é essencial checar a previsão do tempo, uma vez que o serviço é paralisado por causa de chuvas ou ventos.

A vista é exuberante. Em cima da montanha são três trilhas diferentes, que podem durar até 45 minutos. Para quem quer apenas apreciar a vista, um café e observatórios estão por toda parte. O ideal é ir com tempo, para contemplar a cidade, as rochas e a imensidão do oceano.

Cabo da Boa Esperança

Desde as aulas de história e geografia na infância, o Cabo da Boa Esperança povoa nossa imaginação como um ponto isolado, ao extremo Sul, com ondas e tempestades monstruosas, que, por muito tempo, afligiu navegadores europeus, que contornavam a costa africana para alcançar o Oriente. Por esse motivo e por fazer parte da história de ocupação do nosso próprio continente – Cristóvão Colombo, em 1492, chegou ao Novo Mundo ao tomar uma rota diferente daquela, por onde já haviam passado Bartolomeu Dias e Vasco da Gama –, visitar a Reserva Natural do Cabo (Cape Point) é parte indispensável da viagem.

Mais de cinco séculos depois, sabe-se que o Cabo da Boa Esperança – ao contrário do que indica a placa em inglês e africâner – não é o ponto mais ao Sul da África e, sim, o Cabo das Agulhas, a cerca de 150 quilômetros a Leste – o que não tira o encantamento de estar frente a frente com a história. Ali, Bartolomeu Dias batizou-o de Cabo das Tormentas, por causa dos ventos e tempestades, mas rebatizado Cabo da Boa Esperança, por dom João II, rei de Portugal, por prometer a tão desejada descoberta da Índia.

A reserva faz parte do Parque Nacional da Table Mountain, patrimônio natural da Unesco. Ao longo do parque, além de encontrar babuínos e avestruzes, estão faróis em homenagem aos principais navegadores. Além de visitar a ponta do cabo, outro passeio é a subida de funicular até o Farol da Ponta do Cabo, a 250 metros acima do nível do mar, construído em 1859. De lá, embora muitas vezes ofuscada pela neblina, a vista é deslumbrante, de rochas, vegetação e mar revolto.

PASSEIOS

» Table Mountain – A entrada para os bondinhos panorâmicos está a pouco mais de 10 minutos do Centro. No fim do ano, o primeiro bonde sobe às 8h30 e o último sobe às 19h e desce às 20h30. As tarifas são R 255 (R$ 62, ida e volta, adulto) e R 125 (R$ 31, de 4 a 17 anos). Consulte: tablemountain.net

» Cape Point – A cerca de 65 quilômetros do Centro da Cidade do Cabo. A reserva indica um transporte oficial de táxis (thegreencab.co.za), mas várias agências da cidade oferecem o passeio. A entrada na reserva natural custa R 125 (R$ 31 adulto) e R 65 (R$ 16, criança). O funicular para a Ponta do Cabo, o ponto mais alto, custa R 58 (R$ 14, ida e volta, adulto) e R 24 (R$ 6, crianças).

Fonte: POrtal Uai

1 destino, 5 dicas: Patagônia Chilena

Quem participa da seção hoje é o jornalista e professor universitário Alisson Dias Gomes. Viajante assíduo, ele conhece diversos países. Entre estes, alguns exóticos, como Jordânia, Marrocos e Croácia. No entanto, a dica é um roteiro da América do Sul mesmo. O destino é a Patagônia Chilena.

Dica 1 – A 8ª Maravilha do Mundo

Foto: Divulagação Turismo Chile

A região é para quem curte contato direto com a natureza. Lagos, glaciares e serras são cenário para quem curte muitas caminhadas naturais em locais pouco populosos. O maior destaque da região é o Parque Nacional Torres del Paine, formado por grandes formações rochosas em que o vento fez um trabalho artístico de encantar qualquer turista.

O local possui mais de 230 mil metros quadrados e fica a 154km de Puerto Natales, a cidade mais próxima. Em 2013, o parque venceu uma competição na internet e foi eleito a 8ª Maravilha do Mundo. Mais de 5 milhões de internautas participaram da votação que possuía cerca de 330 concorrentes.

Além disso, existem na região diversos outros atrativos. Para quem prefere cruzar a fronteira em direção à Argentina, o destaque é a pequena cidade de El Calafate. Lá está a geleira Perito Moreno, que possui 5km de comprimento e 60 metros de altura. Também do lado Argentino, pode ser feita a rota pelos fiordes patagônicos. O turista faz um cruzeiro de 3 dias entre Punta Arenas no Chile e Ushuaia na Argentina. Tudo isso margeado por muito gelo, icebergs e a fauna de um local que se auto denomina o fim do mundo, já que é a última fronteira com a Antártida.

Dica 2 – Planejamento é essencial

Foto: Divulgação Turismo Argentina

Pois bem. Tanto passeio em uma área razoavelmente difícil de deslocar, exige um ótimo planejamento. O parque Torres del Paine fica a 159km da cidade mais próxima. Apesar de ter hotéis dentro do destino, é preciso se organizar para fazer os trechos e conhecer mais atrativos.

Importante dizer que a infraestrutura de comunicações e de transportes é bem pequena. Muitos locais não possuem sinal de celular e as estradas não são recomendadas para carros de passeio pequenos. Além disso, diversos deslocamentos são feitos por variados meios. Alguns de ônibus, que não possuem muita frequência, outros de navio ou catamarã e também de avião.

No blog Viajem na Viagem você pode conferir dicas para vários trechos com links para os sites das empresas.

Dica 3 – Hospedagens

Natureza e arquitetura premiada se misturam. Foto: Parque Nacional Torres del Paine

Nesta postagem é preciso separar o assunto hospedagem em uma dica separada. Para quem deseja uma experiência de contato direto com a natureza, existem diversas opções de hospedagem dentro do parque. Seguindo a tendência de hotéis que exploram fortemente a experiência do turista em detrimento dos itens 5 estrelas, a Patagônia Chilena oferece muitas opções.

Hotéis a beira de lagos, ao pé de montanhas e muito mais. São muitas opções para que cada momento da viagem seja em contato com a natureza. Então, ao organizar sua viagem ao destino, pense no hotel com carinho. No portal oficial do parque é possível conferir algumas opções.

Dica 4 – Dica do Leitor

“No começo do ano, aproveite para explorar esta região que é conhecida como Fim do Mundo. Existem várias rotas e passeios. As paisagens são deslumbrantes e chamam atenção por tudo que envolvem. Entre os lugares visitados estão: Parque Nacional Torres del Paine, os glaciares Perito Moreno e Lago Grey. Minha base foi Puerto Natales. De lá seguia e explorava outros cantos.”

Dica 5 – Tudo o que você não pode esquecer

Não se esqueça da dica do hotel

Além de organizar os deslocamentos e a hospedagem previamente existem várias informações importantes. A primeira é um alívio. O Chile não precisa de retirada de passaporte para brasileiros, basta levar uma identidade com no máximo 10 anos e em bom estado de conservação.

É preciso se organizar bem com o dinheiro. A primeira parte é a adaptação à moeda chilena. Como o peso chileno usa muitos números, crie anteriormente métodos para não se atrapalhar com os dígitos. Na área dos parques não existem caixas eletrônicos, por isso é importante ter uma base em Puerto Natales ou El Calafate e andar com dinheiro em espécie suficiente.

Como o Alisson disse, a melhor época para ir é no verão, entre dezembro e março. Mesmo nessa época as temperaturas não ultrapassam com regularidade os 10ºC. Sendo assim, leve mantas, gorro, luvas, segunda pele, casacos e também mantenha a pele hidratada por causa do frio. Itens como protetores labiais e óculos de sol são importantes.

A última dica é se preparar psicologicamente e utilmente para a viagem. São 3 horas de Teresina a São Paulo. Depois mais 4 horas de São Paulo a Santiago. Em seguida mais 3 para Punta Arenas. Para fechar, 3 horas de ônibus até Puerto Natales. Se preferir ir para El Calafate a viagem também deve durar mais de 12 horas, isso sem contar os tempos em conexões. Ou seja, reserve 1 dia para a ida e 1 dia para a volta.

Piauí receberá recursos federais para elaborar planos de turismo

O Ministério do Turismo vai apoiar 13 projetos de infraestrutura de regiões turísticas em nove estados brasileiros. Para cada um deles, serão destinados R$ 250 mil por meio de chamada pública que faz parte do Plano Brasil + Turismo, pacote de medidas lançado em abril para fortalecer o setor de viagens no País.

Os recursos serão destinados para garantir a melhoria da gestão das regiões turísticas e fortalecer o Sistema Nacional de Turismo.

Na ação de apoio a projetos de infraestrutura turística foram selecionadas três propostas: Bahia, Pará e Mato Grosso do Sul. O MTur habilitou, ainda, quatro propostas de elaboração de Planos e Estudos de Desenvolvimento Turístico: Pará, Paraná, Minas Gerais e Piauí. No que se refere aos projetos de Gestão e Monitoramento do Programa de Regionalização do Turismo foram selecionados: Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Roraima e Bahia.

Isso significa que o Piauí receberá recursos para o desenvolvimento de projetos. Segundo o edital existem algumas opções. Pode ser a elaboração de Plano de Desenvolvimento Integrado de Turismo Sustentável, Plano de Marketing, Avaliação Ambiental ou Fortalecimento Institucional. Esses devem ser focados em um dos destinos que são considerados indutores do estado (Teresina, São Raimundo Nonato ou Parnaíba).

A Secretaria de Turismo do Governo do Estado chegou a inscrever 2 projetos para investimento em infraestrutura, mas nenhum deles foi habilitado pelo Ministério.

“Acredito que conseguiremos apoiar a melhoria da infraestrutura turística nos estados que fizeram a adesão à chamada pública. Esta é uma iniciativa que reforça a importância do trabalho em parceria com os gestores estaduais e municipais para fortalecer o turismo brasileiro”, afirmou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

O Ministério do Turismo já contratou quase 18 mil projetos de infraestrutura em todo o País, com investimentos em torno de R$ 9,05 bilhões. São ações como pavimentação, recuperação de patrimônio histórico, sinalização turística, implantação de centros de atendimento ao turista e centros de convenções.

De acordo com o Ministério do Turismo, a melhoria na infraestrutura das cidades aumenta a competitividade dos destinos e a qualidade dos serviços oferecidos não só aos turistas, como aos próprios moradores.

Fonte: Com informações do Ministério do Turismo

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